Zé Povo ... ou Zé Parvinho ?!

PARA INGLÊS VER ?

Este mês de Novembro vai ser um tempo extraordinário para os portugueses: aprovação de um orçamento de estado para inglês ver e uma greve geral para os outros fazerem!

De facto, a expressão «para inglês ver» é um sinal evidente da nossa perda de soberania que não é de agora mas histórica, em particular no passado em que bem vistas as coisas mais não fomos do que uma colónia inglesa.

Se bem repararmos agora no filme do acordo PS/PSD para a viabilização do OE para 2011 nota-se que foi um acordo que ao fim e ao cabo nenhum dos protagonistas desejava... é apenas para os «mercados» verem! E quem são os mercados? o capital financeiro (banca e especuladores, 'nacionais' e transnacionais). Agora talvez não seja para «inglês ver» mas para «alemão ver»!

Outro acontecimento é a greve geral a realizar a 24 deste mês. Segundo uma sondagens mais de 56% até concorda com a greve geral, mas quanto a fazer mesmo apenas 12% disseram convictamente que sim! Claro que ainda há muito indeciso. São aqueles que ainda vão pensar maduramente no assunto, vão falar com o pai, com a mãe , com a avó e talvez com o vizinho! Ou seja «eh pá a greve geral até é uma coisa que está na ordem do dia mas fazer que alguém faça por mim, que perca o dia de salário porque eu não posso mesmo!»

É muito português este sentimento! Os outros (os franceses) são mesmo aguerridos! He pá nós não temos a fibra dos franceses! Se fosse em Espanha isto já estava virado... os espanhois são outra gente... Nós não... .
Se não assumirmos a nossa pele e o nosso país ninguém o fará por nós! Está na hora de assumirmos as nossas convicções e responsabilidades!
Não façamos as coisas para inglês ver e não tenhamos pena de nós!


Publicado por Xa2 às 00:07 de 04.11.10 | link do post | comentar |

22 comentários:
De Diplomatas ... a 12 de Novembro de 2010 às 14:11
MNE afasta fim da isenção fiscal de abonos de diplomatas

Além da pequena revolução na rede de embaixadas, Manuel Maria Carrilho desafiou José Sócrates a mexer no estatuto da carreira dos diplomatas para pôr fim à isenção fiscal dos abonos.
Na carta, o ex-embaixador defende "a definição de um mais justo e transparente escalonamento dos abonos dos diplomatas em serviço no estrangeiro, bem como a sua tributação".

Carrilho diz que é "difícil compreender o regime de total isenção fiscal que abrange estes abonos.
Ao tributar estes abonos, contribuir-se-ia para maior equidade no esforço colectivo que é pedido aos portugueses, afastando a ideia de que há corporações privilegiadas na administração pública".

Ao que o DN apurou junto de fontes diplomáticas, a ideia não consta dos planos do Governo.
"Não teremos problema em pagar impostos sobre esses abonos desde que sejam aumentados em compensação.
É preciso lembrar que os abonos estão calculados para fazermos face às nossas despesas."

O estatuto da carreira diplomática estabelece que os funcionários diplomáticos colocados nos serviços externos têm direito a receber três tipos de abonos (para representação, casa e filhos).
A estes junta-se ainda um subsídio de "instalação".

O valor dos abonos varia conforme os países e em função do risco e do relevo das missões por despacho conjunto dos ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros.
Espanha é um dos países com níveis mais elevados de abonos - acima mesmo de Washington, a capital federal dos EUA.

O assunto é motivo de alguma polémica e censura mesmo entre diplomatas.
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Carrilho propôs fechar embaixadas
por H. F. COELHO


Antes de sair da UNESCO, ex-embaixador apresentou plano de reforma da rede diplomática

Dias antes do anúncio da sua saída da embaixada de Portugal junto da UNESCO, Manuel Maria Carrilho tinha escrito uma carta ao primeiro-ministro com um conjunto de ideias para fazer uma pequena revolução na rede diplomática. No memorando de seis páginas, o ex-ministro socialista da Cultura escreve que Portugal poderia fechar um quinto das suas embaixadas no mundo, sem pôr em causa a qualidade da representação.

