10 comentários:
De « nem 8 nem 80 !!» a 10 de Setembro de 2010 às 16:01
«O modelo cubano já não funciona (para exportar) nem sequer para nós (cubanos)» - Fidel Castro

Castro "no estaba rechazando las ideas de la revolución" sino que se trataba de "un reconocimiento de que bajo el modelo cubano el Estado tiene un papel demasiado grande en la vida económica del país".

(via El País, 8.9.2010)

... En un momento de la conversación, los norteamericanos preguntaron a Castro sobre la vigencia del modelo cubano y su posible validez en otros países.
Castro, cada vez más por encima del bien y del mal, contestó que tal cosa no era pertinente y añadió:
"El modelo cubano ya no funciona ni siquiera para nosotros".
Lo escribió el propio Goldberg en la revista The Atlantic, y tanta fue su sorpresa que incluso le preguntó a Sweig -una reputada experta en asuntos cubanos- cuál era su interpretación a las palabras del ex presidente cubano, que continúa siendo primer secretario del Partido Comunista de Cuba.

Según Sweig, Castro "no estaba rechazando las ideas de la revolución" sino que se trataba de "un reconocimiento de que bajo el modelo cubano el Estado tiene un papel demasiado grande en la vida económica del país".
La analista interpretó que con sus declaraciones Castro buscaba "crear un espacio" para que su hermano, el presidente Raúl Castro, pudiera poner en marcha "reformas necesarias, frente a lo que seguramente encontrará resistencias de los comunistas ortodoxos dentro del partido y la burocracia".

La entrevista publicada este miércoles por la revista norteamericana es la segunda de una serie que resumirá los encuentros de Golberg con Castro en la isla, respondiendo a una invitación del ex jefe de Estado.
En el primer trabajo Castro criticó al presidente de Irán, Mahmud Ahmadineyad, por sus declaraciones antisemitas, y le pidió que "deje de difamar a los judíos" y que trate de entender por qué los israelíes temen por su existencia.


De DD a 9 de Setembro de 2010 às 20:35
Os subsídios dados a empresas fragilizadas para tentar manter postos de trabalho e fazer aquilo que os trabalhadores dizem sempre na televisão quando uma empresa está a fechar. Têm encomendass, etc., mas o malandro do patrão quer acabar com aquilo.
Não sabem se as encomendas estão a dar prejuízo e se o dinheiro chega para mais um ano de trabalho.

Há anos que se anda a subsidiar a Maconde que teima em fazer fatos. Acontece que a gente deixou de andar de fato, ou usa um uma vez por outra. No verão andamos de camisa e no inverno preferimos os kispos e outras coisas do género mais quentes. E é assim a nível mundial. A Maconde não se adaptou a outra roupa e sofre a concorrência mortal da China e até do Marrocos, Tunísia, Egipto, Brasil, etc.

Os fatinhos bem feitos e gravatas são só para os palermas dos políticos, armadados em gente especial.. O resto do pessoal anda mais à vontade.

Por outro lado, há pequenos fabricantes de calças e outras roupas que têm apenas os trabalhadores necessários e fazem preços mais baixos. Dar empregos por favor é muito bom e muito socialista, mas não há dinheiro para isso.

De resto, Fidel de Castro confessou que o modelo puramente estatista e social do favor social já nem em Cuba funciona.


De Zé T. a 10 de Setembro de 2010 às 09:40
...?? !!
- então está o caro DD a dizer que o ''Social '' (o estado social, o socialismo, a social-democracia, ... o PS )...
já não se justifica, e deve ser substituído pelo neo-liberalismo selvagem ?!

- percebi bem , DD ?! ... será que teve uma grande desilusão político-partidária ?!


De Fazer melhor e coordenar orçamentos a 8 de Setembro de 2010 às 13:56
Bruxelas pode vetar orçamentos
[por H.F.Coelho, DN, 8.9.2010]


Bloco e PCP denunciam ataque à democracia e à Constituição. Barroso chama-lhe "coordenação" europeia.

