3 comentários:
De DD a 25 de Julho de 2010 às 21:40
Neste texto falta falar da verdadeira crise que Portugal e a Europa atravessam e que não é financeira nem bancária na origem, mas sim resulta da concorrência do capitalismo comunista chinês e dos países emergentes.

As despesas do Estado aumentaram quando a partir de de Agosto de 2008 foi recomendado aos Governos que gastassem mais dinheiro para evitar uma grande recessão e depois a União Europeia (Alemanha) virou o bico ao prego e quer obrigar toda a gente a poupar, logo a desempregar, reduzsir salários, etc. para manter um Euro forte sem que a moeda de mais de 360 milhões de europeus tenha a necessidade de valer muito.

A Europa tem tecnologia para reduzir a dependência petrolífera e necessita de poucas matérias primas pois é capaz de fabricar quase tudo sinteticamente.
Entre Janeiro e Maio, a electricidade portuguesa foi inteiremente produzida a partir de energias renováveias nacionais, o que acontece pela primeira vez. Isto é só um exemplo.
A Europa não é uma pequena Suíça que necessita que os ladrões de todo o Mundo venham depositar o produto dos seus roubos nos bancos europeus. Há europeus em quantidade suficiente para resolver qualquer problema, desde que não se seja dirigido por elites estúpidas.


De Estado generoso para os Bancos a 20 de Julho de 2010 às 14:45
Como diria o senhor Coelho, o principal problema deste País é a generosidade dos apoios sociais dados pelo Estado.
Estaria a falar destes?
Por Daniel Oliveira, Arrastão 7.7.2010

A carga fiscal do sector bancário caiu 40% no ano passado em relação a 2008, noticiou o jornal “i”.. Entre IRC, derrama e encargos de exploração, onde se inclui o IVA, a banca registou no ano passado uma carga fiscal de 529 milhões de euros. Este valor compara com 879 milhões de euros de impostos [...]


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Julho de 2010 às 09:23
No Parlamento ninguém é verdadeiramente representante do povo português. Nenhum daqueles senhores sente no seu dia a dia qs dificuldades da esmagadora maioria do cidadão que vive em Portugal.
E esse é o verdadeiro problema da nação. Uns falam do que não sabem, mesmo quando pensam que sabem ou julgam saber. Outros falam sabendo que não sabem, mas consideram-se no direito de falar por nós.
Mas há solução. Mas não com estes senhores. Nem os do governo nem os da oposição.
Até dá vómitos vê-los nos discursos na assembleia a falar do estado da nação. Não só o que dizem. Mas como o dizem. E o tom... Vómitos.


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