Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

Greve geral -SIM

Greve Geral

 

Quando João Proença disse, aqui há uns dias, que a UGT iria estar em sintonia com a CGTP para concretizarem a greve-geral de 24 de Novembro, acrescentou que também entendia ser inevitável aprovar o OE que tinha sido entregue na AR.
De imediato ouviram-se críticas que apontavam contradição nas posições assumidas e ouviram-se as gargalhadas provindas dos fazedores de espuma.
No entanto não há qualquer contradição. Tal como Proença, também compreendi desde o início a necessidade de ver aprovado este Orçamento, mas não prescindo de aderir à greve-geral.
São duas questões a serem tratadas em separado:
Uma (a questão de aprovação do OE) destina-se a tentar evitar o mal maior;
A outra (a da greve-geral) destina-se a dar o sinal de que foi atingido o limite da tolerância e que deixou de haver margem para continuar o rega-bofe.

É importante que os políticos que nos governam e os especuladores nacionais e internacionais que nos estrangulam entendam que chegou o momento em que a nossa compreensão para as actuais medidas não é um sinal de aceitação dos erros continuados que nos conduziram até aqui. É inevitável fazê-los entender que não estamos na disposição de continuar a admitir novos pedidos de austeridade para tapar os buracos de uns e os roubos de outros.
Isto serve para todos os que têm responsabilidades começando pelo Governo, passando pela Assembleia da República e pela oposição e terminando no Presidente da República.

Quanto aos especuladores há que dar o sinal de que também eles estão no limite.
Impingem condições e chantageiam-nos com ameaças de corte de crédito fazendo-nos crer que o crédito que nos atribuem é uma dádiva e não o negócio de agiotagem que justifica a sua existência.
 
LNT, a barbearia do sr.Luis, 4.11.2010


Publicado por Xa2 às 00:38 | link do post | comentar

15 comentários:
De Zé T. a 5 de Novembro de 2010 às 10:15
Texto quase excelente...
pois discordo sobre a questão da necessidade de aprovação deste Orçamento (com suas injustiças...),
desligado de medidas coordenadas e adequadas da UE (e da aliança dos 'PIGS', sob ataque) para combater a Agiotagem dos 'mercados'/ especuladores/banca e suas 'mandadas' agências de rating ...


De DD a 6 de Novembro de 2010 às 20:33
Quais foram os erros?
Construir estradas, rotundas, escolas, hospitais, politécnicos, universuidades?
Montar um excelente Serviço Nacional de Saúde (ou quase)?
Pagar reformas a quase 4 milhões de pessoas?
Pagar RMI a pessoas com baixos níveis de rendimentos e complementos de pensão?
Claro que houve um factor de erro no sentido de a economia não aguentar tantas despesas e o País ter vivido à custa de empréstimos.
Em 2007, a situação estava no bom caminho com aquilo tudo o que foi descrito e um défice de 2,7%.
Apareceu a crise, pretendeu-se gastar dinheiro em obras para evitar o colapso do emprego e que foram quase todas em escolas e hospitais, etc.
Não se construiu um novo aeroporto, nem TGV, nem ponte, nem absolutamemte nada de espectacular e anularam-se algumas autoestradas previstas.
Aumentou-se em 2,9% os salários dos FP e o salário mínimo.
Com isso, a despesa do Estado derrapou para um défice de 7,7 a 8,tal %.
Foi erro? Pode ter sido, mas foi precisamente o erro que os sindicatos exigem e exigiam que se fosse ainda mais longe no sentido da despesa pública.
Lança-se areia para os olhos do povo com a ideia que os bancos e empresas ganham muito. Os bancos até ganham 42 cêntimos por dia por cada português e muitas empresas não estão falidas, pois apresentam lucros.
Estaríamos melhor se estivessem falidas ou não tivessem lucros?
Veja-se que o problema da Islândia e da Irlanda não foi a despesa do estado, mas simplesmente a falência dos bancos.
No caso da Irlanda isso produziu um défice de 30% nas contas públicas porque o dinheiro que estava nos bancos era e é do povo, pelo que o estado teve de intervir para não levar os trabalhadores e as empresas à falência. Seria uma espiral de falências. Os bancos não pagariam o dinheiro que as empresas têm depositado e estas não pagam aos trabalhadores que, por sua vez, não recebem o dinheiro de eventuais depósitos que tinham na banca. Além disso, as empresas deixam de pagar a fornecedores e estes deixam de pagar às empresas e os clientes deixam de comprar.
É isso que querem?
Nenhuma greve vai resolver seja o que for, porque não se trata de agiotagem, mas simplesmente de o País ter de viver um pouco mais à sua custa com um défice das contas públicas de 4,7% do PIB em 2011, o que significa mais de 8% de gasto a mais do Estado relativamente às receitas.
Os bancos ou mercados exigem mais juros, mas devemos ser nós os portugueses a exigir de nós mesmos o equilíbrio das contas públicas e das contas nacionais. Ter pois despesas do Estado iguais às receitas e importar em valor tanto como se exporta.
Querer o contrário ou que apareça de repente uma outra economia que o consiga é estupidez a mais.
O Governo do PS pode cair já em Abril ou Maio, mas as contas ficam e ninguém vai alterar essa necessidade elementar de ter finanças e economia equilibradas ou tendencialmente equilibradas com défices menores.


