9 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 13 de Setembro de 2010 às 17:10
Esta gentalha que nos governa só sabe gastar ao desbarato porque o dinheirinho não é deles e não lhes custou a ganhar.
E é um direito que cabe a cada cidadão português têm de mostrar indignação e de se revoltar quando vierem, mais dia menos dia, com conversas da treta e contos da carochinha, pedirem mais sacrifícios e aumento de impostos.
Temos que estar preparados para dizer basta, NÂO!


De Má gestão e luxos de Administradores a 13 de Setembro de 2010 às 13:58
Empresas municipais. Lisboa e Porto injectam 32 milhões
por Liliana Valente, I online, em 13.9.2010

.Quatro empresas municipais de Lisboa têm passivos de 285 milhões de euros. Buraco em Lisboa e Porto aumentou mais de 42 milhões desde 2005

.As câmaras de Lisboa e do Porto transferiram para as nove empresas municipais que detêm na totalidade, em 2009, quase 32 milhões de euros para cobrir os resultados negativos das empresas.
As transferências têm travado o aumento dos prejuízos nas empresas municipais. Ainda assim, as empresas dos dois municipios registaram perdas de 5,49 milhões de euros. Este valor representa mais do dobro do apurado em 2008, quando os prejuízos ascenderam a cerca de dois milhões de euros. Nos últimos cinco anos, as empresas detidas pelas autarquias de Lisboa e Porto acumularam perdas de 42,7 milhões de euros.

Apesar da maioria das empresas registar resultados líquidos positivos - o que acontece dado que as autarquias são obrigadas por lei a cobrir os valores negativos - na prática, sem a injecção saída dos orçamentos das câmaras, os défices podiam alcançar as dezenas de milhões de euros por ano.

Os dados mostram que mesmo com a intervenção das câmaras, os passivos (dívidas) das empresas municipais não param de crescer. Só quatro empresas detidas a 100% pela Câmara Municipal de Lisboa - Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), Gestão dos Bairros Municipais (GEBALIS) e Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Ocidental - têm um passivo acumulado que ultrapassa os 285 milhões de euros, incluindo dívida à banca e a fornecedores, segundo os relatórios e contas das empresas e da autarquia.

A EPUL é a empresa que mais contribui para este buraco em Lisboa. A empresa de urbanização de Lisboa estava em falência técnica (capital próprio era negativo) e teve de receber 10,4 milhões de euros directos da autarquia, tendo conseguido por isso apresentar resultados positivos de 205 mil euros, segundo informação dada pela câmara ao Parlamento. A maior dor de cabeça para Rui Rio prende-se com a empresa Porto Lazer, EEM, que assegura os serviços de desporto e de cultura da Câmara do Porto mas apresentou prejuízos de quase cinco milhões de euros em 2009. Uma situação que para o vereador Rui Sá, do PCP, é questionável: "o que critico é que se essas actividades fossem feitas pelos serviços da Câmara podia poupar-se dinheiro", diz.

Os resultados negativos das empresas municipais "são irrelevantes, peanuts, quando comparados com outras empresas do sector empresarial do Estado como a REFER ou a TAP", explica Artur Trindade, secretário-geral da Associação Nacional de Municípios (ANMP) e membro do conselho consultivo do grupo de trabalho que vai estudar as empresas municipais. A comparação é difícil de fazer uma vez que a dispersão de informação em relação às empresas municipais impede uma contabilização total dos passivos das empresas.

Para conhecer os dados mais reais do sector empresarial do Estado, o deputado Altino Bessa do CDS, enviou perguntas aos 308 municípios. Até ao momento responderam 180 câmaras mas a conclusão parece óbvia: "Há excessivo número de empresas municipais mas também um excessivo número de administradores nessas empresas", diz o deputado ao i.

A opção pela criação de uma empresa é cada vez mais o caminho, para o deputado, acaba por acontecer "uma duplicação dos serviços que servem muitas vezes para encaixar pessoas que não conseguiam nas câmaras". Acontece que as perdas das empresas são asseguradas pelas autarquias pois "se não recebessem injecções de capital, faliam", explica.

Para o economista João Duque, do Instituto Superior de Gestão, trata-se de uma "desorçamentação dentro das câmaras porque as regras são muito restritas, como por exemplo ao não permitem o endividamento". Em causa estão ainda as normas impostas às câmaras que não abrangem as empresas municipais: "As normas de contratação, adjudicação de obras leva ao interesse das Câmaras em seccionarem-se", explica João Duque.

