De DD a 7 de Julho de 2010 às 23:32
Na verdade, os Falcon custam uma fortuna e deveriam ser vendidos. O pessoal político deve voar na TAP, o que seria mais barato e sempre dava para reduzir um pouco os prejuízos da empresa nacional.
Nestas circunstâncias não necessitamos de Força Aérea. Se existir uma situação de perigo, os F-16 podem não voar se o pessoal tiver que descansar. O mesmo dverá acontecer a Marinha de Guerra se as suas guarnições se orientarem pelos mesmo diapasão. Primeiro o descanso e depois a missão.


De Izanagi a 8 de Julho de 2010 às 10:10
Como quase sempre as culpas recaem sobre as pessoas erradas. Nem a situação era de guerra e o descanso é sobretudo uma medida preventiva que deve ser cumprida. Ironizando um pouco, talvez no caso não devesse (estou a lembrar-me do avião polaco recentemente caído em solo russo), mas ironia à parte, o problema não está no facto de os pilotos descansarem, como mandam a s regras, mas da ausência de uma equipa de pilotos suplentes que pilotassem o avião durante o período de descanso dos outros pilotos. O responsável pela logística, que não deveria desconhecer a situação de descanso é que devia ser criticado e responsabilizado pelo seu mau desempenho.
A corda parte sempre do lado mais fraco, mas muitas vezes injustamente.


De DD a 10 de Julho de 2010 às 21:20
Os pilotos não tinham feito outra coisa a não ser descansar no dia da reunião dos chefes de Governo europeus. Voaram de Lisboa a Bruxelas e depois descansaram, sabendo que a reunião iria durar muitas horas. Provavelmente não estiveram numa cama de hotel a dormir devido ao cansaço de voar duas horas e meia.
Sócrates marcou voo na TAP para a manhã seguinte muito cedo porque os pilotos não podiam levantar-se às sete da manhã ou coisa que o valha.
Só o Primeiro Ministro trabalha mais de doze horas por dia e tem razão em dizer que anda sozinho a puxar pelo País.


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