15 comentários:
De e o ''PRACE'' p.além da Adm.Púb./OE ? !! a 24 de Setembro de 2010 às 17:53
14 mil instituições à mesa do Orçamento
2010-09-22, JN, Catarina Craveiro, com Maria João Morais

Existem 14 mil instituições que recebem dinheiro do Orçamento do Estado, avançou, ontem, Cantiga Esteves. Os economistas defenderam o equilíbrio das contas públicas pela via da despesa, o emagrecimento do Estado e congelamentos salariais.

Durante o debate promovido, ontem, pela Ordem dos Economistas para debater o caderno de encargos do próximo Orçamento de Estado (OE), Cantiga Esteves surpreendeu com um sumário das instituições que integram o OE.
"Existem 13 740 entidades que recebem dinheiros públicos", afirmou o economista, acrescentando: "Não temos país para este tipo de Estado".
Como o JN já tinha avançado, metade da população portuguesa (cinco milhões) depende das verbas do OE.

Segundo os seus cálculos, existem no perímetro do OE
356 institutos públicos e
639 fundações,
343 empresas públicas municipais e
475 associações sem fins lucrativos.

***(para além das:
'SANGESSUGAS' das ''parcerias público-privadas'',
das 'HIENAS' privadas concessionárias de infra-estruturas e serviços para-públicos,
das 'PIRANHAS' dos gab. estudos e consultorias, pareceres e intermediação jurídica, agências de marketing e comunicação social, ...
da 'externalização' de serviços tradicionalmente executados pela Adm.Púb. e agora grandes 'TETAS' do Estado para parentes, amantes, sócios e ex-governantes/deputados);
e ainda a subsidiação e isenções fiscais (centrais, regionais e municipais) de milhares de projectos/ actividades de ''interesse púb.'' por associações/ clubes/ empresas ***

Ao JN, C. Esteves avançou que 5271 dizem respeito à administração central e 5094 à administração local.
Existem, ainda, 87 Parcerias Público Privadas, que estão fora do âmbito do OE.
Este levantamento foi feito na Primavera de 2010, com base na actual estrutura orgânica deste Governo.

Mas o problema da macrocefalia do Estado não é só português.
O emagrecimento do sector público empresarial foi uma das medidas centrais do plano de austeridade anunciado em Abril pelo Governo espanhol.
Foi aprovada a supressão de 29 empresas públicas (de um total de 106) e a extinção de 32 altos cargos de vários ministérios, abrangendo sobretudo directores gerais.
A reestruturação implica, assim, a fusão de 24 empresas e a eliminação de 14, para além do encerramento da maioria das fundações, e da eliminação de 450 cargos de conselheiros.
No total, o Executivo de Rodriguez Zapatero prevê poupar 16 milhões de euros.

Para o economista Alberto Castro, congelar salários dos funcionários públicos nos próximos três anos, pagar o décimo terceiro mês em certificados de aforro, ou mesmo um corte nos salários podem ser as medidas adicionais.

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...e o PS não é capaz de cortar umas centenas destes organismos?
Alguém pode dizer com cara séria que todas estas 14 mil instituições são necessárias?
Não é evidente que centenas e centenas destes organismos (sobretudo institutos e fundações) deviam ser extintos?
Dr. Teixeira dos Santos, V. Exa. está a gozar com quem?
Há por aí 14 mil entidades públicas, e V. Exa. só pensa em aumentar impostos?
De onde vem essa sua obsessão carnal pela minha carteira?

III. Meus amigos, em 2000, a dívida pública era de 50,4% do PIB. Em 2010, essa dívida vai cair nos 85% do PIB.
Um aumento de 35 pontos em 10 anos .
E este abismo torna-se verdadeiramente assustador quando juntamos a estas contas as dívidas dos privados: 159% do PIB.
Ou seja, Portugal deve ao exterior 245% do seu PIB.

Eis um retrato de um país que se infantilizou numa década. Tal como as crianças, o país perdeu a noção do abismo que separa o querer e o poder.
Pior: ao mesmo tempo que ocorreu este aumento pornográfico da nossa dívida, a nossa economia foi perdendo força.
Entre 1985 e 1991, Portugal cresceu 5,5% ao ano. Entre 1991 e 2001, esse valor caiu para os 2,7%. Entre 2001 e 2010, o crescimento tem sido inferior a 1%.
Meus amigos, perante todos estes factos, uma coisa é certa:
o que vem aí não é bonito, mas é necessário. Cortes brutais na despesa, medidas draconianas para forçar a poupança, etc.
Agarrem-se.