Portugal tem, actualmente, 77 embaixadas, oito missões permanentes e duas missões temporárias. Contas feitas, Carrilho propôs o encerramento de perto de 20 missões. Uma medida que permitiria poupar 20 milhões de euros por ano (perto de um centésimo do défice).

Carrilho explica que tal redução seria possível à custa da fusão de missões permanentes e embaixadas localizadas num mesmo país - embora com fins diferentes - e da criação da figura de embaixadores itinerantes para algumas regiões do mundo.

Curiosamente, com isto, o socialista recomendava a extinção do seu próprio cargo, o de embaixador de Portugal junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, em Paris, em vésperas da notícia oficial que o afastou do lugar. Carrilho disse ter sido surpreendido com esse anúncio através de uma notícia da Lusa, mas na versão do Governo a rotação tinha sido combinada meses antes com o próprio ministro. A substituição foi anunciada após uma entrevista, muito crítica, ao Expresso em que Carrilho falava de passagem nesta reforma e na proposta que fizera chegar ao primeiro-ministro.

A carta de Manuel Maria Carrilho foi enviada para São Bento em "começos de Setembro". Há menos de um mês, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, anunciou que o Governo iria avançar com uma reforma da rede diplomática até ao final de 2011 (ver texto secundário). Mas os pormenores do projecto do Governo ainda não são conhecidos. Dias depois, ao falar da lista dos organismos a extinguir que foi apresentada em conjunto com a proposta do Orçamento do Estado, estava também escrito que um dos objectivos era "a racionalização das redes diplomática e consular". Um sinal de que as Necessidades não iam passar ao lado do apertar do cinto. O Orçamento de 2011, aliás, prevê um corte de dez por cento só nas despesas de funcionamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Mas é só o que sabe até agora.

A preocupação em conciliar a redução da despesa com o reforço das novas prioridades da nossa política externa é um dos pontos da ...


De +buraco no Min.Justiça, - para FP a 12 de Novembro de 2010 às 12:06
MAIS UM BURACO PARA OS CONTRIBUINTES PAGAREM

«O presidente do Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça (IGFIJ) admitiu ontem que aquele organismo gestor dos dinheiros do Ministério da Justiça (MJ) apresenta um "buraco" financeiro na ordem dos 323 milhões de euros.
Este buraco, divulgado em primeira mão pelo DN no dia 5, veio referido num relatório do Tribunal de Contas divulgado na mesma data. Porém, aquele valor correspondia a uma estimativa para 2009 apontada pelo Fiscal Único em 2008. O DN sabe que este ano o buraco deverá atingir os 500 milhões.

No mesmo dia em que divulgou o relatório do TC, apontando na reportagem aquele buraco financeiro, o DN enviou ao MJ um e-mail a solicitar um esclarecimento sobre o assunto.
Não houve resposta. Ontem, porém, em declarações à Lusa, o presidente do IGFIJ veio reconhecer a existência daquele diferencial entre as receitas e as despesas de funcionamento da Justiça, garantindo que a situação está a ser resolvida.
Luís Meneses disse que o IGFIJ tinha "deficiências importantes" no sistema de controlo interno e a nível financeiro, e garantiu que a situação está diferente, com medidas entretanto tomadas.» [DN]

Parecer:
Isto resolve-se, é só cortar mais um bocado nos vencimentos dos funcionários públicos, basta alterar a fórmula como, aliás, já se fez em relação a alguns vencimentos.

Despacho do DG Palheiro: «Pergunte-se ao ministro das Finanças à custa de quem vai tapar mais este buraco que, pelos vistos, os seus controladores financeiros deixaram escapar.»


