11 comentários:
De DD a 26 de Outubro de 2010 às 21:55
Falando à boa moda portuense que muito admiro, vocês nem f.... nem saem de cima.
Simplesmente não dizem nada e nada sabem. E são medrosos, pois escondem-se no anonimato, o que não me interessa para nada.


De Tem blogger qué cego! a 26 de Outubro de 2010 às 18:25
Há quem tenha macaquinhos no sótão...
E há quem tenha chineses na cabeça!
Mas já não há pachorra para aturar este DD!


De Corrupção? a 26 de Outubro de 2010 às 15:10
Será por causa da China?
Portugal na 32.ª posição entre 178 países
Portugal surge na 32.ª posição no quadro dos 178 países analisados pela Transparência Internacional quanto à percepção da corrupção, quando em 2009 aparecia em 35.º lugar, que foi o pior ranking de sempre para o país desde o ano 2000.


De Graxa e 3 macacos no congresso do partid a 26 de Outubro de 2010 às 13:37
Graxa e 3 macacos no congresso do partido

« Saúdo todas e todos os camaradas sem mais pormenores pois deixei a caixa da graxa no largo de São Domingos.»- início da moção de DD.
Esta é uma frase sintomática de um militante histórico (33º) e acérrimo defensor do partido, do ‘status quo’ e seus dirigentes (e do governo).
Por “GRAXA”, entenda-se gordura e mesura subserviente e pacóvia, ‘saloiíce’ e ‘lambe-botice’ de muitos eternos esperançosos de ‘tachos’, ‘cunhas’ ou milagres e, ainda, a ‘esperteza’ de uns poucos beneficiados do ‘sistema’ ou de ‘padrinhos’, apesar do seu mais que duvidoso mérito cívico, profissional ou académico.

Se retirarmos a usual e excessiva ‘graxa’ das intervenções … o que fica deste 14ºcongresso da FAUL ?
Fica o ‘pavoneio’ pela ‘passerelle’, a fugaz proximidade dos ‘(des)astros’ político-partidários, algum rever de velhos conhecidos e ‘compagnons de route’, a curiosidade de novatos, …
Fica a postura (aparentemente séria e preocupada) do presidente da mesa que procurava cumprir o horário (e despachar os trabalhos) …
Ficam as acusações de traição e de ilegalidades (mútuas) no processo eleitoral … e de um regulamento de congresso (que só é conhecido no próprio dia) que continua a reservar ‘até um terço’(!!) de lugares na Comissão Política Federativa para ‘inerentes’, para não eleitos directamente pelos militantes nestas eleições…
Ficam as veladas referências de falta de transparência e de democracia interna, do uso de ‘sindicatos de voto’, de caciquismo, de nepotismo, … de vergonhosas práticas e comportamentos que (embora sejam semelhantes aos que existem noutras ‘casas’) muito nos dói e prejudica … e que os cidadãos não devem aceitar acriticamente, nem auto-marginalizar-se da política e nunca fazer como os “3macacos” (não querer ver, ouvir, falar).

Quanto ao acordo alcançado (‘de cima sugerido… com muita força’) entre as duas facções/ candidaturas e a partilha (a quase 50%) dos cargos e representantes parece ser racional e ‘politicamente coerente’ …, embora ‘ilegal’ e duramente criticado (e recusado com muitos abandonos do congresso) por alguns militantes que mais se empenharam na disputa … seja por verem defraudadas as suas esperanças numa vitória retumbante da sua linha de apoiantes, seja pela não hecatombe dos seus ‘caros inimigos figadais’, seja por serem impedidos de acederem a lugares proeminentes…

O que a alguns pareceu errado foi não se ter aproveitado a ocasião (o congresso) para pôr tudo em ‘pratos limpos’, se necessário partindo mesmo a louça toda… em vez de se voltar a esconder o lixo debaixo da passadeira vermelha… da graxa verbal, aplausos e palmadinhas nas costas.
O que também pareceu errado (a um grupo ainda menor e desunido) foi a falta de qualidade da generalidade das moções (que mal se divulgaram, não se debateram e poucos leram…’’também eram as redondas tretas do costume’’), intervenções e práticas que, em parte, se revelaram neste congresso … quase igual aos outros.

Mas falta referir que houve um 3ºcandidato, polidamente ostracizado (“glória aos vencidos”, ainda mais sendo “uma vitória pírrica” e tendo plena consciência desta via … “Avé César ! os que vão morrer te saúdam”), e que ainda há excepções com valor (independentemente de concordâncias ou críticas) que, apesar das dificuldades, ousaram fazer/ apresentar contributos e ser Socialistas diferentes.

Zé T.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 26 de Outubro de 2010 às 12:38
Só quem não costuma ler aqui no Luminária os posts e comentários do DD é que pode agora ficar admirado. E só quem por ventura teve alguma ilusão com o senhor é que agora pode ficar iludido.
Mas não há dúvida nenhuma que com a idade, perdeu pelo menos uma faculdade: a de disfarçar a sua verdadeira e mediocre pessoa. E a que agora mostra, não vale a ponta de um corno.


De Gente que pensa ou, talvez não? a 26 de Outubro de 2010 às 09:23
Sempre concluo que DD se vê ao espelho só que quando se vê a si mesmo julga estar a ver a figura de outras pessoas mais ou menos da mesma idade.

Deve ter sido isso que sucedeu quando estava a escrever o comentário anterior. Pensou ver no espelho o sociólogo Boaventura. Puro engano, mas a idade, efectivamente, não perdoa e afecta mais aquelas pessoas que deixaram de acompanhar com gente que pensa.


