De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 19 de Setembro de 2010 às 12:49
Já aqui abordei a propósito deste assunto que existem alternativas "às representatividades" dos eleitos por forma a clarificar a verdadeira expressão eleitoral dos portugueses nas urnas.
Disse na altura num comentário, a 26 de Agosto de 2010 às 11:21, em relação ao que "vale" 80% dos votos expressos num candidato,
...«seria relevante se essas percentagens fossem referentes ao número de eleitores e não ao número de votantes. E mais, que mesmo no número de votantes os votos em branco e inutilizados, tivessem reflexo nas percentagens de eleitos.
Imagine que os votos em branco e nulos contassem para o número de vagas na AR? Ficavam cadeiras vazias. E se as percentagens para a eleição do PR fossem em função do número de eleitores inscritos?
E se o voto fosse obrigatório?
Ou se quem votasse podia abater uma determinada verba em sede de IRS? Não reduziria a taxa de abstenção?
E se tudo isto fosse aplicado em simultâneo?
Que representatividade pode ter um PR em que mais de metade da população não votou nele?
Representa quem? Quais portugueses?»
Haja vontade política em credibilizar o sistema eleitoiral e captar os eleitores para o voto.
Como diria o outro - Sim, nós podemos!
Podemos se quisermos, mas quem tem o poder, não quer. E não quer por lhe convém pessoalmente. A si e aos interesses que representa. Porque do País, infelizmente, parece se só lhes interessa o exercício dos cargos e do poder para atingirem interesses pessoais e mesquinhos. O País e os Portuguerses, que se f_dam...


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