3 comentários:
De DD a 25 de Outubro de 2010 às 15:32
Comprem um Porsche Cayenne.. São 22 mil euros de entrada, 48 prestações a 550 euros mensais e 28 mil euros de valor residual que pode ser amortizado com 14 mil euros e 28 prestações de 500 euros.

Enfim, qualquer juiz desembargador ou reformado pode fazer uma aquisição desta com os ordenados que têm. Para além dos mais de 4 mil euros de ordenado recebem ajudas de custo diárias, mesmo quando vivem e trabalham na sua cidade de origem, e recebem 700 euros de subsídio de renda de casa, mesmo quando vivem num apartamento de que são proprietários. Esse subsídio dá para pagar as 48 + 28 prestaçõies e ainda sobjeja dinheiro.
O carrinho só custa 76.400 euros; uma brincadeira para qualquer juiz.


De Valorizar as PESSOAS na UE. a 21 de Outubro de 2010 às 10:31
Vitória para a igualdade na Europa

[Publicado por AG, Causa Nossa, 20.10.2010]

O PE aprovou hoje o relatório de Edite Estrela com propostas legislativas que alargam o periodo de licença da maternidade na UE das actuais 14 para as 20 semanas, pagas por inteiro, e reforçam a protecão e segurança das mães no local de trabalho.

O relatório propõe também licenças de paternidade de duas semanas integralmente pagas.
Não se trata apenas de uma grande vitória para a igualdade de género na UE, mas de promover a saúde e segurança das mulheres e também de estimular a natalidade, numa Europa em perigoso declínio demográfico.

É uma importante contribuição para a Europa sair da crise por cima, com estímulo à economia VALORIZANDO o factor TRABALHO (contra as receitas neo-liberais que prevalecem e tudo subordinam ao factor capital),
com medidas de apoio aos cidadãos - e em particular a mais de metade deles, as mulheres.

Em 2009 este relatório viu a sua aprovação adiada por arrostar com a oposição da direita mais retrógrada, em convergência com a relutância de alguns governos e forças políticas que se dizem socialistas/trabalhistas (através de eurodeputados que se prestam a ser sobretudo correias de transmissão no PE).
Em 2010, a vitória não estava assegurada, foi preciso negociar, fazer compromissos, mas ainda assim arriscar. Arriscou-se, ganhou-se. Foi uma vitória saborosa e sobretudo bem merecida. Por Edite Estrela. E por todas nós, as mulheres na Europa.


De Melhor UE. a 21 de Outubro de 2010 às 10:26
Recursos financeiros próprios da UE

[Publicado por Vital Moreira, Causa Nossa, 19.10.2010]
A Comissão Europeia ousou colocar em cima da mesa a ideia da criação de recursos tributários próprios da UE, com várias alternativas (e não somente um IVA europeu, como enganadoramente titula o Público).

Há muito que defendo essa idea, que permitiria aumentar os recursos finaneiros da UE e substituir as contribuições directas dos Estados-membros -
- que constituem despesa orçamental, contando para o défice orçamental -
-, desse modo contrariando a nociva noção de "contribuinte líquido", que constitui o mais demagógico dos argumentos anti-UE nos países mais ricos, que por isso mais contribuem para as finanças da UE.

Vai ser interessante ver a reacção dos que ainda há um ano reagiram à ideia de receitas tributárias próprias da UE como se fosse uma heresia antinacional...


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