23 comentários:
De Primárias no PS Europeu a 7 de Setembro de 2010 às 13:14
Activists float idea of PES primaries
PES blog
Sat, 04/09/2010 - 10:25

In an example of using social networking to organising an activists campaign, on the 26th of July a group of PES activists, led by Desmond O’Toole (Irish Labour Party), and José Reis Santos (Portuguese Socialist Party),
launched a Campaign for a PES Primary on Facebook.

So far the Group has attracted over 1000 members and is generating significant publicity with articles in New Europe and euobserver, not to mention blog articles by Jon Worth, David Chopin and Ralf Grahn amongst others.

According to Desmond and José, the campaign’s objective is that the next PES Council, in Warsaw in December, agrees to schedule democratic primaries in every member party of the PES to select the candidate for Commission President.
This call is based on Resolution 2 from PES Congress 2009 in Prague, in which it was agreed that giving a face to a political platform is imperative in today’s politics, especially in such difficult elections as the European ones.
To tackle apathy at the European ballot box it was agreed to have a PES candidate for the European Commission Presidency.

Primaries are just one mechanism of choosing a candidate. In a paper by Dr. Ania Skrzypek, FEPS Policy Advisor, there are at least five methods suggested for selection.
One thing is clear however, the goal is a landslide victory in 2014, how that goal is reached is going to be an exciting and engaging debate.

http://www.pes.org/en/blogs/pes-blog/activists-float-idea-pes-primaries


De Alegre a Presidente a 8 de Setembro de 2010 às 11:39
Voltar a acreditar

No dia 11, no Centro Cultural de Belém, reúne-se a tropa alegre.
Às 18:30 horas, depois da reunião dos representativos, será o tempo dos apoiantes do candidato à Presidência da República poderem partilhar com Manuel Alegre as suas ideias e propostas que terão de transformar esta corrida a Belém em algo, pelo menos, tão aliciante como foi a última campanha onde a iniciativa de cada um conseguiu suplantar as rotinas que tomaram conta das máquinas partidárias.

As candidaturas à presidência da república têm de descolar dos rótulos e dos controleiros e os estados-maiores dessas candidaturas têm de ser coordenadores (e não promotores das acções) envolvendo todos e sacudindo o imobilismo dos que, por não acreditar, querem deixar andar para ver no que dá.

Portugal não está em condição de permitir que o marasmo se arraste. Compete aos portugueses avançar com inventiva, com imaginação, com esperança e será nas acções de cidadania, independentemente e para além das das máquinas organizativas, que se espera encontrar o movimento que colocará Alegre em Belém.

Espero que quem o quiser fazer não se deixe condicionar. De falinhas mansas e de mãos pelo pêlo já estamos fartos.

Vamos a isto!

(Documentos de propositura disponíveis para download)
LNT
[0.300/2010]
Temas: Manuel Alegre, Presidenciais
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Já fui feliz aqui [ DCCLXXX ]

Alargar a cidadania - Campanha Manuel Alegre 2005/6 - Portugal
LNT -em http://barbearialnt.blogspot.com/ , 7.9.2010


De militância a 9 de Setembro de 2010 às 13:35
Vitor Bras disse...(em : http://clube-a-linha.blogspot.com/ , 2.9.2010)

Mais do que dar nome aos candidatos o que eu numa opinião muito pessoal ( como todas as outras minhas opiniões ) pode desmobilizar alguns militantes,
acho que se deve avançar a toda a força para os Grupos de trabalho que devem ir para o terreno falar com os intervenientes e com os “alvos” dos temas desses grupos. I.e.
quem fizer parte do Grupo de trabalho da Educação deve ir para o terreno falar com os professores, os alunos, as comissões de pais saber quais as suas preocupações , quais as nossas soluções, etc etc.
O mesmo para quem for tratar da exclusão social, do comercio tradicional etc etc.