De Responsáveis da AP gastam e gerem mal... a 9 de Novembro de 2010 às 15:27
Gastar melhor o dinheiro dos contribuintes

O meu percurso na Função Público permitiu-me conhecer razoavelemte diversos serviços do Estado, desde as escolas, onde todos andámos, aos gabinetes governamentais, dessa experiência resulta a conclusão de que os responsáveis gastam mal o dinheiro dos contribuintes

Hoje fala-se muito de cortar,
fala-se muito pouco em poupar ou gerir melhor e
não se fala nada na responsabilidade cívica de governantes e dirigentes da Administração Pública que revelam pouca consideração pelos que pagam impostos.

Não há equidade orçamental no Estado, os orçamentos não correspondem às necessidades reais dos serviços, um serviços têm dinheiro a mais e outros sobrevivem com grandes dificuldades orçamentais.
Há uma relação clara entre os orçamentos dos serviços e o seu peso na imagem eleitoral dos governos.
Nas escolas primárias bate-se o dente enquanto nos gabinetes servem-se chazinhos quentes, é esta a realidade do Estado.

Em mais de trinta anos não conheci um único dirigente que se tivesse preocupado em poupar independentemente das limitações orçamentais,
gasta-se em telecomunicações quase sem controlo,
abusa-se da iluminação, do aquecimento e do ar condicionado,
gasta-se enquanto há dinheiro e gasta-se tanto mais quanto mais dinheiro houver.
Nenhum director-geral que chegue ao fim do ano com dinheiro disponível o devolve,
a regra é fazer compras de última hora, muitas vezes equipamentos luxuosos, para evitar um corte orçamental no ano seguinte.
Diria mesmo que todos fazem o mesmo, desde o chefe de divisão ao ministro, a lógica é lutar por orçamentos mais generosos.

Esta falta de responsabilização cívica por parte dos dirigentes do Estado leve a que os recursos sejam cada vez mais mal geridos,
chefe que se preze tem um batalhão de secretárias, o abuso chegou ao ponto de que nalguns serviços até os chefes de divisão já têm secretárias pessoais para lhes tratar do cafezinho.

De pouco servirão os cortes de que tanto se fala, não se alterando a cultura de gestão
a despesa tem uma mola, a seguir a um período de pressão haverá um novo salto na despesa, comprar-se-ão os carros que não forem comprados agora, admitir-se-ão os funcionários cujos contratos de admissão foram suspensos, criar-se-ão os lugares de chefias que agorão poderão ser eliminados.

Publicada por Jumento, 9.11.2010


De Acumular pensões... a 5 de Novembro de 2010 às 10:44
Consistência
[-por Vital Moreira, CausaNossa]

O Governo avançou com o fim da acumulação de pensões do sistema público com remunerações no sector público.
Muito bem.
Só não se percebe nessa lógica por que é que se mantém a possibilidade de acumulação de duas pensões do sistema público (a não ser que ambas tenham base contributiva própria).
Ao fim e ao cabo, a remuneração ainda corresponde a um trabalho prestado.
E não faz muito sentido deixar de receber uma pensão porque se está empregado e passar a recebê-la depois de aposentado, passando a receber duas...

Não desperdiçar uma boa crise


De Estado capturado por poderosos privados a 5 de Novembro de 2010 às 10:46
Não desperdiçar uma boa crise
[-por Vital Moreira]

O Governo vai finalmente rever o sistema de "associação" de escolas privadas, mediante o qual o Estado suporta as propinas aos alunos destas, como se de escolas públicas se tratasse.

O esquema foi inicialmente justificado como solução de recurso para suprir os défices de cobertura do sistema público.
Só que em breve se verificou um enorme abuso desse esquema, como forma de sustentar escolas privadas à custa das públicas, tanto mais que a cobertura do sistema público é hoje tendencialmente de 100%.

Por isso, há que pôr fim a este meio de subvenção de escolas privadas pelo orçamento do Estado, quando este é bem necessário para melhorar as escolas públicas, que, essas sim, constituem uma obrigação do Estado.

Só foi pena ter sido necessário uma crise para pôr fim à captura do Estado pelo poderoso lobby do ensino privado.

Aditamento
É evidente que o PSD não pode deixar de apoiar esta virtuosa medida de redução da despesa pública, ainda por cima despesa de todo em todo injustificada...