Apesar desta opção financeira das autarquias, Artur Trindade da ANMP diz que as empresas municipais "não estão a acumular dívida" mas que "na maioria das vezes estão a ter pequenos lucros porque os municípios não procuram ganhar din


De Dir.s Financeiros para quê ?!! a 13 de Setembro de 2010 às 12:41
TEIXEIRA DOS SANTOS CRITICA GASTOS NA SAÚDE

«A Saúde não pode ficar de fora do "esforço de contenção" e a "solução mais fácil é pedir ao Ministério das Finanças que cubra o problema", disse hoje Teixeira dos Santos num recado para Ana Jorge.

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, considerou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem pela frente um grande desafio que "exige melhorias na sua gestão" e no "cumprimento dos prazos de pagamento" aos fornecedores.» [DE]

Parecer:
Se bem me recordo Teixeira dos Santos designou um controlador financeiro para cada ministério sendo estes controladores da sua confiança.
Sendo assim é hora de o ministro explicar aos portugueses para que servem estes controladores para além de serem amigos do ministro que têm direito às pequenas mordomias dos directores-gerais.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se.»


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 11 de Setembro de 2010 às 18:22
Aqui vai o link:
http://tv.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=24778&e_id=&c_id=8&dif=tv


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 11 de Setembro de 2010 às 18:16
Esqueci-me de referir que o programa da RTP2 era o BIOSFERA.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 11 de Setembro de 2010 às 18:15
Claro que existem soluções internas.
E não é preciso inventar nada.
Basta ver como já se fazem noutros países mais desenvolvidos da UE.
E vou dar um exemplo para uma situação que vem aqui neste post:
"cativação pública das mais-valias decorrentes da valorização de terrenos em consequência da alteração da sua definição por via de actos administrativos da exclusiva competência da Administração Pública ou da execução de obras públicas que resultem total ou parcialmente do investimento público".
No programa da RTP2 do passado fim de semana, este assunto das mais valias dos terrenos que eram agrícolas e que por alteração do Plano Municipal, passavam a ter outro valor, na Alemanha, eram imediatamente taxados nas mais valias.
Em Portugal isso não acontece, e permite as 'jogadas' , subornos e outras negociatas entre autarcas, técnicos municipais, construtores civis, etc., porque se essa lei existisse cá, acabava-se a mama...
E como isto, muitas outras alterações às leis e aos procedimentos do Fisco, poderiam trazer mais riqueza ao Estado sem prejudicar ninguém e diminuir drasticamente a corrupção no país.
Mas pelo comentário anterior, para o cego do DD é tudo culpa do exterior da UE ou dos chineses, dos americanos, da conjuntura ou doutra 'caca' quaquer... e não se pode fazer nada porque senão o seu chefe já tinha feito.


De anónimo a 13 de Setembro de 2010 às 10:01
isso mesmo.
só não vê quem não quer ou tem algo a esconder...


De DD a 11 de Setembro de 2010 às 00:31
O problema não tem solução interna. A Europa deve ser tão protecionista como a China, Índia, Brasil, etc. e impor os mesmos direitos aduaneiros que esses países impoem aos produtos europeus.

Talvez já seja tarde, porque toda a Europa se habitou aos produtos chineses, nomeadmaente aos da informático que tendem a ser cada vez mais baratos.

Com 10% de desemprego pagamos muitos artigos com 50% de desconto.

Não podemos é analisar o desemprego como um factor resultante da economia interna e dos grupos económicos. Veja-se o exemplo do papel em que a Inapa, Soporcel/Portucel, Atril investiram muito em novas máquinas e a sua produção para exportação equivale a um aumento da produção industrial portuguesa da ordem dos 4 a 5%. Isto porque temos uma boa matéria prima nacional e trata-se de uma indústria sem mão de obra intensiva em que a concorrência chinesa não existe. Os próprios chineses compram muito papel português.
Mais de 45% das exportações de papel de toda a União Europeia são de origem portuguesa.

Infelizmente, não tivemos sorte no fabrico de aviionetas em Ponte-de-Sor. A crise reduziu muito a clientela para pequenos aviões, enquanto os papéis finos de impressão ou tissue são sempre necessários.


De Lux a 12 de Setembro de 2010 às 21:27
INFELIZMENTE???


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