Não está a ser fácil ver PS e PSD dançar o tango sobre a mesa de negociação do Orçamento neste ano. Em 2011, será tudo um pouco mais complicado. Os ministros das Finanças da UE concordaram em dar a Bruxelas o poder de veto aos orçamentos nacionais. Daqui para a frente, a Europa também entra na dança do Orçamento.

A aprovação do novo sistema de coordenação orçamental representa um passo à frente no reforço do controlo que a UE tem sobre as contas dos Estados membros. Com a criação da moeda única, Bruxelas passou a exigir, de quatro em quatro anos, um Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), e impôs um tecto máximo aos défices de três por cento. Agora, a UE ganha o poder de fiscalizar as propostas de Orçamento antes mesmo de serem entregues aos parlamentos nacionais.

Durão Barroso saudou a decisão, que, espera, contribuirá para uma "verdadeira política económica europeia". O presidente da Comissão explicou que não se tratar de uniformizar, apenas coordenar, e frisou que Bruxelas "não quer reduzir as competências dos orçamentos nacionais".

"Os Estados membros, antes de apresentarem os seus orçamentos, comprometem-se a um exercício colectivo de análise", disse Barroso. "Para que haja, na medida do possível, uma verdadeira política económica europeia, para que haja uma coordenação das políticas europeias."

A decisão da UE motivou reacções diferentes em Portugal. PS e PSD saudaram o reforço dessa coordenação europeia enquanto os partidos mais à esquerda denunciaram o ataque à democracia e à Constituição.

Em nome do Governo, Pedro Silva Pereira defendeu a importância do reforço dos instrumentos de coordenação europeus. O ministro da Presidência aproveitou a oportunidade para pressionar os partidos da oposição a negociarem o Orçamento para 2011.

Miguel Macedo, líder parlamentar do PSD, negou que a fiscalização preventiva da UE constitua uma perda de soberania. "Todos vigiam todos ao mesmo tempo. Isso é bom porque permite que o crescimento na Europa seja mais harmonioso."

O CDS foi mais ambíguo. Os centristas aceitam o visto prévio de Bruxelas, mas avisam que não deixará que Portugal perca a soberania fiscal. Contra a corrente falaram os partidos de esquerda. Os bloquistas comparam o veto da UE a "um atentado à democracia". O PCP considera-o "uma afronta à soberania nacional" que "subverte a Constituição".


De vários a 8 de Setembro de 2010 às 14:05
Luis Cerqueira
Nós não vamos ser coordenados pela Comissão Europeia, mas sim por países como a Alemanha e a França, que são os donos da UE. Desengane-se quem pensa que a UE é um projecto comum entre 27 países, porque não o é. Dentro da UE, a França e a Alemanha é que têm o poder de decisão. Na UE não há uma igualdade de oportunidades. A Alemanha e a França servem-se de países com economias mais pequenas para crescerem, não deixando esses países desenvolverem-se tanto quanto deviam. Podem-me chamar anti-europeísta, mas eu considero-me eurocéptico até que seja provado o contrário do que penso. E até agora, não tenho encontrado provas do contrário.

Luis
Este Barroso que deixou o País com um déficit de mais de 6% numa altura em que não havia crise vem dar lições a quem?

nb
Vem dar lições ao pântano que este Governo criou.

MyWay
Confio MUITO MAIS num Parlamento Europeu que naquela corja de indigentes, básicos e ignorantes que se sentam na Assembleia da República!!
É bem feito para eles!! Se fizessem um trabalho capaz, não tinham agora os outros a passar-lhes a perna!

Não só não me incomoda, como acho que é um garante para nós, portugueses, que os Governos se portam bem! EU, SOU A FAVOR!!!
Aliás, quanto mais coisas passarem pelos instâncias europeias e menos pelas instâncias nacionais, melhor!

Vocês querem ter a inJustiça que temos, ou gostavam de ter um Tribunal Europeu que aplicasse a Justiça em Portugal?
Eu, DE LONGE, preferia ter europeus como juizes que essa corja abjecta e cobarde que ali anda!