De Izanagi a 7 de Novembro de 2010 às 02:20
Por*a parece a cassete do Cunhal Sempre a mesma m m*rda . Apareceu a crise. OK. Mas porque será que a crise não afectou a Finlândia , a Dinamarca a Suécia, o Luxemburgo, Malta, Alemanha, etc etc . Porque se veio logo instalar na periferia? Quando é que DD explica o porque de a crise ter escolhido logo Portugal? Estamos á espera.
Agora, agora não, já há muito tempo, DD defende os bancos em prejuízo dos cidadãos que pagam impostos. Ele lá saberá por quê. Mas tem que explicar porque é que há países onde faliram alguns bancos e outros se mantiveram. Porque é que em Portugal tinha que ser diferentes, ou seja a falência de um banco arrastaria todos os outros á falência. Ficamos á espera da explicação do DD. E aproveite para explicar porque é que há tantas barreiras burocráticas á constituição de novos bancos. A quem é que isso aproveita e em benefício de quem é que foram criadas e por quem foram criadas. Venha de lá essa explicação. Aguardamos ansiosos a mesma.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 7 de Novembro de 2010 às 12:25
Greve Geral sim, mas onde interepode doer.
Os portugueses deviam fazer GREVE GERAL AO PAGAMENTO DE IMPOSTOS.
Nem mais um "euro" para para o este governo!
Não pagamos, não pagamos...


De MA: apoio à GREVE p. mudar Políticas a 9 de Novembro de 2010 às 14:06
Claro (apoio de Manuel Alegre à Greve Geral)
(-por Daniel Oliveira, Arrastão)

O candidato à Presidência da República Manuel Alegre afirmou hoje que a greve geral de 24 de Novembro será “muito importante” se funcionar como “alerta à sociedade e como factor capaz de criar uma nova dinâmica social”.

“Eu penso que a greve geral vai ser um momento de grande significado sindical, político e democrático”, afirmou Manuel Alegre.
O candidato a Belém, que intervinha no encerramento do IX Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP, sublinhou ter tido “sempre uma posição muito clara” relativamente ao direito à greve e considerou “curioso que ninguém” tenha confrontado Cavaco Silva sobre a iniciativa de dia 24.

“A minha posição é muito clara, eu sempre defendi o direito à greve e considero muito importante esta greve geral, não apenas como
manifestação da liberdade de expressão e do direito de protesto, mas como alerta à sociedade e como um factor capaz de criar uma dinâmica nova, social, que
abra o caminho à mudança e que abra o caminho à procura de novas soluções e de alternativas sociais”, declarou.

O candidato presidencial apoiado pelo PS e pelo BE teceu um cenário dramático da situação do país e defendeu que
“com políticas de austeridade, com recessão, com desemprego e com agravamento das desigualdades, não sairemos deste círculo vicioso”.

“A recessão traz recessão, a austeridade traz austeridade, o desemprego traz desemprego, nós precisamos é de políticas de emprego e de crescimento económico”, advogou.

