4 comentários:
De Se houvesse vergonha... a 6 de Junho de 2010 às 18:15
É por estas e por outras parecidas que os cidadão suíços votaram, pelo menos duas vezes, contra a entrada as Suíça ma Comunidade Europeia (EU).
Os suíços têm princípios éticos e de justiça de que não querem abdicar e a Europa, há já bastante tempo, os mandou às ortigas.

Como seja uma distribuição relativamente equitativa da riqueza produzida, uma funcionalidade da justiça “quase à prova de bala” de qualquer corrupção e rápida;

A propósito, quem sabe os nomes dos reformados e quanto recebem os suíços que tenham desempenhado cargos de presidentes da federação ou de primeiros ministros?

Ninguém consegue responder, pela razão simples de que tais reformas não existem, as pessoas recebem as reformas a que tiverem direito no desempenho das suas actividades profissionais e não como políticos.
A criação da CEE, originariamente, bebeu muito na experiência política da Federação Helvética, só que enquanto esta tem mantido um louvável equilíbrio económico e social onde funcionam a justiça e a partilha de poder na União Europeia vêem deteriorando-se a olhos vistos que nos deveria envergonhar a todos, se ainda houvesse alguma vergonha.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 6 de Junho de 2010 às 19:33
Concordo.
Eu baté dobrava a 'língua' se visse, por exemplo, este nosso PM, quando sair do cargo, voltar para o tal emprego que parece que teve como engenheiro na CM da Covilhã.
Mas o que temos visto é saírem dos empregos para a política, como bancários de balcão e voltarem como Directores ou administradores ou como é agora habitual, saltarem dos bancos das 'escolas' para administradores executivos de empresas públicas... e ninguém sabe quem é que os indicou!


De DD a 5 de Junho de 2010 às 23:29
A minha prima está reformada da UE onde era tradutora e nao recebe nenhuma pensão desse tipo. Parece-me que recebe cerca de 2.200 euros e trabalhou imensos anos, décadas mesmo, se bem que ao certo não sei dizer neste momento. Talvez tenha lá estado uns 35 anos.


De [FV] a 6 de Junho de 2010 às 11:20
Consta ter cerca de 2 anos esta novidade e que foi após a adesão dos novos estados - Polónia, etc. e que foi dada como justificação da necessidade de encontrar vagas para encaixar precisamente funcionários (burocratas) desses países...
A sua prima não é com certeza desta leva. Logo,, e muito bem, teve que trabalhar os anos chamados normais para atingir a sua reforma, como aliás devia ser para qualquer outro cidadão.


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