De Reformados dourados... a 5 de Novembro de 2010 às 09:30
De Reformados a 3 de Novembro de 2010 às 18:13
Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados.

Aí estamos na vanguarda, mas muito na vanguarda. De acordo, aliás, com estes novos tempos, em que a esperança de vida é maior e, portanto, não devem ser postas na prateleira pessoas ainda com tanto a dar à sociedade.

Ora vejamos:

* O nosso Presidente da República é um reformado;
* o nosso mais "mortinho por ser" candidato a Presidente da República é um reformado;
* o nosso ministro das Finanças é um reformado;
* o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;
* o ministro das Obras Públicas é um reformado;
* gestores activíssimos como Mira Amaral (lembram-se?) são reformados;
* o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;
* entre os autarcas, "centenas, se não milhares" são reformados, garantiu-o o presidente da ANMP
* o presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado (entre muitas outras coisas que a decência não permite escrever aqui);
E assim por diante...

Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a reformados?
Que valoriza os seus quadros independentemente de já estarem a ganhar uma pensãozita?
Que combate a exclusão e valoriza a experiência dos mais (ou menos...)
velhos?
Ao menos neste domínio, ninguém faz melhor que nós.
Ainda hão-de vir todos copiar este nosso tão generoso "Estado social"...


De Zé T. a 5 de Novembro de 2010 às 09:39
--- Abaixo ACUMULAÇÔES !!
(de Trabalhos ou de Reformas públicas, que no conjunto ultrapassem o salário do PR, ...e, se forem na privada, sejam super-taxadas )


Se a medida agora anunciada pelo Governo de IMPEDIR os REFORMADOS de ACUMULAREM trabalharem / terem cargos PAGOS na Administração Pública (central, autarquias, regiões, governo, assembleia, ... institutos e empresas públicas),

talvez se sinta alguma MORALIZAÇÂO e se consigam mais alguns empregos para desempregados ...

e haja uma mudança/ terramoto nas próximas candidaturas/ eleições legislativas e autárquicas.

pois tacho sem dinheiro (apesar de outras benesses e influências... para favorecer familiares -- Nepotismo) já não atrai tanto...


De . a 5 de Novembro de 2010 às 09:41
--- Zé das Esquinas, o Lisboeta

Olhe que não vai ser bem assim...
Isso´será só no futuro e se lá chegarmos (ao futuro) será só para alguns casos...

E os que já acumulam 2, 3, 4 pensões vão continuar... a acumular.

São os direitos adquiridos (dos 'grandes')
.
Mé, mé, mé... como fazem os carneiros...


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 5 de Novembro de 2010 às 11:53
Tirando o Santo António de Lisboa, que dizem ter tido o dom da ubiquidade, ninguem quase estar em dois lados ao mesmo tempo.
Logo não é possível ter trabalhado em dois sítios ao mesmo tempo.
Daí não ser correcto ter duas pensões de reforma.
Fazer descontos por duas ou mais
entidades é possível, mas não é correcto. É uma habilidade das «leis» não da justiça.
Portanto se se quiser acaba-se com essa merda num instante, baseado na má fé dos descontos.
Mas volto a lembrar que temos um candidato que disse nunca ter trabalhado na RDP mas como esta fez os descontos em seu nome, hoje tem uma reforma de lá... E se sente moralmente incomodado por isso!


De anónimo a 5 de Novembro de 2010 às 15:00
entre um Alegrão e um Cavacão ... venha o diabo e escolha ... e os leve, juntamente com seus apaniguados e ''beneficiários legais'' da predação deste país !!


De objMercados: ESMAGAR Trabalho e cidadãos a 4 de Novembro de 2010 às 17:20
Dar confiança aos 'mercados' é o último objectivo

O gráfico ao lado mostra-nos a evolução das taxas de juro da dívida pública de Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda face às da Alemanha. Ele dá-nos uma ideia das dinâmicas em causa algo contrastante com o que nos vendem todos os dias os economistas do regime.

