5 comentários:
De DD a 14 de Junho de 2010 às 23:06
Esperemos que a taxa bancária que Sarkozy e Merkel decidiram introduzir hoje nos seus países venha a ser seguida por medida igual da parte dos restantes países da União Europeia, nomeadamente por Portugal.


De Zé T. a 14 de Junho de 2010 às 08:49
Bom post e bons comentários.

A maioria dos cidadãos e os políticos eleitos como representantes da maioria (e não da minoria que concentra o poder financeiro-económico) devem exercer o controlo/ regulação sobre o poder económico... ou então não vivemos em democracia (governo da maioria do povo/cidadãos) ...

e, se não vivemos em tal regime, são tão legítimas as eleições (farsas, enganosas, manipuladas a priori e à posteriori) como a expressão violenta da insatisfação e revolta contra os opressores.


De $$$ manda na Justiça, no Governo, país.. a 15 de Junho de 2010 às 13:46
Nada é transparente e nunca são investigados a fundo e muito menos julgados (em definitivo e penalizados) os grandes e poderosos senhores do dinheiro.
Porque quem, de facto, manda em Portugal (e...), quem manda nos governantes e deputados, nos juízes e procuradores, nas polícias e administradores públicos, nos investigadores e fiscais, ... é ''Mr.DINHEIRO'', ''Mr.Banqueiro'', ''Mr.Especulador'', ''Mr.Investidor'', ... ''o Cons. Administração'', ''o Fundo X'', ...

Estão todos comprados/ vendidos (...ou ameaçados de morte).
Não há Justiça !
Não há defesa do interesse Público !
O património público está a Saque !


De DD a 13 de Junho de 2010 às 23:40
Os 3% do PIB foram calculados na base de que no pós-guerra, a maior parte das economias europeias tinham tido mais anos de crescimento a 3% do que a valores superiores ou inferiores, ou seja, os 3% são a mediana superior dos crescimentos económicos e, como tal, um défice de 3% com crescimento de 3% acaba por não ser um verdadeiro défice.

Quanto ao artigo e ao poder da banca, tudo indica que é necessário manter a CGD nas mãos do Estado para sempre e reforçá-la cada vez mais com mais activos e, eventualmente, com alguns bancos especializados no fomento industrial ou agrícola.
Talvez seja melhor alguns sacrifícios em termos de impostos do que privatizações da ANA, CGD, etc.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 12 de Junho de 2010 às 10:37
Porquê do limite dos 3% do PIB para o déficie das contas públicas? Alguém sabe? Porque não 2% ou 4% ou 10%? Porquê 3?
Porquê reduzir salários? Froram os salários que provocaram a crise? E se todos deixarmos de trabalhar, os salários são 0 (zero), acabamos com a crise?
Dizem que é desígnio nacional todos fazermos sacrifícios, mas os sacrifícios serão iguais para todos? E quando não era preciso sacrifícios, os lucros e dividendos também foram para todos?
Porque é que os Bancos têm uma taxa de IRC menor que a generalidade de todas as outras empresas?
Porque é que 'à mulher de César não basta ser séria, também deve parecer séria?
Porque é que se diz que 'o exemplo deve vir de cima'? Porque é que não vem?
Porque é que as classes dirigentes (políticas) quando discursam, fingem que percebem as dificuldades do povo? E porque é essas classes não tem dificuldades mesmo quando há crises?
Porque é que sendo todos iguais para pagar, não somos iguais para receber?


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