Anónimo
É o principio da concretização na Nova Ordem Mundial, Portugal já era! E quando abrirmos os olhos vamos presos, ou acham que o Durão não está onde está pela mão dos EUA?!

Anónimo
É a única maneira de controlar paises miseráveis como Portugal.....

CORRAL de MOINAS
A UE só é boa quando manda comboios de euros para Portugal,fora disso não serve para nada blablablbalbabbbllaaa

"Os Filhos e os Enteados"
Ora vejamos, o que parece que impera é a "descoordenação " e não a "coordenação". Se fosse "coordenação" ou houvesse "coordenação" todos os europeus teriam o mesmo nível em todos os Países da UE.

"... Barroso chama-lhe "coordenação" europeia..."! Não será antes "descoordenação europeia" , "miséria europeia" e não percebendo a "descoordenação" que existe de há uns anos a esta parte na UE", será que precisam mudar a incompetência ou falta de preparação que por lá parece existir ????

Ana Maria Santos
São os novos vendilhões do Templo. Ontem, vendiam-nos a Castela. Hoje, vendem-nos aos ricos da UE.

De resto, com uma arrogância que vive paredes meias com a ignorância e incompetência, tomam medidas que não pensaram e que nos afundam cada vez mais. Alguns exemplos.

A pretexto da consilidação da Segurança Social, prolongaram a idade da reforma.
Mas com tal medida, limitaram a possibilidade de os jovens acederem mais cedo ao mercado do trabalho e trocaram trabalhadores jovens, mais educados, por trabalhadores cansados e menos preparados.

E a pretexto do equilibrio do orçamento, aumentaram os impostos e reduziram os investimentos na produção, limitando o mercado interno, criando novas dificuldades às empresas, promovendo as falências, aprofund ..



De DD a 9 de Setembro de 2010 às 20:22
O problema parlamentar e para lamentar é que nenhum outro partido exigiu ao PS entrar no governo para formar uma maioria e dar as soluções fantásticas que têm, mas que só querem aplicar se um dia forem partidos maioritários.

Estão neste caso, o BE , o PCP, o PSD e o CDS.
Todos sabem o que deve ser feito, mas nenhum quis entrar num governo com o PS ou fazer um acordo para que seja feito aquilo que deve ser feito e que o PS aparentemente não quer fazer.

A realidade é outra, não há soluções fantásticas, há apenas uma solução pontual para um problema agora e outra para outro problema depois e sempre à custa do agravamento de outros problemas.

Se queremos mais indústria e agricultura temos de investir e levar as pessoas a fazê-lo, à custa de verbas que poderiam ter outro destino.

Se queremos mais Segurança Social, Saúde, Justiça, Educação temos o fazer à custa de verbas que poderiam fazer crescer o PIB através do investimento. Hoje, o desenvolvimento é mundial. A China criou uma exploração de mão de obra para operar a nível mundial. Portugal aproveitou a fileira do eucalipto/pinheiro, pasta de papel, papel fino de impressão e papel tissue para alcançar uma posição mundial neste sector limitado.

No passado, as poucas exportações portugueses eram dominantes a nível mundial como o vinho do Porto, a cortiça e as sardinhas enlatadas. Não chegava para tornar Portugal rico, nem o papel chega actualmente, mas não é com apoios a empresas que não podem ser mundiais que vamos a qualquer lado.

Exemplo: A maior empresa francesa fabrica um produto trivial, mas a nível mundial, o iogurte Danone . Com isso gera mais receita que a Michelin que também é mundial e que os fabricantes de automóveis.


De Deixar Portugal... a 8 de Setembro de 2010 às 12:28
Portugueses estão a deixar o País

Um milhão de portugueses vive noutro Estado-membro da UE
Portugal tem a quarta maior comunidade de emigrantes
na União Europeia (UE), com cerca de um milhão
de cidadãos portugueses a residirem noutro Estado-
membro, revela um relatório divulgado ontem
pelo gabinete oficial de estatísticas da UE, o Eurostat.

