Responsabilidade e medo controlado

Cimeira da NATO - blindagem organizativa  [publicado por AG] 

A Cimeira da NATO (ou OTAN) correu impecavelmente.
O país mostrou, mais uma vez, que sabe organizar. Como alguém disse, falta mostrar que se sabe organizar.
Fez bem o Primeiro Ministro em correr a agradecer à PSP o esforço organizativo que garantiu a segurança da Cimeira. Ainda mais notável quanto falharam os esperados blindados - que afinal não fizeram falta nenhuma.
Mostrar que o país se sabe organizar implica agora não passar uma esponja pelo que falhou.
Convem que se apure quem foi responsável pelo falhanço dos blindados: quem decidiu encomendar, quando, como, porquê, havendo a possibilidade de os pedir emprestados à GNR. Como os vamos pagar e a quem, através de que engenharia financeira?
Mostrar que o país se sabe organizar implica que alguém assuma responsabilidades no MAI.
Implica não continuarmos a blindar a irresponsabilidade.

 

Cimeira da Nato/Otan Lisboa 2010Lá fora os policiais fazem valer a segurança que é exigida às democracias para que as democracias sobrevivam à fúria dos príncipes da liberdade.
Exagerada, diz o cidadão que não conseguiu arrumar o carro no perímetro de segurança do hotel aqui ao lado, adequada, diz o homem de fato cinzento que passa com um pingarelho atarraxado na orelha.
Portugal, terra de brandos costumes que já viu morrer um líder no hall de um hotel do Algarve e que já viu muitas outras coisas barbaramente brandas acontecerem, é o anfitrião das principais democracias mundiais.

O que se vai discutir é do âmbito do conceito democrático. O que se vai decidir é o que os eleitos pelos seus povos estão universalmente mandatados para decidir. Teremos de estar de acordo com todas as decisões? Não, seguramente não. Teremos direito a manifestar o nosso desacordo? Certamente. Sabemos quem paga aos grupos internacionais profissionais da agitação que já abancaram por cá há uns dias? Temos uma ideia.

A democracia também se faz na rua. Para a fazer e para assegurar a sua sobrevivência temos de montar um esquema de segurança destes? Claro que sim.
Oxalá todos (forças de segurança e cidadãos) se saibam comportar como democratas. Oxalá os meios que passaram a equipar as forças de segurança sirvam, agora e sempre, para defender os cidadãos.
LNT

 



Publicado por Xa2 às 08:07 de 22.11.10 | link do post | comentar |

12 comentários:
De ... a 26 de Novembro de 2010 às 09:57
19 de Novembro de 2010

Interrompam por minutos a guerra à guerra e reparem no social

Nos ecos e protestos sobre a cimeira da NATO, tem-se subestimado o impacto social das medidas programadas de reestruturação da Aliança,
cujos efeitos incontornáveis passam pela redução de pontos de comando, serviço e de apoio, bem como a redução significativa de postos de trabalho (muitos milhares de militares e civis vão perder os seus empregos), com distribuição do mal pelos vários países membros, incluindo, claro, em Portugal.

Estas medidas foram sobretudo pressionadas pelo governo conservador britânico (que procedeu, no seu país, a uma fortíssima redução de efectivos militares e civis que trabalhavam na defesa) mas rapidamente foram aceites por todos os membros, até porque mal parecia o contrário e tendo em vista os apertos orçamentais a que todos os países sujeitam as suas contas nacionais.

É uma lástima que esta componente social da problemática NATO, este contributo abominável para o aumento do desemprego, não conste com a ênfase merecida dos discursos e interpelações dos adversários da cimeira, em que estão arroladas centenas de sindicatos (leia-se a lista das organizações que fazem parte da plataforma Paz sim / Nato não).

-por João Tunes
-------------------------
Protocolices

Obama lembrar-se-ia de referir a "nacionalidade" do seu cão, na fase de cumprimentos protocolares a anteceder uma qualquer reunião de Estados que se realizasse em Berlim, se este fosse um “pastor alemão”?

