5 comentários:
De DD a 11 de Outubro de 2010 às 20:09
Este padreca é um aldrabão ao falar nas barracas. O homem é estúpido e não sabe que os governos democráticos realojaram mais de 150 mil famílias de barracas desde Vila Real de Santo António a Chaves.
Ele não viu isso e diz que somos um país de barracas com submarinos. Ele não conhecia as Musgueiras e a Quinta Grande nos tempos das barracas.
Este padre de m@rda nunca foi ao sórdido bairro de barracas que existia atrás do cemitério do Lumiar bem perto da Igreja. Nunca viu os prédios magníficos da Rua Helena Vieira da Silva em que foram realojadas famílias das barracas, são os primeiros prédios. Não viu os prédios junto ao antigo Carrefour de realojamento, não percorreu toda a Rua do Paço do Lumiar até ao Largo da Luz cheia de prédios de realojamento, não viu a praça de Telheiras onde está a esquadra da PSP cheia de prédios de realojamento iguais aos outrios. Não foi à Charneca do Lumiar ver os muitos prédios de realojamento.
Eu sempre vi nos padres da Ihreja Católica uma raiva profunda ao realojamento das famílias, porque eles necessitam da miséria e da çpobreza para receberem dinheiro para os pobres e ficarem com a maior parte da massa.
Sem as barracas, a pobreza habitacional deixa de existir. O homem não foi a Chelas ver milhares de habitações de realojamento e não viu os prédios da Avenida de Ceuta. Não viu o imenso bairro de realojamento em Almada logo atrás do monumento do Cristo Rei.
Este padre não viu nada, é um mentiroso.

A atual situação afeta principalmente os funcionários com ordenados elevados, nomeadamente os que ganham mais de 3 mil euros e esses não vivem nos bairros de realojamento e deixa de lado todos os reformados..

O homem não se lembra quando chegávamos a Lisboa pela A1 e só víamos barracas.

Este padre nunca praticou a caridade pela simples razão que nunca foi a um bairro de barracas.


De Filipe Santos a 25 de Outubro de 2010 às 16:19
Que asco indescritível senti ao ler tamanha inutilidade.
começo assim o meu comentário a tua publicação, visto que acho que é a melhor descrição ao tempo que perdeste a tentar interpretar as palavras de tal homem. Não sou um homem de igreja e partilho contigo o desprezo pela igreja no sentido económico do termo.

Agora há uma coisa que tenho de te relembrar que decerto ouviste falar. Figuras de estilo. Metáforas eufemismos .

Não há nada mais correcto do que dizer que Portugal é um pais de barracas com um submarino a porta.

É verdade, somos um pais que ostenta um nível de vida que n tem possibilidades de o suportar.
Ouvimos falar que andamos todos em crise e que há que poupar, fazer sacrifícios , mas todas as famílias tem excessos em casa completamente inúteis Quantas famílias não dispensam dois ou 3 computadores em casa mais 15 televisões em tudo o k e divisão TV cabo internet, e tudo do bom e do melhor.

Pagar o k se deve.... vai se pagando, empréstimos de casa a 50 anos, empréstimos para carro a 10, empréstimo para ferias. foi o facilitismo de credito na banca nacional que nos deixou como estamos hoje, foi o facilitismo, foi a bandalhice , foi a parvoíce do consumo do qual o nosso prezado capitalismo não se priva.

muito se fez pelas verdadeiras barracas! sem duvida

mas as barracas n existem só em paredes de chapa e telhados de plástico
as piores barracas são as que sao lindas por fora e podres por dentro, e é nessas barracas que hoje se vive paredes lindas por fora vazias por dentro ... grandes carros a porta só porque o vizinho tb tem um BMW .
Estamos numa sociedade sem valores onde o que conta hoje em dia e a aparência
E por falar em caridade espero que tenhas a decência de um dia fazer voluntariado, ou ires a servir a sopa dos pobres, ou então parares na rua e ofereceres uma refeição a um pedinte.

