De DD a 16 de Agosto de 2010 às 23:21
Seriam mais dois corruptos em altas posições.
Sim, uma campanha para informar o povo português custa cada vez mais, principalmente com os "outdors" e quem financia?
Mesmo com uma verba estatal para propaganda, todo o ambicioso haveria de querer fazer mais publicidade e ter a sua cara em mais cartazes, etc.
A não ser que a lei determine com todo o pormenor o modo de fazer uma campanha eleitoral, limitando a campanha a presenças gratuitas na rádio e televisão e proibindo mesmo os cartazes e a distribuição de folhetos ou regulando a quantidade de cada meio de modo a ser pago pelo Estado.
De qualquer modo, os dois órgãos não são legisladores, pelo que a sua ação na justiça é limitada e não podem surgir perante o público como dispostos a perseguir A ou B e, menos ainda, atacar os colegas de profissão, o que iria descredebilizar ainda mais a justiça.
O actual PGR não tem querido dirigir os processos e, como tal, aceita as maiores sacanices da parte de alguns magistrados como foi o caso das perguntas a Sócrates de Paes Faria e companheiros. P
Os magistrados devem fazer como fazem os empresários e vendedores; não terem política no exercício da profissão.
Quem quer vender automóveis, por exemplo, não pergunta o partido a que pertence um provável comprador.


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