De . a 16 de Setembro de 2010 às 17:16
--- Quintanilha
Portugal tem (e sempre teve) excesso de gente que em nada contribui para o que o país, na verdade precisa. Há excesso de gente a viver à grande e à francesa, em cargos não produtivos, que em nada contribuem para o desenvolvimento do país, ele é políticos, acessores, directores, comentadores, auditores, psicólogos, sociologos politólogos, etc, etc.
Trabalhar é bom pró preto e faz doer as costas!

---- Manuel Pinto

Arre que o burro é inteligente. Este é dos comentários mais certeiros do Jumento que lhe conheço. Aqui é que está o cerne da questão. Quem mama do Estado é afinal quem mais diz preocupado com o défice... Mas o problema extravasa deste desabafo asinino. O problema é que 35 anos depois do 25/4, os que mamam o Estado são os mesmos, só que desta vez com muito maior eficiência e com muito menos preocupações de revolta popular. A bem dizer, apesar do Jumento poder publicar estes desabafos no Blog e eu/nós podemos ler e comentar, ainda estamos pior que no tempo da outra senhora...

----- Menvp
Manifesto:
NÃO QUEREMOS POLÍTICOS PAIZINHOS - Fim da Cidadania Infantil!

Os cidadãos não podem ver os políticos como um 'paizinho'... devem, isso sim, é exigir maior fiscalização e controlo sobre a actividade política!
De facto, quem paga - leia-se, contribuinte - tem de ter um maior controlo sobre a forma como é gasto o seu dinheiro!
EXPLICANDO MELHOR: todos os gastos do Estado que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...] devem estar disponíveis para ser vetados durante 72 horas pelos contribuintes [nota: através da internet].
Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.

Resumindo e concluindo: não se queixem do facto de estar a ser mal gasto dinheiro do Estado: abram os olhos... e vetem!


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