3 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Julho de 2010 às 09:23
No Parlamento ninguém é verdadeiramente representante do povo português. Nenhum daqueles senhores sente no seu dia a dia qs dificuldades da esmagadora maioria do cidadão que vive em Portugal.
E esse é o verdadeiro problema da nação. Uns falam do que não sabem, mesmo quando pensam que sabem ou julgam saber. Outros falam sabendo que não sabem, mas consideram-se no direito de falar por nós.
Mas há solução. Mas não com estes senhores. Nem os do governo nem os da oposição.
Até dá vómitos vê-los nos discursos na assembleia a falar do estado da nação. Não só o que dizem. Mas como o dizem. E o tom... Vómitos.


De Estado generoso para os Bancos a 20 de Julho de 2010 às 14:45
Como diria o senhor Coelho, o principal problema deste País é a generosidade dos apoios sociais dados pelo Estado.
Estaria a falar destes?
Por Daniel Oliveira, Arrastão 7.7.2010

A carga fiscal do sector bancário caiu 40% no ano passado em relação a 2008, noticiou o jornal “i”.. Entre IRC, derrama e encargos de exploração, onde se inclui o IVA, a banca registou no ano passado uma carga fiscal de 529 milhões de euros. Este valor compara com 879 milhões de euros de impostos [...]


De DD a 25 de Julho de 2010 às 21:40
Neste texto falta falar da verdadeira crise que Portugal e a Europa atravessam e que não é financeira nem bancária na origem, mas sim resulta da concorrência do capitalismo comunista chinês e dos países emergentes.

As despesas do Estado aumentaram quando a partir de de Agosto de 2008 foi recomendado aos Governos que gastassem mais dinheiro para evitar uma grande recessão e depois a União Europeia (Alemanha) virou o bico ao prego e quer obrigar toda a gente a poupar, logo a desempregar, reduzsir salários, etc. para manter um Euro forte sem que a moeda de mais de 360 milhões de europeus tenha a necessidade de valer muito.

A Europa tem tecnologia para reduzir a dependência petrolífera e necessita de poucas matérias primas pois é capaz de fabricar quase tudo sinteticamente.
Entre Janeiro e Maio, a electricidade portuguesa foi inteiremente produzida a partir de energias renováveias nacionais, o que acontece pela primeira vez. Isto é só um exemplo.
A Europa não é uma pequena Suíça que necessita que os ladrões de todo o Mundo venham depositar o produto dos seus roubos nos bancos europeus. Há europeus em quantidade suficiente para resolver qualquer problema, desde que não se seja dirigido por elites estúpidas.


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