1. A evolução das taxas de juro da dívida soberana de Portugal, Grécia e Irlanda (e da Espanha até Setembro) tem sido paralela. Isto revela que o custo imposto a cada Estado pelos compradores de dívida tem menos a ver com a ‘seriedade dos esforços de consolidação orçamental’ do que com uma multiplicidade de factores menos referidos pelos economistas do regime.

2. Entre esses outros factores destaca-se as posições que vão sendo tomadas ao nível da UE, sendo o peso da Alemanha preponderante. A subida dos juros verificada desde o início de 2010 até Maio é indissociável dos sinais contraditórios que iam sendo dados pelas instituições e governos da UE quanto a uma eventual intervenção conjunta para estancar a especulação financeira em torno da dívida soberana (cada vez que um dirigente político alemão ou do BCE sugeria que não existira apoio europeu, as taxas de juro saltavam). Quando, no início de Maio, foi anunciada a criação de um fundo de estabilização conjunto da UE e do FMI, as taxas de juro caíram abruptamente. Finalmente, quando nos últimos dias de Outubro a Alemanha avançou com a proposta de rever do Tratado da UE para introduzir não apenas a possibilidade de resgate, mas também de reestruturação de dívidas pelos Estados em dificuldades (o que, na prática, significa aumentar o risco de emprestar dinheiro a esse países, qualquer que seja a causa) as taxas de juro voltaram a aumentar. As posições europeias contam. Infelizmente, nem sempre no melhor sentido.

3. Outro dos factores determinantes da evolução das taxas de juro menos considerados pelos eco-comentadores lusitanos diz respeito às perspectivas de evolução económica e social de cada país. O aumento das taxas de juro da dívida grega em meados de Junho esteve associada às fracas perspectivas de desempenho do sector do turismo, em resultado das greves e da instabilidade social decorrente das medidas de austeridade tomadas. O aumento das taxas de juro verificado na Irlanda, em Portugal e na Grécia coincide com a publicação de dados sobre o fraco desempenho económico destes países. Não é difícil antecipar que o desacelerar do crescimento económico nas principais economias da UE (decorrente, por exemplo, de uma valorização do euro face ao dólar ou de uma subida significativa dos preços do petróleo) ou o agravar das tensões sociais (expectável, dado o nível de austeridade que está a ser imposto nos vários países) conduza em breve a novos saltos nas taxas de juro sobre a dívida soberana.

Estes factos permitem-nos perceber qual seria o CAMINHO de SAÍDA da CRISE que se vive:
planos de consolidação orçamental faseados, que dessem prioridade no curto prazo ao relançamento das economias e que evitassem o agravar das tensões sociais,
apoiados por decisões tomadas ao nível europeu que evitassem o acentuar da incerteza (com reflexos no custos do financiamento).
Em suma, o oposto do que está a ser seguido pelas instituições de UE e pelos governos dos Estados Membros.

O OBJECTIVO da estratégia seguida começa ser claro para todos:
não se trata de dar ‘confiança aos mercados’, mas antes fomentar a REDUÇÃO dos SALÁRIOS e dos DIREITOS SOCIAIS através do aumento prolongado do DESEMPREGO e da redução dos benefícios sociais.
Esta Economia da Idade das Trevas não pode acabar bem.

-por Ricardo Paes Mamede, Ladrões de Bicicletas, 4.11.2010


De Manter ABUSOS e destruir a Adm.Pub.!! a 4 de Novembro de 2010 às 12:47
O grande salto em frente

Quando ouço Gonçalo Castilho dos Santos, secretário(zinho) de Estado da Administração Pública prometer redução da despesa pública à custa da reorganização dos serviços públicos
recordo da política do grande salto em frente da China de Mao. Mao Tse Tung promoveu várias grandes política, quis transformar a China num grande produtor de aço e os jovens chineses derreteram tudo o que era de ferro, o resultado foi a China ter ficado com sucata a mais e enxadas a menos, morreram milhões à fome pois os campos foram abandonados por falta de ferramentas. Outra campanha idiota foi o combate às quatro pragas, acharam que as aves destruiam as colheitas e decidiram acabar com elas, no ano seguinte as prgas de insectos consumiram as colheitas e morreram mais uns milhões à fome.