De DD a 26 de Outubro de 2010 às 12:36
Mas isso é algum argumento, pá? Dá factos, estatísticas, indica métodos e meios para Portugal vencer a crise. Portugal lançou duas indústrias com um certo êxito porque não tem a concorrência chinesa e de outros. Refiro-me à produção do importante produto chamado electricidade pela via das energias renováveis e a indústria da fileira do papel, da árvore à pasta e ao papel. Também temos muita investigação cientifica e técnica que lentamente vai dando alguns frutos, mas toda a gente neste Mundo de 7 mil milhões de habitantes está a trabalhar e ninguém está à espera dos portugueses. Nem os tais mercados ditatoriais referidos pelo Boaventura. Eles não querem saber dos portugueses, Portugal é que necessita de impedir dinheiro para pagar reformas, salários, etc.


De Chinesisses a 26 de Outubro de 2010 às 14:13
Não não é argumento pá, como também não é argumento os chineses para os disparates que nós por cá temos andado a fazer e tendo como primeiros responsáveis os governantes, melhor dizendo desgovernares deste país.

Por falar de chineses, nós também , fizemos de chineses, nos meados do século passado, a alemães, franceses, belgas, ingleses ..., DD lembra disso? e o burro sou né?


De Boaventura S. Santos a 25 de Outubro de 2010 às 10:33
Se nada fizermos para corrigir o curso das coisas, dentro de alguns anos se dirá que a sociedade portuguesa viveu, entre o final do século XX e começo do século XXI, um luminoso mas breve interregno democrático. Durou menos de 40 anos, entre 1974 e 2010.
Nos 48 anos que precederam a revolução de 25 de abril de 1974, viveu sob uma ditadura civil nacionalista, personalizada na figura de Oliveira Salazar.
A partir de 2010, entrou num outro período de ditadura civil, desta vez internacionalista e despersonalizada, conduzida por uma entidade abstrata chamada "mercados".
As duas ditaduras começaram por razões financeiras e depois criaram as suas próprias razões para se manterem. Ambas conduziram ao empobrecimento do povo português, que deixaram na cauda dos povos europeus. Mas enquanto a primeira eliminou o jogo democrático, destruiu as liberdades e instaurou um regime de fascismo político, a segunda manteve o jogo democrático mas reduziu ao mínimo as opções ideológicas, manteve as liberdades mas destruiu as possibilidades de serem efetivamente exercidas e instaurou um regime de democracia política combinado com fascismo social. Por esta razão, a segunda ditadura pode ser designada como "ditamole".


De DD a 25 de Outubro de 2010 às 15:20
Boaventura deveria saber mais de história e da situação de dezenas de países no Mundo.
As ditaduras são o produto da vontade de uns tantos homens, geralmente armados ou com apoio de forças armadas.
A actual crise financeira é o produto de uma vontade socializante aliada a uma incapacidade para produzir, principalmente resultante da concorrência chinesa.

A revista Tiome de hoje diz que no México um trabalhador de uma fábrica de automóveis ganha 7 dólares à hora com tudo incluído, na China ganha 1,4
dólares e na ìndia cerca de 0,7 dólares.
O automóvel Tata Nano fabricado na Índia custa 2.500 dólares, ou pouco mais de 2 mil euros.
Hoje estamos metidos numa guerra de exploração dos trabalhadores. Os mais explorados matam os postos de trabalho dos menos explorados, a não ser que coloquemos barreiras à importação dos produtos fabricados pelos mais explorados.
A família Tata rouba tanto aos seus trabalhadores que jé dona de uma parte importante da indústria indiana e de quase todas as siderurgias europeias e americanas, incluindo a siderurgia portuguesa.

Há aqui no Luminária imbecis que teimam que é o Sócrates o culpado de uma situação global em que a exploração maior mata a exploração menor. O capitalismo terceiro mundista e comunista chinês mata o socialismo democrático.

Os americanos preparam-se para desvalorizar largamente o seu dólar como defesa dos postos de trabalho dos seus trabalhadores e, assim, os chineses vão perder triliões de horas de trabalho porque não querem importar bens alimentares e de consumo e, menos ainda, aumentar os salários dos seus trabalhadores.

Um tipo como o Boaventura que não vê esta realidade é completamente cego e está tão anquilosado com ideias antigas que não descortina a realidade que surgiu de uma forma crescente nos últimos vinte anos.

Devido à sua idade, Boaventura julga que a Europa ainda detém o monopólio industrial do Mundo em conjunto com os EUA.


De As pessoas e os partidos a 25 de Outubro de 2010 às 10:13
É normal, a partir de uma certa idade (DD já tem uma idade respeitavel e que merece respeito), a vista turva-se-nos.

DD "limpa-se" e, querendo ou não, limpa, branqueando a realidade, o que foi, é e continuará a ser, pelo menos nos tempos mais proximos, a vida interna partidária. Essa realidade é o que se vai passando no interior dos partidos, mesmo no PS, envergonharia qualquer clube de bairro, quanto mais um partido politico e no caso um dito socialista.

Parece, parece digo bem, que teram sido apresentadas duas moções de politica global, outras tantas (só vejam bem) de politica sectorial, quem as conhece?, onde foram divulgadas? quem as debateu.

O proprio DD na sua intervençao demonstra ddesconhecer tais hipoteticos documentos, não teceu uma palavra (positiva ou desabonatoria) sobre eles.

Tanto mexelhões como tubarões todas e todos a mesma materia...

Todos sofremos do mesmo mal, detorpamo-nos e maldizemo-nos, nada mais...

O congresso da FAUL do PS foi, simplesmente uma vergonha. Perdão foi uma m.....a


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