“Estão-nos a impor as mesmas receitas que provocaram a crise e, portanto essas receitas vão continuar a agravar a crise, as desigualdades, a pobreza, o desemprego”, acrescentou.

Publico


De Luta por 1 vida Melhor a 17 de Novembro de 2010 às 12:16
FERNANDO NOBRE APOIA GREVE GERAL


«Fernando Nobre declarou hoje o seu total apoio à greve geral convocada para o próximo dia 24 de Novembro.

Após o encontro com Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, o candidato presidencial disse que “estará com a Greve Geral enquanto cidadão que exerce o seu direito cívico” e afirmou que
a sua candidatura “só pode ter uma atitude de apelo às pessoas na luta por uma vida melhor.”» [Público]


De Alltuga : GREVE GERAL, 24 Nov.2010 a 23 de Novembro de 2010 às 10:53
Alltuga - Eventos e promoções, EP


Deixando de parte a cor dos parafusos dos Patriots, matéria da qual o Nuno Rogeiro tem profundo conhecimento e sobre a qual poderá dissertar horas a fio, diria que as cimeiras de Lisboa correram muito bem.

Portugal é um excepcional organizador de eventos, sejam eles a feira do sexo, da NATO, ou as outras onde se ouvem os "Porreiros, pá!".

Para além disso é um excelente anfitrião. A comprová-lo ficam as palavras de agradecimento de Obama e os almoços e jantares grátis com vista panorâmica de Monsanto que tivemos o prazer de servir aos palhaços do circo internacional da desobediência civil.

Agora que está na hora de desmontar a tenda e de aguardar um pouco mais os tais meios de segurança que foram adquiridos à pala do evento para dotar as nossas polícias com meios suficientes para enquadrarem as desobediências civis portuguesas que poderão estar aí a rebentar com a entrada do ano de 2011, é tempo de balanço das nossas interioridades, que é como quem diz, do orçamento de estado rosa-alaranjado e das suas melhorias consubstanciadas na devolução do leitinho achocolatado à lista mais baratinha do IVA.

A um mês e pouco da crise que se inicia para os contribuintes com a entrada em vigor do amargo OE, é tempo de avisar os eleitos e os que, não o sendo, têm a mania que são, de que a nossa paciência está no limite e que se é verdade que o FMI vai ter de entrar pela nossa vida dentro, então mais vale que entre já do que mais tarde porque, com o aperto anunciado, já deixámos de o temer.

Ah, e deixem lá o Amado ir descansar, que ele bem merece, agora que já lhe fizeram o elogio fúnebre. Para que não se sinta só na viagem libertadora, soltem também o financeiro dos Santos antes que tenha de se desdizer mais uma vez.

Boa semana e na quarta-feira lá nos encontraremos na Greve Geral, tá?

LNT , [0.423/2010], http://barbearialnt.blogspot.com/ 22.11.2010


De ... a 23 de Novembro de 2010 às 11:14
24 de Novembro - Dia de Greve Geral

Depois de amanhã o País vai parar. Uma greve convocada pelas duas centrais sindicais CGTP e UGT, com sucesso garantido.

Há todas as razões para se concordar com esta greve geral.

O país encontra-se perante a crise mais grave da história recente e um conjunto de medidas de austeridade gravosas para a população em geral foram lançadas pelo governo com a pretensão de atacar a crise.

Há, porém, a sensação e a certeza de que os seus efeitos são desigualmente distribuídos. E a greve tem sobretudo sucesso na base deste sentimento.

Fica sempre pendente a questão: E depois desta greve o quê? Ou seja que resultados positivos para a população portuguesa?

Será que pelo menos fica pendente a ideia de que urge encontrar um novo modelo económico que reduza menos a exploração de quem trabalha ou trabalhou?

Mas que contributos trouxe a greve ou a preparação dela para esse novo modelo?.

Será o corte de salários que o senhor Monks, o presidente dos sindicalistas europeus, admite compensado com subsídio de desemprego e formação, o caminho?

No meu entender por aí não se irá longe. A grande exploração continuará, apesar de já ouvir vozes a proclamar que estamos perante uma inovação no mundo laboral.