Publicado por João Tunes, AguaLisa6.blogs.sapo.pt


De Dizem eles... a 23 de Novembro de 2010 às 10:31
Democracia, dizem eles

Se tivesse de escolher a imagem certa e certeira para a cimeira da Nato, seria esta, que encontrei na primeira página de sábado do Financial Times.

Obama foi a super-estrela do encontro, uma espécie de artista pop em versão política - e na imagem (além de me lembrar de Michael Jackson sempre protegido por um guarda-chuva...), estabelece-se bem a hierarquia do evento: o presidente americano num plano superior, os outros presidentes mais abaixo (aqui, representados por Cavaco), e os cidadãos, rasteiros ao chão, servindo sua excelência e protegendo-o da intempérie. A distância entre o homem do guarda-chuva e o objecto da sua atenção revela esta cidade sitiada em que vivemos – num histerismo de medo que, curiosamente, ignorou o resto de Lisboa. Para registo de memória, lembro que o 11 de Setembro, em Nova Iorque, e o 11 de Março, em Madrid, não tiveram como alvos os lideres políticos, mas sim os cidadãos comuns, em espaços públicos como as Torres Gémeas ou uma estação de comboios.

Um taxista dizia-me, na sexta-feira à noite, que as medidas de segurança em Lisboa revelavam que “isto da democracia era um falhanço completo, porque nós, humanos, não sabemos viver em liberdade”. Não cheguei a responder-lhe, por manifesta falta de paciência, mas na verdade ele tem um bocado de razão. Tem o bocado que diz respeito aos que vivem em liberdade condicionando a liberdade dos outros, atropelando leis e Constituições, definindo excepções como se fossem efectivamente ditadores. Jurando que não são.

Este fim-de-semana, os lisboetas souberam o que era viver no mesmo espaço dos homens que andam debaixo de um qualquer guarda-chuva alheio, mas sempre acima e à frente. E lá está o drama da democracia: não votámos neles. Nem nos que se lhe opunham. A imagem não podia ser mais evidente. E a pergunta também: democracia, dizem eles?

O povo tinha razão quando inventou que quem se lixa é sempre o mexilhão.

http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/ 21.11.2010


De DD a 22 de Novembro de 2010 às 23:35
No âmbito da política militarista, guerreira e agressiva da Nato, a Alemanha anunciou na cimeira que ia acabar com o serviço militar obrigatório e que o orçamento das suas forças armadas vai sofrer uma redução de oito mil milhões de euros.

O conjunto dos países europeus da Nato pretendem reduzir as suas despesas militares em mais de 200 mil milhões de euros.


De aberração despesista militar... a 23 de Novembro de 2010 às 08:45
e Portugal ?
em vez de reduzir custos, aumenta o orçamento para as FA e Segurança.,
compra submarinos, ... blindados, ...
faz promoções em série aumentando salários de generais oficiais e sargentos do quadro e na reserva, ...


De Vão reunir para outro lado. a 22 de Novembro de 2010 às 15:38
Porque não vão reunir para o Atlântico (Norte) ?

Desculpem a perguntinha, mas porque é que não vão reunir para uma ilha, ou mesmo num porta-aviões?

Era assim que dantes se fazia e não no meio das capitais. Porque será?
Para ensaiar estados de excepção e dar pretexto a jogos de guerra civil com transmissão directa na TV?

Publicada por José M. Castro Caldas em 17.11.10


De ... a 22 de Novembro de 2010 às 15:42
---Helena Romão disse...

Porque o porta-aviões não tem suites de 5 estrelas para todos, mas sobretudo porque não tem população civil a servir de escudo humano em caso de ataque.

Em cidade, se alguém planeasse um atentado contra os participantes, não pode fazê-lo localmente, porque a protecção é demasiado apertada.

Resta fazer um bombardeamento da cidade toda.

Um porta-aviões sem escudos humanos é um alvo demasiado fácil.

--- GWB disse...
A pergunta é muito pertinente

--- Luis Moreira disse...
Se estiverem de acordo assinem:http://estrolabio.blogspot.com/2010/11/uma-proposta-do-professor-julio-marques.html

--- Anónimo disse...
Porque seriam outros a pagar as despesas da Cimeira...

