14 comentários:
De . a 15 de Julho de 2010 às 11:54
Os burros, o mercado de ações e a crise

Certo dia, numa pequena e distante vila, apareceu um homem a anunciar
que compraria burros a 5 euros cada. Como havia muitos burros na
região, todos os habitantes da pequena vila começaram a caça ao burro.
O homem acabou por comprar centenas e centenas de burros a 5 euros.
Quando os habitantes diminuiram o esforço na caça, o homem passou a
oferecer 10 euros por cada burro.

Toda a gente foi novamente à caça, mas os burros começaram a escassear
e a caça foi diminuindo. É então que o homem aumenta a oferta para 25
euros por burro, mas a quantidade de burros ficou tão reduzida que já
não compensava o esforço de ir à caça. O homem anunciou então que
compraria os burros a 50 euros. Mas que teria que se ausentar por uns
dias e deixaria o seu assistente responsável pela compra dos burros.

É então que, na ausência, do homem o assistente faz esta proposta aos
habitantes da pequena vila:
- Sabéis os burros que o meu patrão vos comprou? E se eu vos vendesse
esses burros a 35 euros cada? E assim que o meu patrão voltar vós
podeis vende-los a ele pelos 50 euros que ele oferece, e ganhais uma
pipa de massa!!! Que acham?

Toda a gente concordou. Reuniram todas as economias e compraram as
centenas de burros ao assistente por 35 euros cada um.

Os dias passaram e eles nunca mais viram o homem nem o seu assistente
- somente burros por todo o lado !

- Entendeste como funciona o mercado de acções e como aparecem as crises?


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 15 de Julho de 2010 às 13:22
Esta estória merecia ser um "post" aqui no Luminária...


De PSD - Coelho, abutre e chacal a 15 de Julho de 2010 às 11:43
Pedro Passos Coelho

E legítimo que Pedro Passos Coelho coloque condições ao PS para viabilizar o Orçamento de Estado, o que não se compreende é que coloque este assunto na agenda política em meados do mês de Julho.

Aceita-se que Pedro Passos Coelho seja contra reduções nas deduções das despesas de saúde e de educação, mas exige-se que o líder do
PSD explique se está preocupado com os contribuintes ou se quer manter estas reduções porque pretende financiar a privatização do ensino e da saúde através do financiamento estatal, via deduções fiscais.

Compreende-se que Pedro Passos Coelho aprove políticas em nome do país, é inaceitável que pense que cabe ao governo adoptar as medidas que não quer vir a adoptar ou que crie condições para financiar o fim do estado social através de truques fiscais.

Até porque este modelo de privatização significa que esta não será global, aplicando-se apenas em função da capacidade financeira dos utentes, isto é,
quem pode pagar uma parte (a outra será paga por deduções fiscais) recorre às escolas e hospitais privatizados.

Começa a ser evidente que o projecto de Passos Coelho nada tem de liberal, limita-se a desnatar os serviços públicos para transferir receitas para alguns grupos privados cujo apoio ao actual líder do PSD começa a ser mais ou menos evidente.

«Pedro Passos Coelho não quer dançar o tango com José Sócrates. O líder do PSD recusou ontem um governo de bloco central e ameaçou inviabilizar o Orçamento do Estado (OE) para 2011 caso este inclua cortes nas deduções fiscais na saúde e educação. A fase de diálogo parece já ir longe e agora é tempo de "começar a responsabilizar" o governo pelas suas políticas.

O PS também subiu o tom com o líder parlamentar, Francisco Assis, a acusar Passos Coelho de estar a provocar "uma espécie de ameaça de Verão de uma crise de Outono".

Esta crispação entre governo e o principal partido da oposição deixa Portugal ainda mais exposto à avaliação negativa das agências de rating, depois de a agência Moody's ter cortado ontem em dois níveis o rating da república portuguesa.