Os mesmos governantes que falharam no PRACE e multiplicaram TACHOS estão agora a desencadear uma campanha populista que consiste em exibir à populaça a cabeça das chefias linchadas pelo grande salto do Castilho, pouco importando as consequências do seu desnorte.
É evidente que o secretário de Estado domina a linguagem SUPOSTAmente técnica e ainda ontem dizia que Essa reestruturação está pensada para a obtenção de economias de escala e poupança ao nível dos consumos intermédios e de alguma sobreposição de funções.

É evidente que nada está pensado e que o Castilho navega à vista, ouve dicas e se os chefes não forem do seu partido extingue o organismo.
Daqui a uns tempos e muito antes de surgirem as pragas de insectos Castilho exibirá o número de chefias que eliminou com o mesmo orgulho com que os jovens chineses exibiam as carradas de pardais que tinham abatido.

Além disso, acha que os portugueses são idiotas, quatro meses depois de criar o cargo de Mediador do Crédito vem dizer que quer acabar com SOBREPOSIÇÕES.
Para criar um cargo para um ex-secretário de Estado remunerado a mais de 7.000 euros por mês o governo não hesitou em atribuir ao mediador de crédito atribuições que continuam a ser do Banco de Portugal.
Temos agora um mediador, mais três conselheiros bem remunerados, um secretariado, instalações, carro e motorista e aposto que até à data o dito mediador fez tanto quanto os 16 controladores financeiros nomeados pelo ministro das Finanças.

Para manter estes abusos da despesa pública Castilho vai destruir serviços indiscriminadamente e depois exibirá os seus sucessos à populaça.

Os mesmos governantes que ESBANJARAM o dinheiro dos contribuintes em LUXOS, encomendas a escritórios de ADVOGADOS, vão manter as MORDOMIAS dos seus AFILHADOS eliminando outros serviços, pouco importando ao Castilho o que vai destruir.
Aliás, basta consultar o curriculo do secretário de Estado para se saber que não tem habilitações para gerir uma loja de bairro do Pingo Doce, quanto mais para reorganizar o Estado.

Receio que Idiotas como o Castilho desencadeiem uma vaga de POPULISMO anti-Administração Pública onde a troco do voto IGNORANTE não se olhe a meios.
Já lançaram sobre os funcionários públicos o estigma da CULPA pelo buraco financeiro, agora vem aí uma vaga de cortes de lugares de chefias em que só falta a exibição dos chefes pelas ruas de Lisboa como sucedeu nos tempos da revolução cultural.

Depois de uma legislatura em que a ASAE perseguiu o país tentando higieniza-lo à força, parece que o Castilho decidiu substituir o presidente da ASAE e decidiu higienizar a Administração Pública que ele próprio ajudou a EMPORCALHAR.
Tal como António de Sousa prometia encerrar restaurantes o Castilho promete encerrar serviços, se o António Sousa fechou a Ginginha do Rossio o Castilho não ficou atrás e fechou as Alfândegas.
Só que o discurso do Castilho é mais PERIGOSO, elege muita gente como responsável dos resultados da sua INCOMPETÊNCIA e faz parte de uma estratégia populista que visa disfarçar responsabilidades, DESVIAR a atenção dos portugueses e obter ganhos eleitorais à custa do país.

Apoiando-se em soldados vermelhos como estes Castilhos o governo de José Sócrates parece caminhar para o abismo.

- por Jumento, 5.11.2010


De Culpas chinesas a 4 de Novembro de 2010 às 15:29
o "jumento" é mesmo burro, ou não tem lido aqui, o LUMINÁRIA, ou, ainda, se o consulta não sabe ler, de contrario já teria compreendido que a culpa ou é dos chineses ou do excesso de pensionistas que no tempo da governação cavaquista até agora, à do Sócrates, invadiram este encantado e acantonado jardim junto ao mar que se designa de "Port Calém ".