O objectivo deve ser criar empatia entre os militantes e os habitantes do concelho para que no decorrer deste tempo que vai de hoje até 2013 seja criado um efeito de bola de neve para que todas as ideias do nosso partido estejam devidamente assimiladas pelos eleitores.
Deve ser criada uma enorme empatia entre os militantes e o maior nº de habitantes do concelho para que no nosso dia a dia quando vamos ao minimercado lá do bairro ao cabeleireiro, passear o cão, ou ir com os filhos ao parque infantil haja confiança para no meio de uma conversa agradável trespassar as ideias do partido para o concelho, assim como assimilar quais são as grandes procupações dos eleitores e ir ao encontro delas com soluções.

Estamos a falar de Cascais um concelho dormitório e imigrante para muitos, onde uma boa parte da população não conhece o vizinho da frente quanto mais o militante que lhe entregou o panfleto que ele jamais lerá.
Como concelho dormitório a maioria da população nem sequer conhece os problemas do seu concelho, e não podemos esperar que sejam os eleitores a ser proactivos e irem saber quais as melhores propostas que se lhes pedem para escolher, temos que ser nós a ir ter com eles.

E a indiferença será o que mais receberemos, para contrariar isso temos que trabalhar para que em 2013 o militantes do nosso partido sejam mais do que distribuidores de panfletos.
Temos que trabalhar para que cada eleitor conheça as nossas proposta que nós próprios lhas explicamos por amizade e afecto.

Aos militantes pede-se disponibilidade, voluntarismo para defenderem os nosso projeto, ideias e proactividade.
Ainda esta semana fiz chegar ao líder da concelhia um documento com ideias minhas muitas delas completamente disruptivas com o instituído, para que sejam submetidas a debate.

E considero que é isso que se pede aos militantes ideias por mais inovadoras e “no ar” que estejam que sejam submetidas a debate a fim de construirmos as escadas para as executarmos.


De Mulheres Socialistas a 13 de Setembro de 2010 às 17:55
Candidatura de Jesuína Ribeiro a Presidente do DFMS da FAUL
MAIS IGUALDADE, MAIS PARTICIPAÇÃO, MAIS CIDADANIA

No ano em que celebramos o Centenário sobre O Dia Internacional das Mulheres devemos fazer um balanço dos progressos alcançados e reflectir sobre os obstáculos ainda existentes para atingir uma efectiva igualdade entre mulheres e homens.
Celebramos também o Centenário da República Portuguesa e queremos salientar o envolvimento histórico das mulheres na defesa dos ideais republicanos.
Muitas conquistas civilizacionais se alcançaram nas últimas décadas, designadamente no plano nacional. A Revolução do 25 de Abril em Portugal foi um momento decisivo na história do nosso país e também na transformação do estatuto da mulher na sociedade portuguesa.

O Partido Socialista é pioneiro na promoção da igualdade de género, dignificando, mais uma vez, a sua história de partido precursor da modernidade, convergindo para os grandes avanços civilizacionais da sociedade portuguesa.

Os Departamentos Federativos das Mulheres Socialistas, consagrados nos Estatutos do Partido, em muito têm contribuído para o envolvimento de mais mulheres na vida política e para vitórias decisivas, nomeadamente o Referendo sobre a despenalização da IVG. Os DFMS têm tido um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa, mais democrática e mais igualitária.
Por todos estes motivos é com imensa satisfação e sentido de responsabilidade que decidi recandidatar-me ao Departamento Federativo das Mulheres Socialistas da FAUL.

Proponho-vos cinco grandes eixos de acção para o próximo mandato:
Política de não discriminação o envolvimento do Departamento Federativo na defesa de mais igualdade: debate sério e fundamentado no combate a quaisquer formas de discriminação; defesa de medidas que reforcem a igualdade de tratamento, independentemente do sexo, origem étnica ou racial, religião ou crença, deficiência, idade ou orientação sexual; promoção de debates federativos sobre estes temas.

Igualdade de género a dinamização de acções para o reforço da participação política e económica das mulheres em todas as esferas de decisão, bem como a organização um plano de formação sobre o empoderamento das mulheres.
A articulação com a Federação, com as concelhias e com as secções sectoriais e temáticas tem aqui um papel essencial. Por isso, propormos a assinatura de protocolos de cooperação com estas estruturas para a elaboração de Planos de Igualdade concelhios e federativo.