"Existem factores de risco ascendentes e descendentes incorporados na nossa previsão. Nesse sentido, a existência de um governo minoritário, que poderá não ter poder político suficiente para continuar com o aperto nas contas públicas e com mais reformas fundamentais, é um desses factores descendentes", afirmou ao i Anthony Thomas, analista da Moody's para Portugal, quando questionado sobre a posição tornada pública por Passos Coelho » [i]


De J. Ribeiro a 14 de Julho de 2010 às 18:35
CAMARA DE LISBOA PERDOA 3 MILHÕES DE EUROS À ORGANIZAÇÃO DO ROCK IN RIO (Brasil) PALAVRAS PARA QUÊ?


De Izanagi a 14 de Julho de 2010 às 02:11
Temos que ser honestos e rigorosos naquilo que dizemos e esta exigência é acrescida para as pessoa com responsabilidades políticas, que é o caso de Ana Gomes.
Vir dizer que a VIVO é de interesse nacional (?) e ainda mais, num momento em que a segurança das infra-estruturas é crítica, é chamar BURROS, IGNORANTES, ESTÙPIDOS aos leitores e sobretudo aos militantes socialistas, já que faz um apelo directo a estes.
Vir, ao revés, do programa eleitoral do PS que prevê manter público as empresas deficitárias e privatizar tudo o que é rentável, fruto da sua situação de monopólio ou quase ou de fornecerem serviços essenciais, tais como energia, água, etc, seria bem vindo, desde que a opção fosse NÃO PRIVATIZAR. Mas...vir, depois de o Tribunal Europeu ter condenado as golden share, exigir a criação das mesmas nas empresas de bens essenciais que o Governo se propõe privatizar, é uma atitude de Má-fé que procura LOGRAR; ILUDIR; ENGANAR os seus camaradas, e se há alguns que merecem, outros deveriam, tal como eu, ficar fortemente ofendidos e exigir um pedido de desculpas público.



De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 14 de Julho de 2010 às 07:57
Plenamente de acordo com o Izanagi.
E acrescento, se na verdade o governo considera que a PT é uma empresa de interesse nacional, nacionalize-se-a.


De Zé T. a 14 de Julho de 2010 às 18:39
Izanagi, Zé das Esquinas e outros têm genericamente razão nos seus comentários críticos.

Essa da PT/Vivo ser «obviamente, de interesse estratégico nacional...» não é nada ''óbvio'', é questionável ser ''de interesse estratégico'', e ''nacional'' é que não é de certeza (visto que é maioritarimente privada, e o dinheiro privado não tem nacionalidade !).

Quanto às privatizações ...
- AG fala em o Estado garantir o controlo accionista - o que podia ser feito através de golden shares (acções com direitos especiais, de veto), mas parece que já não pode, mas poderá ser feito através de manutenção de maioria (absoluta ou relativa) de acções .
- de empresas lucrativas (como CGD, EDP, ...)discordo totalmente,;
- de empresas crónicamente deficitárias ... já a decisão é mais complexa, devendo (para além de se fazer melhor gestão) considerar-se critérios de solidariedade, coesão e redistribuição social mais os 'estratégicos' (como o apoio à inovação, à defesa do ambiente, ao desenvolvimento educacional e sanitário, ... e a promoção de valores democráticos, cívico e humanistas).
Por exemplo, um canal de televisão, rádio, agência de notícias, SNSaúde, educação e ensino básico, INEM, Águas de P., REN, ... transportes colectivos - não tenho dúvidas em apoiar, mas defendendo sempre que é preciso melhorar a gestão e a qualidade do serviço.
Já a TAP (só porque é companhia 'de bandeira', usada por alguns...) e outras ... estaria disposto a deixar privatizar, mas ressalvando a transparência do processo, a valorização dos activos, a retirada de 'isenções e privilégios para/quasi-monopolistas' e o impedimento de cartelização no sector.