Leiam o Luminária e os, sempre esclarecidos, postes de um certo "histórico de Sócrates".

cultivem-se, senhores/as...


De Portugal: desgoverno e sangessugas !! a 4 de Novembro de 2010 às 11:17
Artigo de jornal russo sobre Portugal
( Pravda.ru )

Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal, pelo Governo LIBERAL de José Sócrates. Mais um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria.

E não é por eles serem portugueses.

Vá o leitor ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, oriunda de um povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e à Austrália.

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA,
mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos ARROGANTES e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política ELITISTA Portuguêsa no Partido Social Democrata (PSD) e Partido Socialista (PS), gangorras de MÁ GESTÃO política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o DÉFICE. Porquê?
Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?
Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia se deixou SUGAR, é aquele em que as agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos Estados Unidos da América (onde havia de ser?)
virtual e fisicamente, controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito.

Com amigos como estes organismos e ainda Bruxelas, quem precisa de inimigos?

Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e com medo, apavorada com a Alemanha depois das suas tropas invadiram o seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. A França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para a sua indústria.

E Portugal?
Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos pelos motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de que país eles vêm?
Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são os Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata da direita) e PS (Socialista, do centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo ESGOTO abaixo, destruindo a sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir!!) e a sua indústria (desapareceu!!) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas!!), a troco de quê?

O que é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza numa base sustentável?

Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que despejaram bilhões de euros através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal.
Eleito fundamentalmente porque ele é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem tem um olho é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder
(que só em Portugal, é!!) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de SANGUESSUGAS e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua "política de betão" foi ...


De . a 4 de Novembro de 2010 às 11:35
Artigo de jornal russo sobre Portugal
...
A sua "política de betão" foi bem concebida, mas como sempre, mal planeada, o resultado de uma inapta, descoordenada e, às vezes inexistente localização no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.

Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou-se em empresas e ESQUEMAS fantasmas.
Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini, Maserati. Foram organizadas caçadas de javalí em Espanha. Foram remodeladas casas particulares.
O Governo e Aníbal Silva ficaram a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi DESPERDIÇADO. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem.
Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político.
E ele é um dos melhores?!

Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanitário, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira.

Ele foi seguido pelo excelente diplomata, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com o seu discurso do que com os que resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha.
Resultando em dois mandatos de José Sócrates; um Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado pelos interesses instalados.

Agora, as medidas de AUSTERIDADE apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria INÉPCIA para enfrentar esses INTERESSES, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares (???) de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projetos de educação).

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes.

O Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados:
Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%).
Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%)
Concordo com o sacrifício (1%)
Um por cento.

Quanto ao aumento dos impostos, a reação imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afetará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) RECESSÃO.

Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem os resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar!!

É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de rating, que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português.

Quanto ao futuro, ...


De classe política ABOMINÁVEL. a 4 de Novembro de 2010 às 11:38
Artigo de jornal russo sobre Portugal
...
Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno do Governo de Portugal para o PSD,
enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado com as suas ideias e propostas.

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente.
Essa classe, enviou os interesses de Portugal para o ralo/esgoto, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a MASSACRAR o povo com mais castigos.

Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha.

Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certos, bem longe de Portugal, como todos os que podem estão a fazer. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico e uma classe política abominável

Timothy Bancroft-Hinchey
Pravda.Ru


De Mais lido a 4 de Novembro de 2010 às 12:31
O que dirá DD? vai reafirmar que "isto foi mesmo tomado pelos comunistas!"

Claro que o Praveda não tem comparação com o LUMINÁRIA, este é muito mais lido que aquele, em Portugal está visto...


De Lei 2105 - NÃO aos MAMÕES... a 4 de Novembro de 2010 às 10:54
A Lei nº 2105 - disciplinar e moralizar gestores Públicos

Artigos de Opinião
Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês.

