Quarta-feira, 21 de Julho de 2010



TODA A ECONOMIA É POLITICA
NEM TODA A POLITICA É ECONOMICA
De . a 21 de Julho de 2010 às 18:14
Pela saúde do Planeta
O Movimento Planeta Sustentável, formado por pessoas que se empenham em discutir, informar e produzir conhecimento sobre sustentabilidade, elaborou um Manual de Etiqueta que sugere como enfrentar o aquecimento global e tantos outros desafios. O livrinho chegou à nossa redação há um bom tempo. Ficou guardado na gaveta, mas agora ganha espaço também aqui no Conversa Pessoal. O manual traz 50 dicas para melhorar a qualidade de vida de cada um e, claro, do Planeta. As dicas estão divididas em quatro áreas: rua, casa, trabalho e vida pessoal. Nesta edição, confira as primeiras 6 dicas que ensinam a etiqueta sustentavelmente desejada para nossas atitudes na rua.
1) Na hora de comprar um carro, faça um cálculo simples de qual o tamanho ideal para suas necessidades. Veículos maiores consomem e poluem mais. Modelos do tipo flex fuel estão adequados às normas de proteção ao meio ambiente. Lembre-se: prefira abastecer com etanol.
2) Carro não é o meio de transporte ecologicamente mais correto. Use-o com moderação, em especial se tiver um enorme 4x4 a diesel. Ande mais em transporte coletivo ou reabilite sua magrela.
3) Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.
4) Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.
5) Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.
6) Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.ig.com.br/home/
De . a 21 de Julho de 2010 às 18:18
Segundo o Relatório Brundtland, redigido em 1987, Sustentabilidade significa "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas".
Mas na prática, o que é esperado de cada um de nós?
PROGRAMA 3: SUSTENTABILIDADE
WWF espera sinal político em reunião da ONU
Artigos
"A sustentabilidade no pós-crise"
Os Desafios da Sustentabilidade: uma ruptura urgente
Fernando Almeida
ENTREVISTADOS DO PROGRAMA
Mário Monzoni
Homero Santos
Giovanni Barontini
Arnoldo Guevara
Augustin Woelz
VÍDEO VERDE
Mercado Ético
Planeta Sustentável
Carbono Brasil
Instituto Ethos
De . a 21 de Julho de 2010 às 18:24
Acorda ! !! !
A hora é agora !!!
Não fique aí parado. Faça alguma coisa já !!
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Pessoal, chegou a nossa vez de dizer ao Poder Público quem dita as regras neste país…
Nós temos o direito e o dever de lutar pelos nossos interesses que são os interesses do País.
Chega de abaixar a cabeça e achar que temos que engolir tudo o que vem da/ do capital.
...
Assim, manifestamo-nos contra ...
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 21 de Julho de 2010 às 20:27
Seriedade precisa-se!
Há sempre uma desculpa para o indesculpável:
- Neste primeiro semestre a despesa pública aumentou em comparação com a do primeiro semestre do ano passado.
Então o PEC não previa a redução da despesa pública? Desculpas existem sempre para os incumpridores. Que acham se o contribuinte não devolvesse o 1% do aumento do IVA (de 20 para 21) e perante o fisco se desculpasse com o s aumentos das suas despesas de funcionamento ou o aumento dos juros no banco...
Seriedade precisa-se!
Quando os nossos governantes estiverem presentes e a dar a car no encerramento das empresas.
- Se estão sempre disponíveis nas inaugurações e na apresentação dos novos empreendimentos, porque não o estão quando estes encerram?
Seriedade e vergonha na cara, precisa-se!
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