Deve partir-se do que mudou no Mundo, na Europa e em Portugal nos últimos decénios para sobre essas mudanças estruturar um novo modelo de desenvolvimento sócio-económico.


# posted by Joao Abel de Freitas, http://puxapalavra.blogspot.com/ 22.11.2010


De Zé T. a 23 de Novembro de 2010 às 11:17

Pelo que se pode concluir... que os governos/parlamentos governaram mal, ...

1- endividando-se demasiado ... com luxos e mordomias para os seus dirigentes e administradores de topo ... com manipulações contabilisticas/ orçamentais (e desorçamentações), com excessivos 'outsourcing' , com contratos para empresas 'amigas' que lhes dão 'luvões' e futuros 'tachões', ... com pareceres e estudos encomendados 'à medida', com má-gestão e dolo de incompetentes paraquedistas boys e nepotistas, ...

2- permitindo aberrante fosso de rendimentos (obscenos), e de despedimentos apenas por questões economicistas... a promoção da 'obscenidade económico-social' e a perda de valores éticos e de cidadania...

3- deixando destruir a sua economia produtiva (agricultura, pescas, indústria, artesanato, ...) e aceitando passivamente as 'deslocalizações' fabris sem exigir contrapartidas pelos estragos causados e subsidios e isenções recebidas (aquando da sua implantação e funcionamento no país), ...

4- não impondo barreiras às importações de países com 'dumping' social (quase escravatura) e ambiental (poluição)...,

5- não regulando/ controlando os bancos e seus 'produtos', comissões juros e spreads ...

6- não taxando devidamente as operações bolsistas / especulativas e as transferências para offshores ...

7- não forçando/impondo uma política comum (europeia e internacional´, começando com uma aliança dos países periféricos europeus mais afectados pela crise GIPSI ), com um orçamento comum da UE e meios associados para estabilizar e crescer a economia da U.Europeia;
que diminuísse hipóteses de surgimento de 'Madoff's, e das manipuladoras agências de rating ao serviço de abutres e usurários,
e acabassem (ou limitassem muito a acção d) os paraísos fiscais/'offshores' (concertada e gradualmente acabando com estes 'ninhos' de piratas, criminosos, fugitivos aos impostos e lavadores de dinheiro de: droga armas corrupção prostituição ...),...
...

e então ... faz-se o quê ?


De Greve não a 23 de Novembro de 2010 às 11:56
Há razões mais que suficientes para que os trabalhadores e a população em geral fazer protestos. Será que há? não haverão culpas próprias de uns e de outros na situação a que isto chegou ? Muito se clama por "nova politica" por "outra politica" sem que digam que nova ou que outra poderia ser.
Os sindicatos, no dia 25, não sabem que fazer nem que propostas de futuro apresentar. Andam a trabalhar freneticamente para o dia 24, não sabem o que fazer no dia seguinte.
Ninguem faz debate sério sobre que tipo de sociedade queremos para futuro. Esta é a questão de fundo e que não se vê debatida.
Alguem inicie o debate sobre que sociedade pretendemos construir, diferente desta em que vivemos.
Todos são contra os patrões, contudo ninguem organiza os desempregados, nem eles proprios, para que haja autosuficiencia e independencia dos patrões, porquê?
Toda a gente diz cobras e lagartos conta este mafioso sistema capitalista, em vez de se clamar tanto contra tal sistema não seria mais inteligente tentar substituilo?
Faz-me lembrar aquala maxima, tantas vezes apreguada e certamente amanhã repetida "proletraios de todo o mundo univos" o capital sem ,fazer barulho nem alerido, é que se foi unindo cada vez mais, enquanto os trabalhadores o vão apreguando. Simplesmente!
Eu não faço greve pela razão simples que tudo ficará igual depois dela...


De Não tenho culpa dos teus sonhos a 23 de Novembro de 2010 às 15:40
«...todos nós ou aprendemos ou constatamos que vencer hoje na vida é ser um assumido e descarado aldrabão, sem palavra nem honra...»
Por MJCarvalho, Vida Económica de 19/11/2010.


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