De Eles comem tudo a 14 de Outubro de 2010 às 00:14

14.04.2010
António Castro Guerra, antigo secretário de Estado da Indústria e da Inovação no consulado de Manuel Pinho, vai abandonar projectos na Caixa Geral de Depósitos para liderar a administração da Cimpor. O presidente executivo será Francisco Lacerda, que já foi administrador do BCP
A indicação de Castro Guerra (antigo presidente do Instituto de Participações do Estado, IPE) para encabeçar a administração não-executiva (chairman) da Cimpor foi uma escolha pessoal do presidente do banco público, Faria de Oliveira. Castro Guerra pertenceu à equipa de Oliveira quando este presidiu ao IPE e, mais tarde, acabaria por o substituir no cargo
12-10-2010
O PCP vai pedir hoje ao procurador-geral da República, Pinto Monteiro, para verificar a legalidade da nomeação de António Castro Guerra, ex-se-cretário de Estado adjunto da Indústria quando Manuel Pinho era ministro da Economia, para a presidência de uma das empresas que "tutelou" - a Cimpor.
Desde Abril deste ano, quando Castro Guerra foi nomeado com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, que o deputado comunista Honório Novo tem questionado o ministro das Finanças sobre a situação, que considera estar a violar a lei. Até agora, não obteve nenhuma resposta, nem oral nem escrita. E a comissão parlamentar de Ética não se quis pronunciar.
Numa carta dirigida a Pinto Monteiro, o PCP expõe a situação, para que o procurador possa tomar as "iniciativas de investigação que entenda adequadas". "Queremos que o procurador possa avaliar a conformidade legal ou não desta nomeação e do apoio que lhe foi dado pela CGD, accionista de referência", disse aos jornalistas Honório Novo, no âmbito das jornadas parlamentares do PCP que estão a decorrer em Santarém.


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