De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 13 de Julho de 2010 às 20:01
Parece a história da Carochinha...
Acreditar que as políticas e os comportamentos mudam a partir de determinado dia ou hora só porque sim... é acreditar na Carochinha, no Pai Natal, etc...
As pessoas não mudam (só se for para pior) pois com a idade, com os vícios e a acomodação, a tendência é a piorar.
Dizem que só so vinhos melhoram com o tempo e mesmo assim já era preciso serem bons em novos...
Verdae, verdadinha é que com 'estes', não vamos a lado nenhum...


De .sem paninhos quentes... a 13 de Julho de 2010 às 13:37
Ernâni Lopes disse, que se estivesse no Governo em P. seguiria o exemplo irlandês e cortaria 15 ou 20 % nos salários dos funcionários públicos. [mas ''esqueceu-se'' de dizer q. os FP irlandeses ganhavam, em média, quase o dobro que os FP portugueses !!]
...
«Para sugestão de ordem prática, eu apreciei muito a lógica irlandesa. E era o que eu faria se tivesse a responsabilidade de enfrentar a situação portuguesa», disse o actual presidente da Fundação Luso-Espanhola.
...
«A cru. Sem explicar nada. Ou melhor, explicando que ou é assim ou não é. Não querem, então não se faz», ...
Criticando que se tente «diminuir a despesa por via indirecta, com paninhos quentes», Ernâni Lopes apontou: «Olhem para as SCUT, nunca mais conseguem pôr as SCUT a pagar. Porque, primeiro, é o Zé que tem de ter isenção e não sei que mais. Ainda o Zé não tem e já o Manuel desata aos berros. O Zé e o Manuel estão ainda a gritar e vêm mais 50... Ou seja, o resultado final é que só vai pagar quem for parvo».
«Cortar na despesa é inexorável», defendeu.
TSF
Comentários:
MSV:
REALMENTE HA CADA *** .O PORTUGAS PARA A PROXIMA ANTES DE ANDARES FEITO BURRO A CARREGARES COM AS BANDEIRAS DOS PARTIDOS VE SE CONHECES A BESTA QUE APOIAS .SENAO EMRRABAM-TE E AINDA LHES TENS QUE PAGAR

Zacarias Alfredo:
Ora aqui temos uma ganda besta quadrada. Esta gajo é um animal pá seja ele de direita ou da p*** que o pariu. Que nojo. Um gajo ve se arrasca para poder sobreviver e um boi destes vem com esta conversa antes de ir de ferias com a familia carregados de dinheiro. País nojento. Ouve la rinoceronte como explicas o aumento dos milionarios em ano de crise?

SAO BOIS COMO TU!!! QUE GANHAM MILHOES E UM GAJO É QUE QUE SE F***! SO TENHO PENA QUE GAJOS COMO TU NAO APAREÇAM COM UMA BALA ENFIADA NA CORNADURA!!

Anónimo:
Este naninana como ganha muito pensa que os outros têm o mesmo ordenado....que mais 20 ou 30% não faz diferença!
Deviam cortar os "cornos" deste senhor!.............sim, porque até um carneiro com cornos tem mais inteligência!

Simão:
Porque se insurgem contra esta criatura ridícula?Ele é apenas o fantoche de Passos Coelhos: esse sim,vai lixar-vos à grande. Mas como vós, Tugas idiotas, ainda pensam conceder-lhe uma maioria, não sei do que se queixam. Acordem!

Manuela:
Por vezes questiono-me em que país é que determinadas pessoas vivem!?Talvez num diferente do meu.Uma redução dessas para quem receba até 1000 euros por mês, com emprestimos ao banco para pagar casa, idas para o trabalho diáriamente na ordem dos 220km, o que dá mais ou menos 200 euros em combustivel fora facturas de água, luz, gas e alimentação... Ora se ja assim a tarefa não é fácil, com um corte desses, mais valia declarar falencia técnica. Não humilhem quem trabalha e quem luta diariamente para conseguir viver, ainda, com alguma dignidade. Claro q se auferisse um ordenado de 5000 mil euros esse corte não iria afectar muito. Deixem-se de utopias e comecem pelas classes mais altas. Pq é q têm de ser sempre os mesmo a pagar a factura

Tiago Augusto:
Deviam te cortar era 90% no teu salario carneiro!!!!!!!! Es um otario!! Falas de barriga cheia e o ze ou o manel é k se fo*** para pagar as tuas reformas e dos animais como tu! Gestores de tanga, aldraboes ja so falam de milhoes mesmo que o resto fique a olhar sem ter um sitio seu para morar.