Os portugueses estão a abandonar o berço à procura
de melhores oportunidades e condições de vida e
estão já entre os cidadãos que mais emigram para
outros países da UE, contribuindo com um milhão de
estrangeiros.

Entre os estrangeiros a viver em território nacional,
a grande maioria é originária de países terceiros,
de fora da UE: 3,4% do total da população, contra apenas 0,8% de cidadãos oriundos de outro Estado-membro do espaço comunitário.

Segundo o Eurostat, a 1 de Janeiro de 2009, 37% dos
estrangeiros que vivia na UE a 27 era de países dentro
do próprio grupo, sendo os restantes oriundos de
outros países europeus (7,2 milhões), África (4,9 milhões), Ásia (4 milhões) e continente americano (3,3
milhões).
RAQUEL MADUREIRA

Crise (e...) leva portugueses a rumar para outras paragens ...
- é duro... mas fazem muito bem, que este país (governantes, poderosos, 'empresários', ...) não os os trata como deveria.


De Não-Justiça e chico-espertice a 8 de Setembro de 2010 às 12:08
CHICO-ESPERTICE

«Hoje vou escrever uma peça de ficção. Imagine o leitor que alguém o tenta convencer a abandonar o seu emprego com vista a tomar conta de uma tarefa extremamente desgastante e de alto-risco noutro país. Imagine, também, que o seu emprego actual é estável e bem-pago.

Provavelmente, recusará às primeiras abordagens, mas os interessados mantêm a pressão.
Oferecem um ordenado elevado, e você hesita. Mas depois pensa melhor e conclui que as coisas lhe podem correr mal e ser despedido ao fim de algum tempo. Por isso volta a recusar.

Mas a outra parte acena-lhe com uma cláusula de rescisão milionária:
aconteça o que acontecer, caso o empregador decida unilateralmente por termo à relação contratual, você terá direito a uma indemnização milionária.
Armado com tal contrato, com a fé na honra e bom-nome da outra parte e inabalável confiança nas instituições políticas e judiciais do país empregador, despede-se, aceita a oferta e assina este saboroso contrato.
Mas, infelizmente, as coisas não lhe correm bem. Por azar, ou sua falta de jeito para a tarefa.
É sempre difícil de provar onde acaba o risco e começa a negligência ou, mesmo, a incompetência. Em determinada altura a tarefa entra em "fase final".

Os resultados são mistos, entre o patético e o espectacular. Mas no fim claudica, mas sem vergonha. Tudo indica que o novo patrão está farto de si.
Sendo pessoa de bem, obviamente, pagar-lhe-á a cláusula de rescisão. No mínimo, negociará a sua saída.
E, caso não cumpra o previsto no contrato, lá estarão os Tribunais para o forçar.

Sucede, porém, que o empregador nunca teve, sequer, capacidade financeira para pagar a cláusula de rescisão que consigo negociou.
Os tribunais do país em causa são lentos e ineficientes.

Os advogados dessa terra, são especialistas em manobras tácticas, incidentes processuais e similares, o que garante que nem numa década haverá cumprimento de uma decisão judicial que lhe seja favorável.
E os chicos-espertos lá da terra, seu novo patrão incluído, usam e abusam desse facto.

Depois de muito vasculhar, o seu novo patrão descobre um "facto relevante" a seu respeito, muito anterior à data em que decidiu estar farto de si.
Abre-lhe um processo disciplinar e pune-o, a fim de tentar encontrar uma "justa causa" para despedimento que o livre de ter de lhe pagar a indemnização que, por livre vontade das partes, foi incluída no contrato que ambos assinaram.
Está encontrada uma chico-espertice para não ter de cumprir o contrato.

