Sem sentido

“Chegámos a uma situação insustentável"



Publicado por JL às 21:37 de 10.06.10 | link do post | comentar |

4 comentários:
De . a 11 de Junho de 2010 às 12:08
De Zé das Esquinas o Lisboeta

Alguém me explica porque é que numa altura de crise e de contenção da despesa pública nas cerimónias do 10 de Junho de ontem, era ver uma fileira de brutos carros com um ministro por viatura?
Se vinham todos do mesmo sítio e iam para o mesmo acto porque não foram juntos?
E já agora e porque não foram de transportes públicos? Por exemplo de combóio?
Então não iam em trabalho? Porque não dão o exemplo do que apregoam?
Doutores...


De Exemplos... a 11 de Junho de 2010 às 11:49
O EXEMPLO PRESIDENCIAL, ANÍBAL CAVACO SILVA

Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado:
4.152,00 - Banco de Portugal.
2.328 ,00 - Universidade Nova de Lisboa.
2.876,00 - Por ter sido primeiro-ministro.
9.356,00 - TOTAL ( 1 875 709 $ 60 )
Podendo acumulá-las com o vencimento de P. R.

Não será por este e outros (casos de acumulação de pensões chorudas...) a razão da falência da Segurança Social ???

Só os vencimentos e as reformas dos trabalhadores por conta de outrem (e em especial dos funcionários públicos) é que causam tanto mal à economia deste país ???


De Manda-lo para a Suiça a 15 de Junho de 2010 às 14:44
Lá teria de optar por uma das duas primeiras e só essa receberia.

Aqui o exercicio de cargos publicos são para enriquecer e não para servir como lá, na Suiça um país rico.

Nós por cá é o que se sabe, se vê e se não vê...

cada povo tem os politicos que merece...


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 10 de Junho de 2010 às 22:06
“Os sacrifícios que fazemos têm de ser repartidos de forma equitativa e justa e, mais do que isso, têm de possuir um sentido claro e transparente, que todos compreendam. Não se podem pedir sacrifícios sem se explicar a sua razão de ser, que finalidades e objectivos se perseguem, que destino irá ser dado ao produto daquilo de que abrimos mão”, disse Cavaco, antes de lançar o alerta: “Quanto mais se exigir do povo, mais o povo exigirá dos que o governam”

Nunca pensei que um dia ia citar Cavaco Silva ou quem lhe escreveu o discurso. Mas não deixa de ser uma verdade. Ou melhor seria bom que um dia o povo não tivesse memória curta. è que se esse dia já tivesse chegado, Cavaco Silva não teria sido eleito PR. Espero agora que perante esta estrondosa afirmação, o povo se lembre do seu reinado como Primeiro Ministro e até deste como PR (como tão bem lembrou DD noutro post de hoje) e quando este Senhor se recandidatar, a memória não seja curta.


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