Insónia:
Ó Ernâni, afinal é verdade! Você, o Campos e Cunha, o Belmiro, o Catroga, o V. Guedes, o Borges e outras sinistras criaturas saídas de um tugúrio de nome Compromisso Portugal, sempre existiram, estão vivas! Afinal, o pesadelo é real! Eichemann, regressa, estás perdoado!

Ernanista:
Concordo totalmente com o Dr. Ernani! Mas o douto senhor antes de implementar a medida tem de que garantir ao povo que no governo ninguém contrata serviços ou bens desnecessários, que os directores de empresas públicas ganham o mesmo que um director-geral e sem prémios, que os reformados do governo não arranjam outros tachos...etc etc
enfim fundamentalmente que sejamos governados por gente séria....é pá espera lá se fossemos governados por gente séria se calhar não era preciso irem ao bolso do povo....Implementem a medida e vão ver o que é correr à frente das ...


De Izanagi a 14 de Julho de 2010 às 01:46
Foi este ernegúme, que disse há uns tempos atrás (2008) que os slaários não deviam aumentar, senão tudo o que era indústria e serviços deslocar-se-ia para a China.
Seria interessante que se apurasse qual o seu património antes de ter sido mInistro e o seu património actual e qual o seu contributo para a riqueza do País. E continuamos a alimentar, directa ou indirectamente, estes oportunistas, para ser leve no adjectivo. Até quando?


De . a 15 de Julho de 2010 às 11:27
Ernâni Lopes, ex-ministro das Finanças

Há anos que o país vê Ernâni Lopes exibir-se como o grande ministro das Finanças que um dia salvou o país, desde então tem cobrado por tão grande serviço prestado ao país e desdobra-se em propor soluções que nem no Chile de Pinochet seriam viáveis, como a redução do vencimento dos funcionários públicos em 20%, um palpite que apresentou nas jornadas parlamentares do PSD:

De Ernâni Lopes não se conhecem grandes obras de política económica e a sua passagem pelo ministério das Finanças nem sequer foi intelectualmente muito exigente.
O então ministro das Finanças limitou-se a ler a cartilha que lhe foi enviada pelo FMI e quem deu a cara por essas medidas e pagou um elevado preço político nem sequer foi ele, foi o então primeiro-ministro Mário Soares.

Assim é fácil aplicar políticas duras e recolher os louros pelos resultados, só que Pedro Passos Coelho não vai contar com o guião do FMI nem tem a dimensão política de Mário Soares,
pelo que a proposta de redução dos vencimentos dos funcionários públicos feita por Ernâni Lopes não passa de uma anedota ridícula contada por alguém que nunca foi a votos para nada.

ROMA PAGA BEM AOS TRAIDORES

Uma das coisas que mais me enoja na vida política portuguesa é a facilidade com que os partidos portugueses aceitam e até promovem os que se mudam de partidos,
muitos deles fazendo-o quando julgam que os ventos estão a mudar.
Há em Portugal um grupo de independentes que vivem de vender os seus serviços ao poder, andando de partido em partido consoante o lado de onde sopra o vento.

Muito pior do que os famosos boys, muitos deles sujeitando-se ao desemprego durante muitos anos de oposição,
são estes vermes que asseguram sempre um lugar próximo da manjedoura do poder.