(por: Henrique Raposo (www.expresso.pt) em: «Sr. Ministro, quer a minha carteira? »


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 24 de Setembro de 2010 às 20:48
Crie-se um estado de excepção e emergência de salvação nacional que permita suspender e anular com esses contratos e conceções já negociados e que como muitas outras mamas, Empresas Municipais, Fundações, Institutos, etc. afundam diariamente a economia do País.
Se este for o teor da intervenção e acção do PR então engulo tudo o que dele tenho dito e muito mais pensado sobre a criatura.
Muito mal está este país quando a tábua política de salvação nacional esteja ainda que muito remotamente em Cavaco Silva. Sim que destes doisfigurões do PS e do PSD já não há esperança alguma e todos os outros da oposição são meros figurantes de ficção que só existem enquanto houver os figuões principais.
Mas que o PR actual se transforme num homem político de visão e acção, também não passa de mero exercício de especulação. Estamos nas mãos de escumalha.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 26 de Setembro de 2010 às 14:13
Pelo vistos aqui a CULPA não é da CHINA!


De Suspender 'democracia justiça e liberdad a 27 de Setembro de 2010 às 12:41
« Crie-se um estado de excepção e emergência de salvação nacional que permita suspender e anular com esses contratos e conceções já negociados e que como muitas outras mamas, Empresas Municipais, Fundações, Institutos, etc. afundam diariamente a economia do País.»

Será que o 'botas' tinha razão ?!
será que a 'Ferreira Leite' tinha razão ao dizer que «'isto' se lá ia com a suspensão da democracia por 6 meses»?!!
Mas a DITADURA seria utilizada por quem ?!! e para quê ?!! ao serviço de quem ?!!
Será que FL disse aquilo porque conhece tão bem os podres e mafiosices destes políticos do centrão de interesses e dos poderosos escondidos atrás deles ?!!
Será que este povão só lá vai à porrada?!

... vamos ter que engolir estes figurões (capos de partidos) e o/s PR 'rainhas', e os PGR-tribunais da treta, e muito mais ... até quando ?!

não esperemos milagres,...
parecem estar todos na mesma pocilga, em que os eleitores portugas os colocaram sem lhes pedir programas concretos, sem lhes exigir contas e responsabilidades, ... porque dos cidadãos são eles próprios irresponsáveis !! semi-analfabetos, iliteratos, despolitizados, fanáticos, ...


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 28 de Setembro de 2010 às 18:14
E 'cegos'...
É o que para aí mais andam...
E 'mudos'.
É que basta acenarem-lhes com um 'tachinho' em qualquer lado e ficam logo 'caladinhos da silva'.
Ou ´putas'.
Por 'dinheiro' fazem ou não fazem, o que quer que seja.


De DD a 28 de Setembro de 2010 às 22:50
O executivo de Zapatero tem amanhã dia 30 uma "huelga general" - greve geral a demonstrar que o povo não aceita calmamente a política tão boa do Governo Zapatero. Quer dizer, os partidos e sindicatos da oposição não aceitam a política de um governo que não é o seu, tal como acontece em qualquer país democrático sem exceção.É normal, faz parte da vida.


De Compadrios e Nepotismo p SACAR do Estado a 24 de Setembro de 2010 às 17:14
... o jornalismo que bate sempre na tecla do desperdício do Estado como forma de tentar envenenar a população
para cortar, não naquilo que é efectivamente desperdício,
mas nas conquistas de um Estado social de direito, ajudando os políticos, através dos media colaborantes,
a cercear no aparelho de Estado colocando cada vez mais os serviços publicos a utilizar outsorcings e parcerias privadas
e aumentando dia a dia a despesa, criando situações de factos consumados que depois só permitem cortes na despesa através do cortes nos salários dos FP's etc.

Os concessionários das ruinosas SCUTs estão protegidos por contratos, os concessões hospitalares publico privadas, idem idem, as empresas municipais nem se fala, os institutos públicos idem idem.

