3 comentários:
De DD a 25 de Outubro de 2010 às 00:49
Este gajo julga que a greve geral produz automóveis, trigo, batatas, casas e o catano .

A democracia não é a redução do trabalho a um serviço mínimo. Aqui trabalha-se o mínimo e, por isso, temos o mínimo dos mínimos. Este Boa ou Máventura não se recorda do tempo em que o pessoal andava de pé descalço por toda a cidade e um dia até veio uma lei salazarista a proibir que se ande de pé descalço. As varinas levavam as socas nas canastas e quando viam um xui colocavam-nas nos pés.
Este Boaventura não sabe nada.

O País tem uma classe média de trabalho mínimo. Ainda hoje num canal televisivo entrevistaram vários médicos. O brsileiro cheio de espírito construtivo a dizer que o Hospital Garcia da Horta é formidável, a médica portuguesa só falava nas dificuldades e no muito trabalho que tem.

Há uns meses atrás fui tirar umas radiografias ao Hospital Pulido Valente e estavam lá nos Raios X um casal de jovens médicos estagiários finalandeses
Perguntei porque tinham vindo para um País tão rasca. Eles responderam que não, que o Hospital tinha equipamento tão bom como o finlandês, as doenças eram as mesmas e eles gostavam muito de trabalhar aqui e até querem ficar por cá.

Sejam professores, juízes, médicos, economistas ou sociólogos e o catano, todos falam nas dificuldades e ninguém parece querer mesmo trabalho.

Recordo que os paizinhos diziam às criancinhas: tu tens de estudar, pois se não tirares um curso superior tens depois de trabalhar muito.
O curso era visto como um canudo para não trabalhar e viver à custa do proletariado.

Talvez seja por o pessoal não se matar a trabalhar que o índice de longevidade português é dos mais altos do Mundo, ou seja, de 18,4 anos aos 65 anos de idade e que a percentagem de grandes idoso (+75 anos) é também uma das mais altas com 51%. Só que o sociólogo Boaventura está como o António Barreto que nem conhece os números que colocou no seu site "Pordata". São sociólogos de serviço mínimo.

O pessoal do Estado anda todo a reformar-se e não quer saber de onde virá o dinheiro para as suas reformas.

O Estado tem nas suas folhas de salários cerca de 1.380.000 funcionários ativos e inativos dos quais mais de 650 mil são reformados.

Os mercados monetários têm razão. Não existem para sustentar parasitas. Em princípio, todo o crédito é para investimento, devendo as despesas em salários e reformas serem sustentadas pelo trabalho de todos.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 22 de Outubro de 2010 às 13:39
Qual BE? O do Louçã ou o de Miguel Portas?
Qual PCP? O de Jerónimo ou o que emigra para o PS?
Quais socialistas? Os do Sócrates, ou os que já não se revêm no actual partido?


De Árvores e frutos a 22 de Outubro de 2010 às 11:51
Já o dissemos, por outras palavras, em vários postes no LUMINÁRIA publicados. Provavelmente nem sempre, como agora, tiveram o eco desejado e os leitores foram diminutos quer em numero como em debate.

Temos procurado ser umas arvores dando frutos sem sequer nos preocuparmos quem os aproveitará o que já não depende de nós, as arvores fazem a parte que lhes compete o resto...


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