As últimas jornadas foram bem um exemplo do nojo em que se transformou a política portuguesa, com um líder a procurar credibilidade em personalidades com um ex-ministro das Finanças que em tempos de crise e ataque a direitos adquiridos
considerou a sua pensão do Banco de Portugal precisamente um direito adquirido.


De Público: resistir a 13 de Julho de 2010 às 11:17
Manuel Alegre apela à necessidade de "resistir a certas tentações" de "esvaziar serviços públicos"

[Lusa, 10-07-2010, via MIC]

O candidato à presidência da República Manuel Alegre alertou hoje para a necessidade de “resistir a certas tentações que aí andam”, na Europa e em Portugal, para “esvaziar os serviços públicos, nomeadamente o Serviço Nacional de Saúde” (SNS).
Manuel Alegre falava hoje nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), depois de ter visitado algumas unidades e serviços deste estabelecimento, que classificou como “o melhor hospital do país e um dos melhores da Europa”.

“O país precisa do SNS, que garante a prestação de serviços a 80 por cento da população portuguesa e elevou muito a qualidade dos serviços médicos em Portugal”, de tal modo que “hoje, estamos num bom patamar europeu e com unidades de excelência e de vanguarda, como são os HUC”, afirmou.

Agora, adverte, “é preciso passar a outra fase”, à fase de “prevenção da doença, de promoção da saúde e de combate ao desperdício” e de “garantir” o “bom financiamento” do SNS.

Recordando que o SNS foi fundado pelo seu “querido amigo” e “mandatário distrital em Coimbra” da sua candidatura, António Arnaut (que o acompanhava na visita aos HUC), Manuel Alegre sublinha que o SNS “é a conquista mais profunda da nossa democracia”.

“Qualquer atentado ao SNS é um atentado à democracia e à qualidade de vida dos portugueses”, afirma o candidato a Belém, que promete, “se for eleito”, fazer “tudo para preservar este serviço e para o melhorar”.

Manuel Alegre escusou-se, por outro lado, a comentar o adiamento da abertura do novo hospital pediátrico de Coimbra, cujas instalações já estão concluídas, argumentando com o facto de se tratar de “uma questão de governo” e “eu não me candidato para governar”.

“É bom”, acrescenta, “que não haja confusões” porque um candidato presidencial “não é candidato para governar”.

Ao Presidente da República compete “sensibilizar outros órgãos de soberania, todo o país e toda a sociedade para a resolução de problemas”.
“Se for eleito, cá estarei [para fazer essa sensibilização]", promete.

Ao final da tarde de hoje, Manuel Alegre reúne com estruturas distritais da sua candidatura e participa numa sessão de apresentação dos seus mandatários no distrito de Coimbra.


De . a 13 de Julho de 2010 às 11:12
o "BOI da PIRANHA" vai a julgamento em Outubro

«Oliveira e Costa, em prisão domiciliária desde 21 de Julho de 2009, é acusado de crimes como abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documento e branqueamento de capitais.

Segundo o despacho de pronúncia, o juiz do TCIC, Carlos Alexandre, decidiu que além de Oliveira e Costa outros 15 arguidos vão a julgamento no chamado caso BPN, que levou à nacionalização do banco. » [Público]

Jumento:
Com o julgamento de Oliveira e Costa a justiça portuguesa permite que a MANADA do BNP atravesse o rio sem que as piranhas a ataquem.

«Pergunte-se ao PGR quem foi (foram/ são) o responsável(eis) pelo buraco do BPN.»
e de outras 'crateras' na economia portuguesa ...


De e + lóbis e falta de transparência ! a 13 de Julho de 2010 às 10:40
Mensagem enigmática

Porque não domino este assunto, mas recebi este email que merece sem dúvida comentários de quem percebe, aqui registo o seu conteúdo exactamente com essa finalidade.

João Abel de Freitas, PuxaPalavra, 12.7.2010

De: [mailto:clareza.democratica@gmail.com]
Enviada: dom 11-07-2010 22:40
Assunto: Acabar com as meias verdades - General CEMGFA

Acreditamos que só a transparência garante a credibilidade das instituições e da democracia, o reforço da boa governação e da exigência ética nos assuntos do Estado.