--- Luis Moreira disse...
Este livro é importante:http://estrolabio.blogspot.com/2010/11/lancamento-do-livro-escolha-da-escola_18.html

--- Zuruspa disse...
A pergunta correcta seria:
"porque näo väo reunir para a PQP?"

--- simon disse...
Eh, porque não vão para lá?
Porque o nosso sókas, esse pesadelo que nos coube em sorte, é vaidoso, pior que os polícias, uns cães amestrados ao gosto do dono,
e dos jornalistas, felizes quão repetitivos, como se passassem de uns paus-mandados, sem espinha, dessa súcia de armas mais assassina do mundo.

--- Paulo disse...
E privar Sócrates e os ministros (mai-las esposas) de privar com a nata do mundo?
Que maldade inenarrável!
Até parece que não podem ver o pessoal na estratoesfera da felicidade.


De MAI + 1 crime de 5 milhões a 22 de Novembro de 2010 às 12:47
O 'responsável' por isto, também é o ministro das Finanças. Mas não só:
“PSP: CRIME DE 5 MILHÕES”

Na antiga Lusitânia, nem com um segundo PEC as chefias do Estado se conseguem entender:
para a cimeira da NATO em Lisboa (Novembro), o ministério da Administração Interna descobre (agora) a necessidade de blindados e outros equipamentos para a PSP - custo de 5 milhões.

Esta cimeira, prevista há um ano, passou portanto ao lado de dois PEC e OE de 2010.
Tipicamente português.
A quem interessa esta desorganização?
Pior ainda, quando há blindados capazes na GNR. E até no Exército com os novos blindados Pandur, unidades prontas e capazes de servir para o efeito.

No sector da Defesa e Segurança, mais um crime económico em perspectiva:
5 milhões de equipamento, sem concurso (a quem interessa?) ou necessidade, uma vez que existe na dependência do Estado (GNR e FA).

Vale, que parece haver disponibilidade financeira onde menos seria de esperar:
no Governo Civil de Lisboa, a comprovar outro duplo absurdo: haver Governo Civil (para quê) e ter sido assim dotado pelo OE/2010. (enviado à Visão)

PS: blindados, que nem vieram nem eram precisos. Mas para pagar.
Mas não fui eu que convidei este MAI para o governo. Nem o MF.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 22 de Novembro de 2010 às 13:24
Aqui está uma boa questão:
- Os tais blindados vão ser aceites e pagos ou devolvidos ao fornecedor por incumprimento no prazo de entrega?
Eu passo a explicar:
Se encomendarmos um bolo para um casamento e este não for entregue a tempo do mesmo, para que serve o dito depois da data? Teremos que ficar com ele? Teremos de o pagar? Qual foi a empresa de consultoria de advogados que foi paga para elaborar e assessorar este contrato? Não salvaguardou o seu cliente?
Vamos ver como esta 'estória' se desenrola...


De Tá lá ? É da guerra ? a 23 de Novembro de 2010 às 10:29

Portugal passou o fim-de-semana à espera de dois blindados comprados pelo Governo para “segurar” a Cimeira da Nato. Parece que também se esperavam 45 viaturas anti-motim, um canhão de água, uma viatura pesada e seis ligeiras para a remoção de obstáculos – qualquer coisa como cinco milhões de euros gastos numa adjudicação directa, dada a urgência da encomenda...

Porém, a encomenda tardou e não chegou a tempo de cumprir a sua missão. Diz o Diário de Noticias que os dois blindados essenciais terão chegado por via terrestre esta madrugada...

Que se saiba, uma vez mais, ninguém foi responsabilizado. O Ministro da Administração Interna mantem-se no seu posto, bem como os restantes envolvidos neste momento dramático da mais pura comédia. Dito de outro modo: se não fosse de chorar, seria de rir.

