A Ditadura da Bruxa Alemã

 

Neste blog ninguém aprende nada.

Ninguém sabe que vivemos sob uma dupla ditadura: a da exploração do trabalhador chinês pelo Partido Comunista da China e a da senhora Angela Merkel que quer que os produtos feitos na China Comunista entrem sem pagar direitos na Europa.

A bruxa alemã é ditadora porque foi educada no comunismo e entrou na universidade como todos os estudantes nos países comunistas porque foi aprovada num exame feito pela PIDE comunista alemã Stasi) e, nesse exame, o principal era prontificar-se a dar algumas informações sobre estudantes que diziam mal do partido único que tinha sempre razão.

Quando da reunificação, a bruxa fundou logo na sua zona uma secção do partido dito democrata cristão e foi eleita deputada local e depois presidente de um Estado Regional.

Na sua fúria unificadora, os partidos alemães elegeram para líderes pessoal do leste ex-comunista para que as populações se sentissem mais alemãs e não fosse dito que quem manda são os ocidentais. O atual presidente alemão também é do país da PIDE comunista.

Bastava impor direitos aduaneiros a todos os produtos manufacturados fora da UE para se resolver o problema do financiamento dos Estados, incluindo de Portugal, protegendo-se ainda as indústrias dos 501 milhões de europeus da UE.

Não quer dizer que não haja direitos aduaneiros, mas são da ordem dos 2 a 5% que em nada influenciam o custo baixíssimo dos artigos fabricados pelos escravos chineses e Portugal perde porque o mercado é pequeno e a porcaria chinesa nem vem diretamente da China, mas sim da Holanda, Luxemburgo e Alemanha, importada por grandes armazenistas que fazem a distribuição para toda a Europa.

Agora, a bruxa alemã que liberalizar os têxteis paquistaneses fabricados por crianças escravas, sequestradas nas aldeias miseráveis e postas a trabalhar apenas a troco de comida. Com a miséria acrescida provocada pelas inundações no Paquistão, até são os pais que oferecem as suas crianças aos fabricantes, o que faz com que os têxteis e calçado venham aí a preços ainda mais baixos que os chineses.

As multinacionais vão passar a fabricar as suas roupas no Paquistão, até porque os paquistaneses falam muito inglês e os quadros têm uma cultura inglesa mais adequada a lidar com as empresas ocidentais sem necessitar de intérpretes.

 

Eu, que sou de origem alemã, sei que os alemães são gente perigosa, principalmente quando têm poder na mão. Cuidado pois com os alemães e, principalmente, com a bruxa.

 

 

 



Publicado por DD às 16:01 de 30.10.10 | link do post | comentar |

5 comentários:
De Apartidario a 31 de Outubro de 2010 às 16:30
Claro que a culpa é dos outros. Se não fosse dos outros seria de quem, nossa?
Claro que não é nossa nunca é nossa.´Nós somos um pais pequenino que pura e simplesmente vive a deriva dos mercados internacionais .

Claro que temos culpas no cartório
Claro que a culpa não é só nossa, vivemos numa europa que supostamente teria o objectivo de aproximar todos os países da União Europeia pregando o mesmo nível de vida, o mesmo poder de compra que os países como a Alemanha e afins.
Nos últimos 20 anos vivemos todos vidrados nessa promessa de melhor vida no nosso pais, sem a necessidade de emigrar, com a ilusão de poder mos comprar casas e carros e vivermos a grande e a alemã.
Vieram dar-nos rios e rios de dinheiro que foram bem aplicados por um lado em infra-estruturas , mas que foram completamente deitados a rua quando se pedia uma modernização da industria portuguesa uma modernização da maquina produtora de um pais que tem tanta coisa boa. Para o dia em que a torneira fechar estarmos a produzir a um nível equiparado a restante Europa .

Quando em 2013 a torneira se fechar e termos de ser nós a contribuir para as polónias eslovenias e romenias ai sim ... vai haver revolução social, porque não vai haver euros para nós mas seremos obrigados a dar euros a eles.

Nós não aproveitamos nestes 20 anos não vai ser nos próximos que vamos aproveitar.
Podemos dizer que a culpa é dos outros poderá ser.
mas o $$ esteve nas nossas mãos e não aproveitámos.







De DD a 31 de Outubro de 2010 às 15:40
Aqui ninguém compreende nada.
Eu só pretendo explicar o óbvio, isto é, que a crise mundial e nacional, o desemprego e a falta de crescimento económico de Portugal não são culpa do Partido Socialista e do seu Governo e, menos ainda, desejadas por ambos, mas uma consequência do grande princípio económico que norteia o mundo de hoje: o trabalhador mais explorado destrói o posto de trabalho do menos explorado. Daí que defenda o levantamento de barreiras alfandegárias para proteger as indústrias dos 501 milhões de residentes na União Europeia.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 31 de Outubro de 2010 às 11:25
«Eu, que sou de origem alemã, sei que os alemães são gente perigosa, principalmente quando têm poder na mão. Cuidado pois com os alemães e, principalmente, com a bruxa.»
Será que uma cobra que em pequena vai para um galinheiro, ao fim duns anos, ao ficar adulta e velha, torna-se numa galinha? Não será que quem nasce cobra, morre cobra?

Este post do DD, e o post acima do Público, abordam o mesmo tema, parece que concluem de forma idêntica, mas não são a mesma coisa. O post do jornal Público é sério, não tem falsas premissas. É discutível, como tudo na vida, mas não é habilidoso nem tendencioso.

Este post do DD é tendencioso e manipulativo. Pega em verdades indiscutíveis e mistura opiniões facciosas (para não dizer maldosas e segregacionistas) e onde sobressaem os já habituais ódios particulares do postante, para baralhar com as verdades ditas e chegar a conclusões falaciosas. A pior mentira que há, porque é a mais perigosa, é aquela que usa partes da verdade para enganar os outros.
E tem um vício enganoso terrível que é tomar a parte pelo todo.
Mostra ainda a arrogância do personagem. Leiam como ele começa: «Neste blog ninguém aprende nada».
Foi assim que Hitler fez no século passado aproveitando alguns judeus dominarem a finança alemã para iniciar um genocídio… E muitos outros grandes e pequenos ditadores fizeram no passado e fazem no presente muitas «democraticamente» …
É por isso que, por exemplo, não vale aos políticos gritarem «sou honesto, sou honesto…» porque a prática mostra como governaram e a ostentação da riqueza, após os poucos anos de exercício em cargos públicos, mostra como se governaram eles e os seus familiares e apaniguados, mesmo que as «leis» os legitimem ou os não investiguem por, por exemplo, terem caducados os prazos legais…
Tal como ao DD não vale a pena gritar «sou galinha, sou galinha…» porque quem nasce alemão, morre alemão…


De Verdades? a 30 de Outubro de 2010 às 19:06
Em Portugal há um proverbio que diz "quem sai aos seus não degenera" cuidado DD, será que o amigo degenerou?

As "verdades" mesmo quando existem não são absolutas.



De DD a 30 de Outubro de 2010 às 20:44
Sou capaz de me ter degenerado e tornado muito latino, o que nem considero defeito algum.


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