5 comentários:
De DD a 13 de Agosto de 2010 às 22:06
O 25 de Abril até partiu de uma questão de antiguidades em postos militares entre os oriundos da Academia e os milicianos que depois de várias comissões de serviço foram completar os seus conhecimentos na Academia Militar.

Recordo bem como são os militares. Há décadas, durante a guerra colonial, o governo quis retirar aos militares um suplemento de risco ao pessoal que estava em Luanda por considerar que aí não havia riscos nem combates. Logo a seguir começaram a rebentar sacos de granadas nos mais diversos locais da cidade que acabaram logo que o suplemento de risco foi reposto.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 14 de Agosto de 2010 às 10:08
Mais uma vez tem razão no que escreve, mas não aborda o essensial da permissa.
O 25 de Abril é um golpe militar contra os tais descontentamentos militares acumulados a outros reais e justificados descontentamentos. De acordo.
Mas isso é o acto militar do dia 25 de Abril de 1974.
E então o depois? Quando por arrastamento os políticos e os partidos políticos tomam contam do golpe e o transformam numa mudança de regime ou, se quiser, fazem do golpe militar uma revolução?
Onde está esse '25 de Abril'?
O '25 de Abril' do pensamento político de mudança de uma ditatura para um regime de democracia e igualdade entre cidadãos?
Era a esse que eu me refria e não ao golpe militar do tal dia.
Mas por este seu comentário, parece-me que continuamos na 'mão' dos militares, com medo das granadas a rebentar se lhes vão aos 'direitos'...
Torno a perguntar, vamos à luta ou pomos a fralda descartável?


Comentar post