9 comentários:
De Zé T. a 2 de Julho de 2010 às 14:33
Concordo que o Estado deva ter empresas (de interesse estratégico, de interesse social, e ...outras) - e que não impeça outros, do sector privado ou do sector cooperativo, de concorrer livremente.

Quanto a empresas públicas ('...') cronicamente deficitárias (anos após anos com grandes prejuízos... e grandes endividamentos) isso exige uma avaliação aprofundada para verificar as causas e corrigir a situação...
até porque, muitas vezes, os défices NÃO são devidos por 'subsidiarem a sociedade' (ou as suas franjas mais carenciadas ou desprotegidas) ou por prosseguirem interesses estratégicos do Estado/Nação (de defesa, segurança, alimentação, saúde, ensino, investimento em novas tecnologias, inovação e investigação, ...),
mas, simplesmente, porque são MAL GERIDAS, com falhas/desvios de Missão, planeamento, organização, objectivos, reduzida dotação de meios técnicos e financeiros, ... mal contabilizados e, até, ROUBADAS ou BURLADAS por gestores, políticos tutelares, dirigentes, conselhos de administração (ou de fundação) e por 'boys'.

Haja TRANSPARÊNCIA !


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 2 de Julho de 2010 às 17:18
Os maus gestores devem ser demitidos.
Os gestores que as roubam e vigarizam devem ser prezos.
E devia de haver uma lei em que erros e gestões fraudulentas ou desleixadas deviam os seus gestores ser pecuniariamente responsabilizados.
Mas isso tanto para as empresas de estado como para quaisquer outras.
E concorrência? Então a CGD não tem concorrência?
E a RTP? E a Galp? E a Carris? Então e a EDP não tem pelo menos a Endesa?
Então o estado não deve acautelar quer as economias estratégicas quer as rentáveis? Terá que ser tudo à conta do contribuinte?


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