Curiosamente existe um desbaratar aparente no Estado que, devidamente investigado poderia aparecer como um favorecimento sempre aos mesmo intérpretes ligados aos partidos da situação.

O problema não está no facto dos jornalistas dizerem bem ou mal do governo.
Está no facto de não investigarem estes compadrios (ccomo o da face oculta) que pululam no Estado e nos empobrecem todos os dias.


De 'tachistas' e despesistas a 28 de Setembro de 2010 às 09:23
Comentários na Barbearia do sr.Luis, 23.9.2010:
-C.C. disse...

Senhor Barbeiro, assente-lhes uma tesourada, e corte tudo o que estiver a mais. Será que os governos(não é só este) não percebem ou também se aproveitam?
Esta cultura de gestor iluminado, que tem todos os direitos, é próprio de gente atrasada que se embasbaca com tudo; e os espertos são eles...

- Francisco Clamote disse...
També acho. Abraço.

- Anônimo disse...
TEM TODA A RAZÃO SR BARBEIRO.
O problema é que os governos deste País, fazem todos a mesma coisa.
É só criar tachos e mais tachos.
Até agora só tivemos governos do PS e do PSD, com o CDS à mistura. E o que se vê?
Sempre o mesmo FADO.
É fartar vilanagem.

Tesouradas neles. Pois é. Mas quem são eles????
Sempre os que alimentam os governos.
Círculo vicioso, que não tem fim.
Boa tarde

- Manel disse...
E MAINADA!
Assim é que eu gosto do corte de cabelo pelo nosso barbeiro. Quanto basta, higiénico e airoso.

- mdsol disse...
Muito bem, senhor barbeiro.
:)
-contradicoes disse...
Oportuna tosquia. Não podia deixar de estar mais de acordo.

Estes senhores que até gerem empresas que qualquer um seria capaz de o fazer começa logo por terem ordenados exageradamente altos para justificarem uma competência que tão pouco sequer têm.

Para além disso dão-se ao luxo de se exibirem à custa do erário público, o que acaba por ser ofensivo da moral e dos bons costumes.

Procedimentos destes só podem justificar uma atitude de quem os tutela. : Olho da rua.
Um abraço


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 24 de Setembro de 2010 às 13:56
Que fique bem clara o meu desencanto:
Não estou disponível enquanto contribuinte no activo a continuar a pagar de forma directa, para este esbanjar a que assisto diariamente nos diversos dirigentes quer no privado quer no público, no meu país, mesmo os chamados direitos adquiridos e legais que desnivela economica e socialmente a população e afunda até a esperança do futuro aos próprios contribuintes no activo.
-Não estou disponível enquanto contribuinte no activo para ouvir os actuais banqueiros ou o seu representante afirmar da terrível crise no sector e que mesmo sendo verdade, continuem a pagar salários, pensões e outras mordomias aos seus gestores, directores e administradores quer estejam no activo quer os que afastaram ou negociaram a saída.
- Não estou disponível enquanto contribuinte no activo, para numa altura de verdadeira crise nacional ver os políticos que nos governam aufiram mais do que a média do salário nacional. Usem os pecúlios que entretanto acumularam. Façam como os outros, a classe trabalhadora. Vendam o 'ouro', vão ao 'prego'. Aprendam a viver no mundo real.
- Não estou disponível enquanto contribuinte no activo, para fazer sacrifícios pelo meu país se continuar a assistir ao esbanjar de dinheiro pela classe política dirigente em viaturas topo de gama, acções de inaugurações corta-fitas de estradas, fábricas, primeira pedras, etc., enquanto continuam a encerrar fábricas, aumento do desemprego e pré-falências de instituições sociais. Acabem com os subsídios de habitação, telecomunicações e viaturas para uso próprio e outras retribuições complementares. Paguem as vossas casas, as vossas deslocações e alimentação do vosso ordenado. Se são portugueses comportem-se como a generalidade da população.
- Não estou disponível enquanto contribuinte no activo para continuar a subsidiar empresas e instituições de carácter de duvidoso interesse nacional - TAP, RTP, etc.
- Não estou disponível enquanto contribuinte no activo a ver usar os dinheiros públicos em nome de duvidosos contratos assumidos e em que quando são para pagar já ninguém que os negociou já está no governo. Só se possam assumir compromissos públicos quando as verbas já estão cativas no orçamento de estado corrente.
Não estou disponível enquanto contribuinte no activo para continuar a aturar os actuais políticos dirigentes ou da oposição. Deviam todos os que já estiveram em governos até aqui ficarem impedidos de exercerem mais quaisquer cargos públicos.
Não estou disponível enquanto contribuinte no activo ...