Assim, lançamos aqui pistas de investigação objectivas, na tentativa de desmascarar o abuso do poder e a manipulação da informação na área da Defesa Nacional, ao serviço de uma agenda pessoal, sectária e realmente destrutiva da coesão das Forças Armadas, perpetrada pelo actual Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e que consubstancia um exemplo acabado de má governação.

• Será normal o nosso general Valença Pinto tratar S.Exa o Ministro da Defesa Nacional de forma paternalista, usando expressões do tipo “tenho que lhe explicar tudo” e que ao agir de forma selectiva sobre a informação que deixa passar para cima estar permanentemente a manipular e a afunilar as opções Políticas? Investigue-se as instruções dadas à representação militar portuguesa na NATO sobre a forma exclusiva como a informação deve fluir para o CEMGFA sem envolver os Ramos militares… Qual é o receio ???

• Será normal discordar das orientações superiores da Direcção Geral de Política da Defesa Nacional e dizer que o responsável desta área não passa de um puto, só porque não é um general e vem do Ministério dos Negócios Estrangeiros? É este o paradigma de uma democracia consolidada?

• É verdade, ou não, que sendo informado pelo próprio Comandante Supremo para as Operações da Aliança (NATO) no Teatro do Afeganistão, Almirante J. Stavridis, por carta em 2009, que não era esse o desejo da Organização, insistiu em enviar uma Companhia de Comandos para o Afeganistão (custo 30 Milhões de Euros em seis meses), ocultando informação vital ao Ministro da Defesa Nacional?

• Que contra os superiores interesses e orientações da política nacional não dá a devida prioridade á cooperação técnico-militar com os PALOP, reduzidos a uns limitativos 6,4Mi€/ano?

• É verdade ou não, que aumentou a contribuição Portuguesa no Kosovo, quando a NATO/Europa estão a diminuir a sua participação nessa região, desperdiçando 18,5 Mi€/ano?

• É verdade, ou não, que colocou na missão da UNIFIL uma Companhia de Engenharia, cercada e inoperante, numa área dominada pelo Hezbolah, orçada em 8.5 M€/ano, que só contribui para a sua própria sustentação?

• É verdade, ou não, que a França e a Itália, autores da ideia das Euroforças num contexto da construção de uma alternativa de Defesa Europeia, querem acabar com a EUROFOR? E neste contexto, continua ainda o general CEMGFA a induzir o poder político e as Forças Armadas na prioridade em investir nesta organização? É verdade, ou não, que Portugal está a investir sozinho nessa miragem do “Battlegroup” EUROFOR? Porquê induzir então o governo na necessidade em garantir uma Força pronta de 2000 militares para este efeito? Esta opção, ainda que sem expressão efectiva de Força e Capacidade Militar, tem custado nos últimos 5 anos, ao erário público, 1.2 Mi€/ano. Assim sendo, será que o governo tem toda a informação? – Convinha investigar;

• É verdade, ou não, que retirou, sem qualquer alternativa para os Ramos, todo o investimento no aprontamento e capacidade de reacção rápida das Forças Nacionais, que passou 7 M€ em 2009 para 0 M€ em 2010?

A verdade liberta…
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1600 vagas em Medicina

O Bastonário da Ordem dos Médicos, Dr. Pedro Nunes, considera que 1600 entradas em Medicina são "aparentemente muitas" e avança com uma série de falsos argumentos e exigências para esse número de vagas.
Pedro Nunes não diz nem lembra o número de estudantes a estudar medicina no exterior que são em muito maior número do que nas universidades portuguesas e também não fala do número de médicos estrangeiros a exercer em Portugal, exactamente porque não há portugueses.
Tudo no reino de Pedro Nunes continua como dantes. Dificultar a formação para reinar.
Ainda bem que, neste caso, o governo não vai na conv


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