Corria o ano de 1960 quando foi publicada no “Diário do Governo” de 6 de Junho a Lei 2105, com a assinatura de Américo Tomaz, Presidente da República e do Presidente do Conselho de Ministros, Oliveira Salazar.
Conforme nos descreve Pedro Jorge de Castro no seu livro ''Salazar e os milionários”, publicado pela Quetzal em 2009, essa lei destinou-se a disciplinar e moralizar as remunerações recebidas pelos gestores do Estado, fosse em que tipo de estabelecimentos fosse.
Eram abrangidos os organismos estatais, as empresas concessionárias de serviços públicos onde o Estado tivesse participação accionista, ou ainda aquelas que usufruíssem de financiamentos públicos ou “que explorassem actividades em regime de exclusivo”.
Não escapava nada onde houvesse, directa ou indirectamente, investimento do dinheiro dos contribuintes.

E que dizia, em resumo, a Lei 2105?
Dizia que ninguém que ocupasse esses lugares de
responsabilidade pública podia ganhar mais do que um
Ministro.
A publicação desta lei altamente moralizadora ocorreu no Estado Novo de Salazar, vai, dentro de 2 meses, fazer 50 anos.
Catorze anos depois desta lei “fascista”, em 13 de Setembro de 1974, o Governo de Vasco Gonçalves, recém-saído do 25 de Abril, pegou na Lei 2105 e, através do Decreto Lei 446/74, limitou os vencimentos dos gestores públicos e semi-públicos ao salário máximo de 1,5 vezes o vencimento de um Secretário de Estado.

Hoje, ao lermos esta legislação, dá a impressão que se mudou, não de país, mas de planeta, porque isto era no tempo do “fascismo” (Lei 2105) ou do “comunismo” (Dec. Lei 446/74).

Agora, é tudo muito melhor, sobretudo para os reis da
fartazana que são os gestores do Estado dos nossos dias.
Não admira, porque mudando-se os tempos, mudam-se as vontades, e onde o sector do Estado pesava 17% do PIB no auge da guerra colonial, com todas as suas brutais despesas, pesa agora 50%.
E, como todos sabemos, é preciso gente muito competente e soberanamente bem paga para gerir os nossos dinheirinhos.

Tão bem paga é essa gente que o homem que preside aos destinos da TAP, Fernando Pinto, que é o campeão dos salários de empresas públicas em Portugal (se fosse no Brasil, de onde veio, o problema não era nosso) ganha a monstruosidade de 420.000 €/mês, um ”pouco” mais que Henrique Granadeiro, o presidente da PT, o qual aufere a módica quantia de 365.000 €/mês.

Aliás, estes dois são apenas o topo de uma imensa corte de gente que come e dorme à sombra do orçamento e do sacrifício dos contribuintes, como se pode ver pela lista divulgada recentemente por um jornal semanário, onde vêm nomes sonantes da nossa praça, dignos representantes do despautério e da pouca vergonha a que chegou a vida pública portuguesa.

Entretanto, para poupar uns 400 milhões nas deficitárias contas do Estado, o governo não hesita em cortar benefícios fiscais a pessoas que ganham por mês um centésimo, ou mesmo 200 e 300 vezes menos que os homens (porque, curiosamente, são todos homens…) da lista dourada que o “Sol” deu à luz há pouco tempo.
Curioso é também comparar estes valores salariais com os que vemos pagar a personalidades mundiais como o Presidente e o VicePresidente dos EUA, os Presidentes da França, da Rússia etc...

Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês.
Não é preciso muito, nem sequer é preciso ir tão longe como o DL 446 de Vasco Gonçalves, Silva Lopes e Rui Vilar;
basta ressuscitar a velhinha, mas pelos vistos revolucionária Lei 2105, assinada há 50 anos por Oliveira Salazar.

Vasco Garcia, Professor Catedrático


De Biblicos a 4 de Novembro de 2010 às 10:17
Essa gente hão-de ir todos pró céu
visto que segundo Evangelho de São Mateus: «Só o pecado redime.», foi que um deputado afimou na Assembleia da República.

entre opus e maçons são todos gente temente a deus, biblicamente falando.


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