A mim, confesso, fez-me lembrar o Solnado e a guerra de 1908, quando o desempregado teve de ir para a guerra sem cavalo, que lá na feira só vendiam cavalos com carroças e moscas. É a sina portuguesa, andar sempre sem a ferramenta...

http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/ 22.11.2010


De ... a 25 de Novembro de 2010 às 12:56
COMPRAR PRIMEIRO E PEDIR AUTORIZAÇÃO DEPOIS

«Os seis blindados para a PSP reforçar a segurança durante a Cimeira da NATO, mas dos quais apenas só um chegou ao nosso país, e já quando o evento tinha terminado, foram adquiridos sem que o Tribunal de Contas (TC) tivesse dado visto positivo.
O Governo Civil de Lisboa fez o pedido a 16 deste mês, e "está ainda a ser analisado", confirmou ontem ao DN fonte daquele entidade fiscalizadora.

Ao que apurámos, o contrato para a compra dos seis blindados, com a empresa canadiana Milícia, a única que cumpria os requisitos impostos no caderno de encargos, foi assinado a 15 deste mês.
Mas só no dia seguinte é que o pedido de visto chegou ao TC.
E ainda lá se mantém à espera de uma decisão. Ou seja, as seis viaturas, no valor de 1 008 000 euros, foram adquiridas sem a autorização daquela entidade fiscalizadora.» [DN]

Uma compra muito estranha...
«Aguarde-se pela posição do Tribunal de Contas.»


De Grande circo da Nato-Lisboa a 22 de Novembro de 2010 às 12:33
O GRANDE CIRCO DA NATO

Milhares de pessoas confluem em Lisboa. São pessoas graves, circunspectas, levando penosamente às costas o peso do mundo. Cada político arrasta consigo a sapiência lisa de muitos peritos. Mesmo nos almoços, surpreendem-se conversas densas, jogos complexos de misteriosos desígnios. Cá fora, milhares de polícias construem a imagem pura de um perigo imaginário. Vestindo as alvas roupagens da paz, uma mistura de jovens e de menos jovens esbraceja ao longe slogans épicos e desagradáveis contra a NATO. Uma pedra perdida voa numa ambição de estilhaço, um polícia num automatismo sereno dá uma cacetetada. Donas de casa espantadas, reformados ociosos e criaturas simplesmente curiosas surpreendem deleitados ao longe a sombra fugidia de Obama. A chuva num toque melancólico desce pela tarde. Sábios jornalistas , ágeis de muitas guerras, experimentados em todos os labirintos do poder, aguardam tensos a chegada das palavras ditas. Nos meios de comunicação social domésticos, espraia-se o enciclopedismo dos naftalínicos da política; os carimbados com os novos saberes, sobre qualquer coisa que seja internacional, falam com a superficialidade de manuais vivos, sobre os alegadamente grandes deste mundo.

Navios, tanques, aviões, carros de combate, jovens armados como felinos da morte, generais mortíferos como milhafres, mísseis fatais como maldições, aguardam impacientes a palavra arguta dos estrategas, o desígnio histórico dos políticos de horizonte.

E as palavras chegam: medidas, plenas de uma exactidão sem mácula, subtis como serpentes, ópios dissimulados em alusões de esperança. Os jornalistas mais experientes observam-nas com o microscópio das rotinas instituídas, percorrem o seu interior com uma paciência sem limites, pesquisam as entrelinhas com a curiosidade dos detectives. Mas, em vez de serem possuídos por um sobressalto de espanto, pela novidade que cega, descem melancolicamente das suas curiosidades, reclinam-se cépticos ao longo das conclusões proclamadas e experimentam, mais uma vez, a náusea suprema do já visto.

E é essa suprema náusea que verdadeiramente resume o alvoroço destes dias, afinal vazios. Um vago estudante de Relações Internacionais, nos primeiros passos de caloiro, a quem um professor optimista pedisse o bocejo de um texto simples, sobre a geo-estratégia das desgraças e das guerras, à porta das quais se ajoelham a Europa e a América, não criaria um produto textual mais plano, mais previsível e mais inócuo.

Em seus fatos escuros, em seus vestidos cinzento-choque, os grandes e as grandes deste mundo saíram repetidamente de grandes carros pretos, almoçaram-se discretamente, uma e outra vez, num sussurro de conversas cifradas, cujos códigos parecem ter esquecido. Grande representação de um novo teatro do absurdo, em que todos parecem caminhar apressadamente para lado nenhum.