Políticas de conciliação i) a promoção de campanhas e de acções de sensibilização e informação à população; ii) o reforço da intervenção partidária na construção de políticas que contribuam para a conciliação da vida profissional e da vida pessoal e familiar, nomeadamente no apoio às crianças, à população idosa e outros dependentes, visando a igualdade no trabalho e no emprego.
Combate à violência doméstica a promoção de acções de informação e formação sobre esta temática assentes numa cultura para a cidadania e para a igualdade que difunda novos valores sociais eliminar relações de dominação e promover a igualdade de género.
Género, pobreza e exclusão social a realização de acções de informação sobre esta temática nas Secções de Residência e Secções Sectoriais e Temáticas, assim como colóquios, debates, acções de formação e outras iniciativas temáticas.

Quero construir convosco novas políticas para a promoção da Igualdade entre Mulheres e Homens, centradas na execução das medidas definidas nas orientações programáticas do Partido.
É o desafio da contemporaneidade. É o nosso objectivo: recusar o determinismo de género.
Faremos do PARTIDO SOCIALISTA o vencedor dos desafios que se aproximam.

Obrigada às mulheres socialistas.

Candidata a Presidente do Departamento Federativo da FAUL

Jesuína Ribeiro
Este dia 16 de Setembro, quinta-feira, pelas 21 horas, na Sede Nacional do PS, Largo do Rato, não faltes à apresentação da candidatura.
Conto contigo!
Nota: Para mais informações consulte a página no facebook http://www.facebook.com/pages/Candidatura-de-Jesuina-Ribeiro/140544002637235?ref=mf


De . a 13 de Setembro de 2010 às 17:57
Arrufadas e tristes tribos partidárias
Arrufadas de Coimbra em mastigação melancólica.


A festa dos lugares comuns continua. Luta de tribos. É apenas o poder em disputa. Todos se conformam com a conservação de estruturas e regras do jogo. O importante para cada tribo é a sua vitória.

Figuras pomposas, por vezes impantes de uma patine lisboeta, saem das cartolas mediáticas, como se fossem importantes. Não fogem, contudo, ao espectáculo da sua própria banalidade. Lá vêm as razões por que apoiam A ou B numa mastigação previsível, que oscila entre a prosa administrativista e o discurso de ressonâncias empresariais, polvilhado pelo perfume vagamente épico da vulgata futebolística.

O discurso político reduz-se, assim, a uma quase algaraviada, onde apenas é nítida uma discreta adulação de chefes, ou uma vénia subtil perante os poderes centrais, cada tribo ostentando-se como mais ungida pelo altíssimo do que a outra.

E o socialismo que dá o nome ao partido? E a crise do capitalismo que assola o planeta e o país, massacrando as pessoas? E as marcas de esquerda que seriam de esperar num combate político entre militantes de um partido que não pode deixar de o ser? Tudo ausente.

Apenas se ouve o rumor de uma vaga esgrima entre estradas, trajectos, metros e comboios, temperado por assomos de alarido sobre fichas, inscrições e votos. E depois há as fotografias, muitas fotografias de camaradas graves, absorvidos pelo verbo providencial de alguém que se lhes dirige, olímpico e solene. Os notáveis, por seu lado, aceitam mexer-se, concedendo o apoio transcendente da sua notabilidade, ao sussurrarem a frase de um elogio contido. Abençoam os candidatos como se tivessem a chave de um imaginário céu. Em suma, um exuberante festival de frases feitas, para se justificar por que se aposta na experiência de A ou na renovação de B.

Enfim, parafraseando Eça de Queirós, mas do avesso: “Uma campanha triste”!

- Por Rui Namorado, em O Grande Zoo, 10.9.2010
MARCADORES: eleições, partido socialista, política
Publicado por Xa2 às 13:07 de 13.09.10


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