2 comentários:
De DD a 2 de Outubro de 2010 às 23:53
Os funcionários públicos com menos de 1.500 euros de salário não sofrem nada.
Mas, um Procurador Adjunto com 4.336 euros mensais vai sofrer uma quebra de 255 euros.

Um professor do 2º escalão com 1709 euros mensais vai receber menos 14,2 euros e um médico de clínica geral sem exclusividade com 2138 euros mensais vai receber menos 46 euros por mês. O Expresso publicou mal as contas, principalmente as referentes ao IRS.

Os cortes salariais implicam que as percentagens para CGA, ADSE e IRS sejam ligeiramente mais baixas.


É sem dúvida um ataque aos trabalhadores, a começar pelos que vão descontar mais como o Presidente da República, Primeiro Ministro, Ministros, juízes do supremo e da relação, directores gerais, administradores de empresas públicas, etc.

O Pinto da TAP, além de pagar 46,5% de IRS vai descontar 10% do seu salário. Coitado do trabalhador.

250 mil trabalhadores do Estado com vencimentos brutos superiores a 1.500 euros vão sofrer cortes de 3,5% até aos 2.000 euros mensais. Os que ganham entre 2000 e 2500


De DD a 2 de Outubro de 2010 às 23:31
Curiosamente, o Medina Carreira acabou há momentos de dizer na televisão que em 1975 o País tinha 250 mil reformados e hoje tem um pouco mais de 3,5 milhões.

Quem é analfabeto em contas não sabe calcular que o multiplicador é 14; 14 vezes mais.

E se formos ao números de escolas, professores e alunos, camas hospitalares, médicos, etc. encotramos quase os mesmos multiplicadores, tal com em km de estradas, barragens, torres geradoras eólicas, habitação social, etc.

Em 1975, o PIB era muito mais baixo e as remunerações não eram baixas, eram miseráveis. daí representarem uma percentagem eventualmente maior, apesar de ser possível que os citados 34% sejam uma MENTIRA.

Só na Freguesia do Lumiar mais de 5 mil barracas foram substituídas por habitação social desde o Paço do Lumiar até â Ameixoeira e Charneca para onde foi muita gentes das Musgueiras Sul e Norte.

Não foram décadas de política de direita, mas décadas de políticas sociais muito diferentes da do ditador comunista Ceausescu da Roménia que proibiu os hospitais de tratarem doentes com mais de 60 anos de idade. Por isso, ele foi prontamente fuzilado pelos seus apaniguados na sequência de uma manifestação organizada por comunistas a favor dele que se transformou numa mani contra o ditador e levou a própria polícia e forças armadas a prendê-lo, julgá-lo e executá-lo em conjunto com a mulhare, a vice-presidente.


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