De gorduras chorudas a 28 de Outubro de 2010 às 15:06
onde cortar despesa ?
responde Marques Mendes (ex-lider do PSD):

Para além das dezenas de direcções-gerais dos ministérios... existem:

1520 organismos do Estado (totalmente públicos, dos o.soberania, adm.central, regional, local, ...)
356 instituto públicos
639 fundações públicas
343 empresas públicas municipais
95 empresas públicas centrais
18 governos civis (uma inutilidade completa)
87 parcerias publico-privadas (faz-se agora e paga-se mais tarde com absurdas derrapagens e juros e escandalosas clausulas a favor do privado)

e 4560 gestores/administradores (os boys de vários partidos, todos com vencimentos chorudos, despesas de representação, carro e motorista, reformas douradas, ...)

empresas públicas (e ppp) quase todas na falência técnica, ... e os nossos impostos a pagar isto todos os anos !

e se considerarmos que muitos destes organismos são redundantes, inúteis, super-gastadores (principalmente com luxos e mordomias para seus dirigentes/gestores, ...)
e são centrais de NEPOTISMO, isto é, empregadores de ''boys e girls'' (impreparados, incompetentes, 'para-quedistas' desastrosos que ''assentam praça em generais coroneis e majores''; dirigentes e assessores), são filhos, sobrinhos, genros, noras, esposas, amantes, netos, ... da oligarquia política e económica que desgoverna este país.

há muito por onde cortar... e muito por onde melhorar a gestão empresarial e da administração pública, e dos governantes...


De injustiça fiscal a 28 de Outubro de 2010 às 17:13
Injustiça fiscal
[Publicado por AG, Causa Nossa,27.10.2010]

Comentei ontem na rubrica "Conselho Superior" da RDP-Antena 1 a injustiça fiscal que o projecto de OE vem agravar.
Exemplificando com a discriminação anti-constitucional que resultaria da revogação de beneficios fiscais ás comunidades religiosas e respectivas obras sociais à excepção da Igreja Católica.

Observei também a injustiça e imoralidade fiscal que resulta de instituições de interesse comercial ostensivo e de fundações desconhecidas e de duvidosissima utilidade pública
conseguirem o reconhecimento pelo governo desse estatuto para beneficiarem de isenções fiscais, quando pesados sacrificios são exigidos à esmagadora maioria dos contribuintes portugueses.

"Justiça Fiscal" é o titulo do livro que José Luis Saldanha Sanches conseguiu deixar-nos já do seu leito de morte. De justiça fiscal precisamos, urgentemente - evidenciar-nos isso é, porventura, o único mérito deste projecto de OE.


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