De Cortes sem Equidade relativa a 11 de Outubro de 2010 às 17:21
Pensando em equidade relativa a respeito do PEC 3.
...
Dentro das medidas propostas sobre o corte de salários, não entendo porque a taxa de corte salarial ,a partir de 4200 € é a mesma?

Nem que fosse simbolicamente e, não é, os impactos teriam de certeza algum significado, haveria que ter pelo menos mais uma de 15% e até não veria mal uma segunda de 20%,. Vejamos, será que quem recebe 40 000/50 000€/mês mais uns pozinhos daqui e dali com cartões de crédito à mistura, etc, ficaria muito lesado em termos de qualidade de vida com um corte de 8 000 do que um com 4000€ que certamente tem menos pozinhos?

E não me venham com o argumento de que essa gente ia toda embora porque carregaria o botão do lado e tinha logo outro emprego ali à mão de semear.

# posted by Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra 2010.10.10
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Muito bem visto...
e porque não até um corte de 50% para aqueles que ganham mais ainda ?!!.

Os cortes 'progressivos' não devem ficar limitados aos 10% para todo um leque de altas remunerações ! e de pensões acumuladas!,
de 'duques e marajás... que existem em institutos, fundações e empresas públicas ou participadas
(ou subsidiadas ou parcialmente isentadas, i.e, de alguma forma beneficiadas pelo erário público !)

- e não venham com o argumento de que a maioria são empresas privadas (ou que a maioria dos seus accionistas decide de outra forma...), pois se assim é ...
então retirem-se-lhes todos os benefícios que recebem do Estado e das Autarquias, e agrave-se-lhes os impostos !!

...ou a crise/esforço 'nacional' é só para as classe média, classe baixa e desempregados ?!!!!
Zé T.


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