De Milhões perdidos ou ... a 6 de Setembro de 2010 às 15:56

O Estado perde mil milhões de euros

Foram 129 mil processos de execuções fiscais, em que o Estado estava interessado em cobrar aquela muito elevada quantia referente a dívidas fiscais, processos que vieram a se arquivados por se ter verificado a prescrição.
Isto representa uma enorme incúria dos respectivos Serviços, cuja responsabilidade importa averiguar e sancionar devidamente.

A gravosa situação das finanças públicas não pode compadecer-se com tanta negligência.
É preciso, sim, o maior cuidado na actuação dos respectivos serviços, evitando-se o desnorte em que, desta vez se caiu.

# posted by Luis Melo Biscaia @ 10:02 PM, Lugar para todos, 2.9.2010

se considerarmos que a maior ''fatia'' destas 'perdas' ou Não-cobranças por prescrição se deu em Lisboa e Porto e que é nestes municípios que se encontram as sedes das maiores e importantes empresas nacionais e estrangeiras ... poderá pensar-se em alguma correlação entre incobranças, fortes lobbies empresariais, corrupção, ...


De Fortunas fogem ao Fisco... a 7 de Setembro de 2010 às 11:34
Manifestações de fortuna "fogem" ao fisco por falta de informação rigorosa

Fiscalização de barcos de recreio esteve parada durante dois anos
O fisco continua sem acesso directo e em tempo real à informação que permite aplicá-la.
Em 2005, a Inspecção-Geral de Finanças (IGF) alertou para esse facto, mas, como foi confirmado ao PÚBLICO pelo Ministério das Finanças, esse constrangimento mantém-se, sem que o Governo veja necessidade de o ultrapassar.

A conclusão extrai-se do relatório de uma nova auditoria da IGF, realizada em 2009 ao regime de tributação e ao sistema de controlo das manifestações de fortuna, actualizando o diagnóstico de há quatro anos.
Este último relatório tem o mérito de assinalar os diversos constrangimentos à aplicação da lei.(...) Público

Obs:
Seria interessante descobrir que a alegada evasão fiscal praticada através do lazer da rapaziada dos yates, uma vez estancada, poderia servir ao fisco para reduzir substancialmente os IMIs, talvez o imposto mais iníquo de sempre.

Será que o Estado, este ou outro, quererá, verdadeiramente, tributar estes sinais exteriores de riqueza?!
O mais triste seria descobrir que, afinal, a malta dos yates são aqueles grandes empresários que criam emprego e geram riqueza e contribuem para o bem-estar e melhoria da qualidade de vida dos portugueses, que também gostam de ver passar os barcos.
De resto, é isso mesmo o melhor que eles fazem nos tempos que correm...

Etiquetas: Manifestações de fortuna "fogem" ao fisco por falta de informação rigorosa
posted by Macro (RM) at 30.8.10
, macroscopio.blogspot.com


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