3 comentários:
De Cidadania Agora ou CAOS a Seguir ?! a 8 de Junho de 2010 às 15:14
Ainda bem que existem alguns espaços e Pessoas que pensam (e alertam e propõem) na Política como actividade essencial para o Bem Comum ... e não desistem.

Mas, cada vez mais, estes políticos caseiros e europeus deixam muito a desejar...

Pelos maus exemplos e más práticas, cada vez mais se nota o abandono da luta pelo Socialismo (Social Democracia, na referência e tabela europeia)...

Cada vez mais se nota o abandono da cidadania moderada ou activa para uma deriva em direcção à contestação de tudo, à própria Democracia,
e um aproximar do radicalismo ... seja populista, anarco-sindicalista, ... ciberterrorista, pirataria, tráficos ilegais, economia subterrânea, alienação (com ''pão e circo'', com drogas, com jogos na internet, ...) do indíviduos, suas familias e relações sociais 'ao vivo'... isto parece ser o aproximar do CAOS da sociedade e do Estado.

O que se seguirá?

O controlo total sobre as PESSOAS, reduzindo-as a sombras, números, escravos, semi-andróides... ?!

Ou a explosão social com novas REVOLUÇÕES ...?! com sangue e destruição generalizada ?!

É isto que querem os nossos dirigentes políticos e económico-sociais?!

Ou pensam alguns que estes processos poderão ser controlados e eles ficarão a salvo nos seus empregos/cargos bem remunerados, nos seus condomínios fechados e vigiados, nas suas viaturas blindadas, nos seus offshores, ... ?!

nos seus novos e luxuosos bunkers,

protegidos por exércitos privados ou às suas ordens (como a Força de Gendarmeria Europeia), com poderes para entrar em qualquer país da UE, declarar o 'estado de sítio', tomar conta de infra-estruturas, bens e serviços públicos ou privados, combater revoltas e manifestações...) ?!

Desenganem-se todos... sejam cidadãos de pleno direito e dever.

Exijam TRANSPARÊNCIA,

é tempo de UNIÃO e de COMBATER :

o NEPOTISMO (colocação de familiares e sócios em cargos e empregos públicos ou semi-públicos),
os TRÁFICOS (de influência, de pessoas, de armas, drogas, ...),
a CORRUPÇÃO,
a aberrante discrepância de RENDIMENTOS (chorudos vencimentos, acumulação de pensões douradas, prémios e participações nos lucros, benefícios vários, ...),
os ''off shores''...

e de aplicar IMPOSTOS PROGRESSIVOS e mais pesados às grandes empresas, às fundações de fachada, aos oligarcas/administradores, às transferências para 'off shores', às transacções bolsistas, aos sinais exteriores de riqueza, aos artigos de luxo, ...


De Esclavagistas e ladrões à rédea solta ! a 8 de Junho de 2010 às 14:09
«Não temos neste momento governação a sério na Europa.
Temos é uma espécie de comissários de malfeitores que interpretam os interesses de meia dúzia de privilegiados e que tentam impor sacrifícios aos trabalhadores e ao povo a todo o custo»,
explicou Carvalho da Silva.

e algo semelhante se passa em vários governos nacionais da Europa e nos EUA (apesar da luta de Obama, os 'Republicanos' e lobbies financeiro-seguradores, militares e das multinacionais 'atam-lhe' as mãos...), para já não falar do usual 3ºmundo..., mais o controlo que os oligarcas fazem dos/nos mídia (TV, radio, jornais, ...livros escolares, universidades), dos seus sabujos fazedores de opinião/ comentaristas e no controlo das empresas, da manipulação das administrações públicas, da compra dos deputados e partidos e, até de alguns sindicatos...


De DD a 8 de Junho de 2010 às 00:06
E quer o Cavaco que Portugal explore a sua imensa plataforma marítima caracterizada por profundidades imensas. Debaixos desses fundos, a milhares de metros, haverá petróleo, mas tem Portugal os capitais e a técnica para explorar isso e haverá mesmo quem tenha nas agitadas águas atlânticas?
Sim o Atlântico não é o Golfo do México.
Bem se vê que Cavaco não percebe de nada ou antes, como disse um comentador, em Portugal quando não se quer dizer nada fala-se do mar. Antes falava-se da necessidade de uma visão atlântica, mas hoje como o Sócrates anda a abrir portas atlânticas para as exportações e negócios portugueses na Venezuela, Brasil, Angola, EU, etc., já não se fala no destino atlântico do país. Faz-se mesmo troça como o fez o Pulido Valente no "Público" do passado Domingo.


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