De contribuinte e militante gozado. a 24 de Setembro de 2010 às 16:56
Concordo.

Eu também NÃO estou disponível para aguentar mais (maus) exemplos destes...

e NÃO contribuirei (só à força) com 'mais um esforço' para a 'salvação nacional', ou para a 'estabilidade governativa', ou para o 'PEC3', ou para 'votos úteis', ...

estou FARTO de (em nome da 'Democracia', da 'Justiça', do 'Direito', do partido, da modernidade, do 'mérito', ... ) ser ROUBADO, INSULTADO, e MALTRATADO por gentalha Incompetente, mentirosa, sem valores nem escrúpulos !


De Não sou palhaço. Sou pai de Palhaço! a 24 de Setembro de 2010 às 11:35
Gostava de ter um Mercedes. Mas tenho um Fiat.
Gostava de morar numa vivenda com piscina. Mas moro num andar.
Gostava de ser e magro. Mas não sou assim.
Gostava de muita coisa. Mas não tenho dinheiro nem posses para isso.
Mas conheço muita gente que tem uma vida que não é compatível com as suas possibilidades.
Comportam-se no dia a dia como se vivessem numa telenovela.
Assumem compromissos que não podem cumprir.
Vivem virtualmente e não a realidade.
É o fastfood ou nouvelle cuisine portuguesa a substituir o velho prego e o cozido.
Infelizmente esta mentalidade comportamental já chegou a quem nos devia governar.
Eu que não sou palhaço, mas pai de um palhaço, estou cansado de tanta "palhaçada"...


De Deputados e dependentes a 24 de Setembro de 2010 às 11:08
JB
23 Set 2010 (comentário em http://arrastao.org/sem-categoria/onde-cortar/#comments )

“Para além do (deste) TGV”
a) O facto de os deputados do regime, primarem por não fazer os trabalhos de casa:
ter dúvidas/ perguntar/ investigar e estudar;

b) Aceitarem bovinamente, os projectos de Suas Eminências as inteligências dos gabinetes ministeriais – dos submarinos, ás Otas e TGV´s apresentados, para não falar nas Auto estradas sem trânsito.

c) Para concluir, sobre o projecto TGV:
Ligação Lisboa-Madrid-Porto: funcionalidade e economia.

Anda por aí um velho engenheiro, reformado do Técnico, do PS e meio louco (com 80 anos de idade crente nas boas soluções, mesmo à revelia do Partido), António Brotas, que conjuntamente com outros engenheiros do IST, há muito denunciam os grandes disparates governamentais com as grandes obras públicas.

A do TGV, por exemplo, com a facilidade de saindo de Lisboa/Norte, ir atravessar o Tejo entre Azambuja e Alverca, seguindo para Madrid (Porto, até Santarém a Sul do Tejo).

Mas no país da mania das grandezas, nada como uma super ponte auto-estrada, via férrea e ciclovia, entre Lisboa e o Barreiro. Futuro assegurado por umas décadas, para algumas das empresas do regime.

Corte-se pois, nos salários da plebe.

d) E os deputados da Nação/Regime, com nada a dizer, a não ser querer mostrar trabalho que não lhes dê muito que fazer, quando um qq governo faz alguma marcha atrás.
Assim se trabalha, na oposição.
Do contra, porque sim.


De Outro anonimo, militante socialista desc a 24 de Setembro de 2010 às 10:48
Estou de acordo com o "anonimo" ...


De eu teria dado.. a 24 de Setembro de 2010 às 10:44
Eu teria dado o titulo de "Os governos sombra e as sombras do governo"


De anónimo a 24 de Setembro de 2010 às 10:38
(à maioria deles, os de agora e os de outras legislaturas...), os cidadãos comuns adjectivam-nos de :
incompetentes, traidores, vendidos, nepotistas, ladrões, f.d.p., sanguessugas, vampiros, ...


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