Afinal, a chico-espertice para justificar incumprimento contratual é o que muitas e boas empresas fazem todos os dias nesse país onde a justiça se recusa a funcionar negando aos cidadãos um dos seus direitos fundamentais.
Mas mais engraçado é que uma parte interessada no assunto avoca o processo e aplica-lhe uma punição, funcionando simultaneamente como acusador, juiz e carrasco.
Como cidadão, seguramente, está indignado e exige o respeito pelos seus direitos fundamentais.
Olha para cima e vê que o Governo da Nação, órgão de soberania que deveria ocupar-se em garantir o funcionamento da justiça, parece empenhadíssimo em ajudar o seu patrão na manobra chico-esperteira poupadora de indemnizações.

Você está, em poucas palavras, tramado:
o contrato que assinou não vale nada num país onde a democracia e os direitos fundamentais não são garantidos pelas instituições.

Acha que vale a pena abandonar um emprego bem-pago para ir trabalhar num país assim?
A chico-espertice para justificar incumprimento contratual é o que muitas e boas empresas fazem todos os dias nesse país onde a justiça se recusa a funcionar negando aos cidadãos um dos seus direitos fundamentais.

Faria negócios com empresas desse Estado? Vale a pena investir ali? Confiaria nas instituições para lhe garantir os seus direitos como investidor?
Pense no que esta "estória", se fosse verdadeira e repercutida na imprensa internacional, faria sobre a imagem dessa Nação enquanto contraparte em contratos económicos internacionais, sejam eles de exportação ou de investimento.
Ainda bem que isto é só ficção.»

[Jornal de Negócios, por Paulo Pinho, via O Jumento]

- adivinhe qual é a ''Justiça'' e o ''Estado'' que servem para este exemplo


De Greve e Estado Virtual a 8 de Setembro de 2010 às 11:46
O Estado da Nação de Barroso

Barroso com azar no dia escolhido para falar de um Estado virtual em Estrasburgo. Dois azares juntos.

Um dia negro para o Sarkosy que, ultimamente, tem estado na crista da onda da Xenofobia pela expulsão de França dos ciganos de leste para os respectivos países.

E os deputados europeus, na sua maioria, contrariados pelas dificuldades das ligações à cidade pela greve nacional de França.

Cohn Bendit disse e bem: "temos um Presidente da Comissão ausente da realidade europeia".

Acrescentando ainda que, neste momento, são princípios fundamentais da União que interessavam discutir, como a expulsão de França dos ciganos de leste, cidadãos europeus e Durão Barroso fugiu ao tema.

# posted by Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra, 8.9.2010


De Alegre a Presidente a 8 de Setembro de 2010 às 11:41

Voltar a acreditar

No dia 11, no Centro Cultural de Belém, reúne-se a tropa alegre.
Às 18:30 horas, depois da reunião dos representativos, será o tempo dos apoiantes do candidato à Presidência da República poderem partilhar com Manuel Alegre as suas ideias e propostas que terão de transformar esta corrida a Belém em algo, pelo menos, tão aliciante como foi a última campanha onde a iniciativa de cada um conseguiu suplantar as rotinas que tomaram conta das máquinas partidárias.

As candidaturas à presidência da república têm de descolar dos rótulos e dos controleiros e os estados-maiores dessas candidaturas têm de ser coordenadores (e não promotores das acções) envolvendo todos e sacudindo o imobilismo dos que, por não acreditar, querem deixar andar para ver no que dá.

Portugal não está em condição de permitir que o marasmo se arraste. Compete aos portugueses avançar com inventiva, com imaginação, com esperança e será nas acções de cidadania, independentemente e para além das das máquinas organizativas, que se espera encontrar o movimento que colocará Alegre em Belém.

Espero que quem o quiser fazer não se deixe condicionar. De falinhas mansas e de mãos pelo pêlo já estamos fartos.

Vamos a isto!

(Documentos de propositura disponíveis para download)
LNT
[0.300/2010]
Temas: Manuel Alegre, Presidenciais
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Já fui feliz aqui [ DCCLXXX ]

Alargar a cidadania - Campanha Manuel Alegre 2005/6 - Portugal
LNT -em http://barbearialnt.blogspot.com/ , 7.9.2010


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