Dar pelo Simples prazer de dar.... só por que sim ...

E começa a ler nas entrelinhas. porque nem tudo esta escrito.

E não é FS ... É Filipe Santos


De LM a 30 de Novembro de 2010 às 07:14
A raiva profunda está em si; não me parece que esteja nos padres.
A julgar pela forma como se refere aos bairros de lata, você nunca deve ter saído de dentro do seu carro, .
Comentar, como fez, a pessoa em questão é um sinal de ignorância e incapacidade dialogante.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 11 de Outubro de 2010 às 19:42
Se num momento de crise nacional (económica, financeira e social), quem nos governa, abdicasse dos ordenados e mordomias do cargo que exerce e apenas recebesse o que antes recebia quando no anterior local de trabalho como profissional do que quer que fosse, mostrando que não está no exercício das funções pelo dinheiro mas pelo sentido de estado e de servir, pode ser que se me torne credível e possa vir a ser a pessoa aglutinante para pedir sacrifícios ao povo.
Isto é e por exemplo, se o nosso PM abdicar do que recebe como PM e passar novamente apenas o vencimento de engenheiro da CM da Covilhã ao lá o que era quando trabalhava antes de ser chamado para as honrosas missão de servir Portugal... pode ser que eu o oiça quando me pedir sacrifícios.
Ou se o PR tiver um só vencimento de professor ou lá o que era antes de ser PR e não acumular pensões ou outras verbas que por especificidades e habilidades do sistema adquiriu antes dos 65 anos de idade e dos 36 anos de descontos que exige a mim, cidadão comum, pode ser que eu o oiça e passe a respeitar quando ele mostra aquele ar circunspecto e fala como se fosse meu representante...
E por aí fora... em relação aos que exercem funções governativas directas e indirectas ou seja que recebem dinheirinho que sai do meu bolso enquanto Zé das Esquinas contribuinte pagante.
Aí eu vou parar para os ouvir e ainda assim não sei se lhes darei crédito.


De Cortes ou extinção? a 11 de Outubro de 2010 às 17:53
Cortes ou extinção?

Os serviços ditos «de informações» terão cortes em salários e pessoal. Nada mais normal, dado que todos os serviços do Estado se vão ressentir da crise instalada. O que é incompreensível é que, quando os serviços públicos de saúde e educação inevitavelmente sofrerão os mesmos cortes, com consequências desagradáveis para os utentes e para a população mais necessitada, o Público coloque os cortes aos «informaçõezinhas» (o serviço do Estado que mais cresceu nos últimos anos, em pessoal e financiamento) em manchete de primeira página, e o jornal-com-uma-só-letra-no-nome produza o fantástico título «Cortes nos serviços de informações podem comprometer funcionamento». Sinceramente, alguém notará se o funcionamento do SIED e do SIS for afectado? Qualquer museu de província é mais útil à população em geral do que as polícias «secretas», com a tremenda vantagem de os museus, as escolas e os hospitais não andarem a colocar em causa os nossos direitos fundamentais e a nossa privacidade, nomeadamente fazendo escutas telefónicas ilegais.


E, do mesmo fôlego, a reivindicação de alterar a Constituição para legalizar as escutas ilegais a pessoas que não cometem crimes volta às páginas dos jornais, com o deputado «socialista» José Lello a pedir um «debate sereno»(sic) sobre a legalização das escutas telefónicas. Eu dou-lhe o debate sereno: ele que coloque sob escuta uma amostra de deputados do governo e da oposição, e que depois lhes pergunte se gostaram.

Tendo em conta o monstro que se está a criar perante a passividade dos cidadãos, o melhor seria equacionar, não cortes, mas a extinção pura e simples do mais inútil e perigoso dos serviços estatais.

http://esquerda-republicana.blogspot.com/ 11.10.2010


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