Exaustos, recolherão a suas casas, como se tivessem mudado o mundo de sítio, mas afinal a luz que verdadeiramente se acende, no mais íntimo das suas profundidades, é a volúpia indizível de terem deixado tudo na mesma.

Postado por Rui Namorado , OGrandeZoo


De CASTRO a 23 de Novembro de 2010 às 10:09
Não sei o que fazes Namorado, mas sei que escreveste óptimo sobre o cenário real da OTAN e até com isso continuado podes ganhar a vida, fomentar escola e organizares emprego. Falo muito a sério. Não está completo, pois ficaste muito pelo cenário literário estando em falta uma análise mais minuciosa, que a ocasião pedia, mas o espaço que utilizaste foi-o desenhado com principio de mestria. Perceber a OTAN e dela fazer parte quer do imaginário quer do homem global, entenda-se do homem em todas as suas valências e não do viajante ou peregrino sem/com destino, é um passo de afirmação da nossa identidade como língua de comunicação e de acção que tu ainda não pareces ter consciência desse conhecimento. Não te prenhas somente pela forma e tem audácia de entrares no conteúdo de homem catalisador, de líder e não super-homem como eles querem que tu sejas na realidade, se não pelo menos na imaginação. Dizem muitos escritores com história que a Guerra (seus negócios) são assunto de Deus e portanto quantos mais deuses existirem menos guerra haverá. Neste negócio as armas é o que menos importa e uma das coisas ou componentes mais relevantes é a criação de quotidianos humanos que quando bem feitos não faltarão financiadores, delatores, inimigos, crentes, executores. As tuas palavras demonstram juventude, capacidade de traçar caminhos com sentimento, com positivismo, com criatividade tal que fará diminuir a componente belicista, bélica para politica, para mundialismos regionalizados por excelências de estar (países, organizações muti-nacionais), portante de fomento escolástico.. Não é uma crença é a constatação pelo teu texto que a OTAN pode ser desfeita pelo seu interior quando o Mundo estiver melhor que animicamente, quer racionalmente, quer menos fragmentado e mais humano. Não falo dos Direitos Humanos falo escrevendo do homem mais actualizado e vivendo todos bem com os novos e novicimos conhecimentos já estampados no nosso quotidiano, sem perder o imaginário do nosso cérebro, mas não permitindo paupérie, fomes individuais. Ou seja que as ciências não sejam meras teorias que acreditem em futuras melhorias, mas que sejam práticas quotidianas de viver cada um melhor que na década passada e para isso o dinheiro não será o mais importante. Pois cada nota é por vezes mais cara, mais trabalhosa do que aquilo que compra e nem só de finanças e economia o Homem é erigido neste mundo. Não é isto uma utopia da OTAN? Sei que não terei resposta sobre isto, mas que isto seja alento para a tua literatura. Escrevendo muito sobre paz e amor não esquecendo a G... esta será minimizada o quotidiano dos "grandes" serão como os dos pequenos em demonocracia quer de reinos quer de republicas quer simples quer unidas, pois existe muita falta deste meio sustentado nos livros, pois até um único ou quase único deus falam de guerrra (Cristãos, Ala, Tora e china - fico por estes 4 da actualidade). Esta lógica, a lógica do conteúdo que a tua forma expôs , é difícil de conseguir numa só geração e terá com certeza adversários institucionalizados ou melhor pagos por impostos ou melhor impostos por uma lei obrigatória com base num todo ou maioria de cidadãos não cooperantes, não amigos de sustentabilidades responsáveis e continuadas. A saber os bens públicos poucos são responsáveis pela sua sustentação e alguns que o são, são precisamente a componente militar que depois vai libertando para a segurança que depois vai libertando para as finanças que depois vai a haste publica que depois são sempre os mesmos privados a comprar que depois fomentam este processo que depois pode dar em conflito, corrupção, economia e mais economia como a primeira cadeira escolástica da arte de fazer guerra ou estar no negócio lucrativo da guerra. Primeiro faseada e espaça em pequenos territórios ou matérias e depois em maiores escalas. Estamos a 21 séculos do atirar pedras com fundas e outra violências directas e outros tipos de organização social. (...) Espero noticias melhores...


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