6 comentários:
De DD a 1 de Setembro de 2010 às 23:06
Uma nova lei a exigir da AR não deve permitir que as entidades patronais façam despedimentos colectivos . Estes, a terem de ser feitos, deverão depender de uma entidade judicial ou governamental, tipo inspecção do trabalho, que examinará as condições da empresa, bloqueará os seus bens para indemnizar os trabalhadores e considerará também os bens privados dos proprietários para o efeito. É evidente que não se pode impedir uma falência quando não entrar dinheiro ou quando os prejuízos tornam impossível a continuação da empresa, mas a avaliação e decisão tem de ser externa e os trabalhadores não podem acusar a autoridade destinada a defender os seus interesses, mesmo que o não consiga.


De Ladrões e Burlões ficam impunes... a 31 de Agosto de 2010 às 11:14
Parecer do Jumento:

Há neste país ladrões tão labregos que nem têm a coragem de falar aos empregados.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 31 de Agosto de 2010 às 13:50
Concordo
E acrescento:
Há neste país ladrões tão 'doutores' que têm a coragem de falar e aos mentir aos cidadãos com quantos dentes têm na boca.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 31 de Agosto de 2010 às 10:08
Independentemente do modo como a comunicação foi feita, aqui o que se deve lamentar é mais um fecho de fábrica e consequente despedimento colectivo.
O modo, SMS, é só uma modernice.
Se calhar nenhum trabalhador reclamaria se tivesse recebido um SMS a dizer que tinham sido aumentados nos seus salários...


De Zé T. a 31 de Agosto de 2010 às 10:05
Pertinente.
é pena este facto ( e as novas tecnologias) corresponder a mais uma desgraça para tantas famílias.
é pena a Justiça não actuar e fizer cumprir.
é pena ser este mais um exemplo do tão propagandeado empreendorismo e capitalismo selvagem.
é pena ser este mais um exemplo da aplicação desequilibrada (a favor da parte mais forte: o patronato/ empregador) do novo Código do Trabalho.
é pena ...

mas essa do empresário fraudulento ''entregar 10% dos rendimentos a um bispo da nossa praça'' ...não percebi.
Se fosse a um barão partidário... ou a um famoso escritório de advogados ...
- Quer ZURC fazer o obséquio de me esclarecer ?


De Dizimos a 31 de Agosto de 2010 às 14:21
Ao longo da historia e ainda hoje assim sucede (até na pedofilia) um qualquer católico pode cometer os pecados que lhe der na real gana que lhe são perdoados desde que pague o dizimo .
Ainda há bem pouco tempo um bispo não se insurgiu contra os despedimentos mas, pediu que os políticos (porque não os empresários ?) católicos descontassem 20% dos seus ordenados para atenuar a crise social. Valores, claro está a serem geridos por instituições católicas , já se sabe!
São perdoados os pecados e limpam os cérebros visto que a consciência já há muito desapareceu.


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