3 comentários:
De VC a 19 de Junho de 2010 às 08:52
Eu não sei quem é DD, nem se defende o PS. A verdade é que estamos invadidos por "economistas" que sabem tudo, mas que apesar da ciència, só vivem do que dizem! Porque não se tornam esses senhores empresários de sucesso? A crise também é para eles ou facturam mais quando há crise? O artigo do DD é: " O REI VAI NU". Obrigado, DD, por expressar o que sinto mas que não sei dizer!


De Izanagi a 15 de Junho de 2010 às 11:50
Acabei de ler o post de DD, com o qual concordo integralmente. O que lamento é que esta análise de DD, correcta, repito, surja porque as pessoas em causa; Hernani Lopes, Medina Carreira e João Duque, criticam o governo do PS. Porque com o mesmo pensamento, mas em defesa da política do PS, a crónica de DD seria de sentido completamente oposto.
Eu sei que os fundamentalismos não se esgostam no mundo árabe.


De DD a 19 de Junho de 2010 às 15:48
Eles não criticam só o governo do PS porque sabem que uma economia não se faz em 12 anos. Eles criticam Portugal, tal como eloquentes intelectuais o fizeram nas Conferências do Casino no Século XIX e muitos outros antes ainda.
Portugal foi grande quando a principal matéria prima era a pedra e a madeira e tínhamos as duas para as muitas fortalezas que guarneceram a costa e a fronteira terrestre com a Espanha e para construir as naus que levaram os primeiros europeus, portugueses, até ao longínquo Japão.
Depois quando a matéria prima do desenvolvimento passou a ser o carvão e o aço, Portugal atrasou-se porque não dispunha das respectivas minas..
A partir do liberalismo quase estável iniciado em 1847, acreditou-se que se o Estado construir linhas de comunicação no país, portos modernos e desenvolver o ensino técnico desde a escola industrial à Escola Politécnica e Instituto Superior Técnico, etc., tudo se resolvia por si próprio.
Não aconteceu isso, a Europa vivia fechada no proteccionismo, mas o País soube manter até ao fim um grande império colonial que de pouco serviu porque o salazarismo não acreditava no progresso industrial e agrícola.
Hoje, voltámos a uma visão atlântica que está a dar alguns frutos, mas que por facciosismo político poucos querem ver e, menos ainda, acompanhar.
A própria Assembleia da República está a fazer tudo para matar a empresa J. P. Couto que iniciou o fabrico/montagem de pequenos computadores. A oposição não percebe que é Portugal que necessita de actividade industrial e não este ou aquele governo.
O Expresso de hoje ataca a instalação de uma fábrica de colofónia, o destilado de resina do pinheiro, considerando uma matéria tóxica que não é. Trata-se de aproveitar um recurso que o país possui em quantidade e que é uma matéria prima altamente exportável e surge num momento em que o País necessita de milhares de novas fábricas depois de terem fechado milhares também nos últimos trinta anos.
Não devemos por facciosismo ser contra Portugal por não gostarmos deste ou de outro governo..


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