De militância a 9 de Setembro de 2010 às 13:35
Vitor Bras disse...(em : http://clube-a-linha.blogspot.com/ , 2.9.2010)

Mais do que dar nome aos candidatos o que eu numa opinião muito pessoal ( como todas as outras minhas opiniões ) pode desmobilizar alguns militantes,
acho que se deve avançar a toda a força para os Grupos de trabalho que devem ir para o terreno falar com os intervenientes e com os “alvos” dos temas desses grupos. I.e.
quem fizer parte do Grupo de trabalho da Educação deve ir para o terreno falar com os professores, os alunos, as comissões de pais saber quais as suas preocupações , quais as nossas soluções, etc etc.
O mesmo para quem for tratar da exclusão social, do comercio tradicional etc etc.

O objectivo deve ser criar empatia entre os militantes e os habitantes do concelho para que no decorrer deste tempo que vai de hoje até 2013 seja criado um efeito de bola de neve para que todas as ideias do nosso partido estejam devidamente assimiladas pelos eleitores.
Deve ser criada uma enorme empatia entre os militantes e o maior nº de habitantes do concelho para que no nosso dia a dia quando vamos ao minimercado lá do bairro ao cabeleireiro, passear o cão, ou ir com os filhos ao parque infantil haja confiança para no meio de uma conversa agradável trespassar as ideias do partido para o concelho, assim como assimilar quais são as grandes procupações dos eleitores e ir ao encontro delas com soluções.

Estamos a falar de Cascais um concelho dormitório e imigrante para muitos, onde uma boa parte da população não conhece o vizinho da frente quanto mais o militante que lhe entregou o panfleto que ele jamais lerá.
Como concelho dormitório a maioria da população nem sequer conhece os problemas do seu concelho, e não podemos esperar que sejam os eleitores a ser proactivos e irem saber quais as melhores propostas que se lhes pedem para escolher, temos que ser nós a ir ter com eles.

E a indiferença será o que mais receberemos, para contrariar isso temos que trabalhar para que em 2013 o militantes do nosso partido sejam mais do que distribuidores de panfletos.
Temos que trabalhar para que cada eleitor conheça as nossas proposta que nós próprios lhas explicamos por amizade e afecto.

Aos militantes pede-se disponibilidade, voluntarismo para defenderem os nosso projeto, ideias e proactividade.
Ainda esta semana fiz chegar ao líder da concelhia um documento com ideias minhas muitas delas completamente disruptivas com o instituído, para que sejam submetidas a debate.

E considero que é isso que se pede aos militantes ideias por mais inovadoras e “no ar” que estejam que sejam submetidas a debate a fim de construirmos as escadas para as executarmos.


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