De DD a 31 de Maio de 2009 às 20:19
A realidade é que o "bloco central" continua praticamente nos 70%. Por isso, a crítica a uma solução governativa desse tipo é antidemocrática por ir contra a esmagadora maioria dos portugueses.

Sócrates tem pedido para as legislativas uma maioria absoluta e diz que um governo minoritário não poderá governar e será de curta duração. Mas, Sócrates nunca declarou abertamente ser contrário a uma coligação, mesmo com a Manuela F. Leite. Ao contrário de Sócrates, a MFL empenhou a sua palavra de que nunca faria uma coligação "bloco central" e nunca com o engenheiro José Sócrates. É evidente que não há eleitos leprosos à AR e, por isso, todas as coligações são possíveis. Manuela F. Leite é feiíssima , mas uma coligação não é um noivado nem um casamento.
Saliente-se que o PCP espuma de ódio contra o PS e uma coligação implicaria o fim de todas as reformas e o estabelecimento de um Estado mais meritocrático com melhores professores, melhores funcionários, melhores médicos, juízes, etc. Como PCP seria a balda do ostume na tentativa de conquistar o poder absoluto com o apoio dos sindicatos, mas sem qualquer viabilidade na actual situação portuguesa em que, mesmo com a crise, não se está tão mal para querer uma "revolução bolchevique" em São Bento.
Quanto ao BE, ninguém sabe o que quer, a não ser que o PS e nenum outro partido tenha a maioria, mas Louçã não se diz apto a fazer uma coligação com o PS para apoiar um programa de esquerda não radical e susceptível de ter aplicação prática na sociedade portuguesa e no contexto de crise mundial.
Se Louçã dissesse que poderia fazer uma coligação com o PS era capaz de ter mais votos. Claro, nem o BE nem o PCP poderão alguma vez chegar à maioria absoluta. Não o conseguiram em 35 anos nem em qualquer sondagem, pelo que não deverão conseguir no futuro.


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