4 comentários:
De DD a 25 de Julho de 2010 às 20:25
O atual acordo ortográfico é um ato extremamente positivo e permite homogeneizar uma língua falada por mais de 260 milhões de cidadãos espalhados por quatro continentes.

Prefiro falar e escrever uma língua universal que apenas uma língua europeia dominada por 10 milhões de cidadãos.

Quanto à Guiné Equatorial, se eles quiseram adotar o português porque não deverão aderir?

Temos de ser positivos, o negativismo não é solução para o nosso País.


De Evolução dos povos e da humanidade a 23 de Julho de 2010 às 14:09
Sem prejuízo dos raciocínios anteriormente expostos, com os quais genericamente concordo, o pedido de pré-adesão da Guine Equatorial poderá ser entendido de, pelo menos, tês maneiras:

1 os detentores do regime absolutista (na assembleia nacional respectiva apenas existe um deputado da oposição que segundo palavras suas é, absolutamente, ostracizado na sua actividade politica) acham os representantes dos diferentes países da CPLP de pacóvios ;

2 admitem que esses representantes possam vender a alma ao diabo;

3 ou estão, tais ditadores, na predisposição de fazer um caminho de evolução em origem a um regime democratico e respeitador de principios concurdantes com as leis internacionais nomeadamente da Organização das Nações Unida (ONU), dentro de um minimo de direitos liberdades e garantias aos seus conciodadãos.

Segundo o principio da evolução dos povos e da humanidade acredito que a terceira possibuilidade seja o caminho a prosseguir.


De Zé T. a 23 de Julho de 2010 às 12:25
Bom 'cartoon' (ou 'cartun' ?).

Mas a implicita crítica à eventual adesão da Guiné Equatorial à CPLP ... (para se ser coerente) deve ser extendida ao muito questionável «Acordo Ortográfico», à evolução/ permissão de uso de 'novi-linguagem' das abreviaturas em 'sms' (short message system), tuiters, ...
e às gravíssimas falhas no nosso próprio sistema de educação e ensino
(da língua portuguesa, matemática, e outras disciplinas .... incluindo a destrutiva indisciplina, a desorganização/ incompetência do ministério, seus serviços, escolas e dirigentes)...
e à deterioração/menosprezo de valores culturais/civilizacionais/sociais em que estamos inseridos...


De [FV] a 23 de Julho de 2010 às 13:40
Vivemos uma época em que tudo tem um preço. Até a Língua Portuguesa.
Ou melhor sempre houve um preço para tudo, mas a diferença, hoje, é que é preciso muito pouco para comprar aquilo que se julgava inegociável.
E o cartoon ou cartune, é como no tinto ou branco. Basta cheio...


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