8 comentários:
De DD a 27 de Julho de 2010 às 00:12
Um dia critica-se o facto de serem dadas casas de renda muito baixa a pessoas pobres, outro dia diz-se que há pobreza.
A Manuela Ferreira Leite reconheceu no último Expresso Economia que o índice de pobreza baixou em Portugal, mas diz que foi artificial porque resultou do renimento de inserção e, acrescento, da habitação social.
Pois claro, se há pessoas que não têm condições, é dever da socieade fornecer-lhe um determ,inado mínimo como casa, assistência médica, rendimento de inserção ou complemento social do idoso.
Os estúpidos e aldrabões vêm sempre com a tese de que são dadas casas e rendimentos a pessoas que não merecem. Pode haver algum engano, mas a realidade é que os necessitados são bastantes, apesar de não serem uma maioria esmagadora.
Só não haveria enganos se não existisse uma política socialista de concessão de habitação social e de complementos de rendimento.
Viva o Socialismo.
Olhem, na China não há nada disso. A Segurança Social é a família ou o filho único e na aldeia de origem. Assim, podem ter taxas de crescimento superiores a 10%, pois vendem baratio e todo o estúpido sabe vender barato.


De "Ultimas" a 26 de Julho de 2010 às 14:51
As reformas vitalícias dos políticos aumentaram no primeiro semestre deste ano e estão a fazer disparar os gastos públicos. De acordo com o jornal «Correio da Manhã», em apenas seis meses, os gastos com as pensões dos políticos ascenderam a 4,8 milhões de euros, uma subida de 14 por cento, face aos 4,2 milhões gastos no mesmo período do ano passado. Ao todo, estão a receber subvenção vitalícia um total de 399 antigos detentores de cargos públicos.

O jornal avança que, a meio do ano, a Caixa-Geral de Aposentações (CGA), entidade responsável pelo pagamento das reformas aos funcionários públicos e também aos antigos políticos, já gastou mais de metade do orçamento desta prestação para 2010. Já foi executada 54,4% da verba orçamentada.

Para este aumento contribuiu a corrida a estas reformas. Desde Janeiro, já foi atribuída a 16 políticos a pensão vitalícia. Muitos não foram reeleitos ou candidatos nas eleições que se realizaram o ano passado.



De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 26 de Julho de 2010 às 18:48
E depois querem que seja o povo a pagar a crise...
São os direitos adquiridos e a conversa da treta do costume.
Ou os futebóis da integração... Mais uns quantos a ganharem dinheiro à conta de coisas que deviam ser realmente importantes, com acções da carochinha e de faz de conta.


De DD a 26 de Julho de 2010 às 23:38
O total diário das pensões de reforma dos portugueses é de 51 milhões de euros, pelo que as reformas anuais dos políticos representam menos de 10% do custo diário de todas as reformas, o que dá 0,027% da despesa anual em reformas.
Nenhum problema se resolve com valores porcentuais com duas a três casas decimais.
Em política, mais que nunca, é preciso fazer contas e todas as reformas dos portugueses são vitalícias. Não se deve pois dar a entender que o carácter vitalício é algo de especial só para uns e que outros deixam de receber a sua reforma aos XX anos de idade.
O endividsamento do Estado português foi de 76,8% do Pib no fim de 2009 quando o do conjunto dos países da zona euro foi de 78,7% (página 87 da revista Der Spiegel de 26,07.2010).
Portugal teve um défice de 9,4%, quando o da Irlanda foi de 14,3%, o da Espanha de 11,2%, o da Grécia de 13,6% e o da Itália de 5,3, mas com uma dívida soberana (estatal) de 115,8% do Pib.

Os problemas portugueses e europeus só se resolvem a trabalhar e para isso é cada vez mais indispensável colocar barreiras à entrada dos produtos chineses e de outros países do Mundo.



De DD a 26 de Julho de 2010 às 23:48
Os 399 detentores de cargos políticos representam um pouco mais de 1% do total de reformados da função pública, cujo número anda pelos 360 mil e, provavelmente, muitos desses políticos atingiram a idade da reforma.
No caso dos deputados, não há actualmente reformas vitalícias diferentes das dos sectores de onde vieram. Os anos do exercício de deputado contam como anos de qualquer outro trabalho e a reforma pode ser calculada pela média de toda a vida de trabalho ou pelo último ordenado se forem funcionários públicas, sempre na idade da reforma.
Quanto a ministros e presidentes de Câmara não sei como funciona o sistema, mas a maior parte dos que saíram nos últimos tempos eram dinossáurios políticos, logo pessoas com idades superiores aos 60 anos.


De DD a 27 de Julho de 2010 às 21:27
Os 399 ex-detentores de altos cargos políticos não representam 1% do total de reformados do Estado, mas sim, cerca de 0,1%, o que revela a mesquinhez absoluta de muitos críticas aliuada ao facto de se falar de despesas insignificantes no seu aspeto porcentual.


De É pena a 26 de Julho de 2010 às 11:50
Tal como em muitas das nossas empresas, também, nas autarquias e na nossa sociedade, o levantamento/diagnostico, na maioria das situações, está feito, falta a quem detém o poder de decisão mandar analisa-los e a tomarem-se as consequentes medidas correctoras .

Muito se debate, sobre os desperdícios e a improdutividades dos nossos recursos técnicos e humanos, mas não se tem ido mais além. O que falta é darem-se os passos seguintes. Haja coragem e rompa-se com inércias e vícios.

Pelos vistos não temos políticos nem povo para enfrentar tal desafio. É pena!


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 26 de Julho de 2010 às 10:46
«Há demasiada gente a receber casas entregues pelas autarquias, como recentemente foi do conhecimento público, circunstância muitas das vezes agravada pelo facto das parcas rendas não serem pagas, o património desrespeitado e destruído, além dos vícios criados que se perpetuam nas famílias e sociedade.»

Reflectindo apenas neste parágrafo está a chave para encontrar a solução:
- Demasiada, quantificação;
- Gente, identificação, selecção;
- Parcas (rendas), valorização;
- Rendas (rendas ou prestações?), metodologia;
- Património desrespeitado ou destruído, responsabilização;
- Vícios, socialização;
- Perpetuam famílias, temporização;
- Sociedade, custos.
Agora basta reflectir e comparar com o que se faz…


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