De o que está, está muito mal... a 17 de Agosto de 2010 às 09:10
A ideia não é, de todo, descabida e talvez, independentemente de regras restritivas de campanha eleitoral no que a gastos diga respeito, talvez uma campanha dessas viesse a por a nu o quanto apodrecida chegou a democracia e os meandros dos mecanismos de realização da justiça.

É preciso não ter receio de experimentar inovações


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