De DD a 10 de Outubro de 2010 às 20:41
Os 33% são a soma dos descontos para os agregados sociais que incluem o Serviço Nacional de Saúde com o subsídio de doença, o Fundo de Desemprego, os abonos de família, o subsídio de nascimento, de casamento e de funeral. Este último é um pouco mais de dois mil euros.
Só uma parte dos 33% vai para as reformas e a situação atual é possível pela simples razão de haver reformas muito baixas e o seu nível geral é muito inferior ao dos salários.
Nos privados (Centro Nacional de Pensões), a média ronda os 600 euros que é inferior à média salarial.
Se em termos financeiros fosse 1 a 1, o sistema não teria sustentabilidade possível.
Se um número muito elevado de portugueses não tivesse aldrabado a Segurança Social, o atual modelo não seria viável.
O um a um é por cabeça, não por massa monetária.
O futuro está em o financiamento vir não só dos descontos como do IVA e outros impostos. O IVA encarece tudo o que está à venda, mas para que as vendas se efectuem provoca a necessidade de racionalizar produções e formas de comercialização em que o lucro por unidade vendida seja bem mais baixo.
Veja-se o caso dos telemóveis, computadores e até roupas e outros artigos em que há o luxo de marca e o barato praticamente com a mesma qualidade do artigo de luxo.


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