3 comentários:
De anónimo a 25 de Novembro de 2010 às 11:01
Realmente, este governo do Pps é uma nódoa !

Já sabemos que o PSD e PP são servidores da oligarquia capitalista que nos governa na sombra... mas do PS esperava-se algo diferente...
infelizmente são igualmente maus para os trabalhadores em geral e em especial para os da Administração Pública que não têm fortes lóbis ou nepotistas a defendê-los e favorecê-los.

mas Socas e Teixeira dos Bancos mais os seus podengos e rebanhos não se ficarão a rir por muito tempo...


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 24 de Novembro de 2010 às 16:10
Estas excepções servem quem os mandantes quiserem. Abre uma porta à desigualdade no tratamento.
Dizem que é para não fugirem quadros... Treta. O mercado privado por 20% de diferença, se precisasse verdadeiramente desses quadros já os tinha ido buscar.
Por causa da CGD? Não será por causa da RTP?
E acham mesmo que o mercado privado absorve tudo o que presta. Mesmo que preste? Algum empresário precisa de dois Directores ou Gestores para as mesmas funções? Algum privado paga dois ordenados (caros) quando só precisa de um?
Tretas. Estas excepções servem para legalizar mais umas quantas imoralidades. Para fazer a diferença entre filhos e enteados. Discriminação positiva? Nomes lindos para coisas feias.
Sabem quanto custam mensalmente algumas "caras" da nossa televisão pública? Judites de Sousa, Catarinas Furtados, Carlos Malatos, etc., etc., só como meros exemplos? E depois dizem que não há dinheiro para abono de família para quem aufere 600 euros sendo um casal com 1 filho... Têm medo que fujam para a concorrência? Para onde? Em que horários? O dia só tem 24 horas e 2 ou 3 horários nobres... Que é que faziam aos outros profissionais que já lá estão? Vejam o triste programa que a Dª Fátima está a fazer desde que mudou para a TVI. Sabem o nque dá ter mais olhos que barriga? Dá congestão... Sabem o que esta alteração ao Orçamente permite?


De Jumento a 25 de Novembro de 2010 às 12:42
Teixeira dos Santos

Como era de esperar os cortes exemplares na Função Pública vão-se ficar por aí, uns dias depois de Teixeira dos Santos ter exibido estes cortes como o exemplo dado pelo Estado para sugerir o mesmo caminho ao sector privado criam-se excepções manhosas para o sector empresarial do Estado.

É evidente que o ministro "no los tiene en su sitio" e coube aos deputados do PS o trabalho sujo de adoptar uma norma inaplicável que tem por único objectivo não aplicar a lei para além da Função Pública.

Parece que a preocupação é a eventual fuga de quadros, o que só torna evidente a falta de sentido de responsabilidade do ministro e dos deputados do PS, estão muito preocupados com a fuga de quadros da CGD (ou do Banco de Portugal ou os boys e administradores ruinosos das Empresas´Públicas)
mas nada incomodados pelos milhares de quadros qualificados que estão a abandonar o Estado, ainda por cima em profissões onde o Estado já enfrenta fortes dificuldades, como é o caso dos médicos.

Compreende-se a atitude de Teixeira dos Santos, no Estado as chefias intermédias não podem ser preenchidas por boys o mesmo não sucedendo com os lugares de chefia no sector empresarial do Estado.

«O PS viu esta terça-feira aprovada a alteração à norma dos cortes salariais nas empresas públicas com maioria de capital do Estado e entidades públicas empresariais,
abrindo a porta a “adaptações” desde que autorizadas e justificadas “pela sua natureza empresarial”.

O texto original da lei do Orçamento fazia alusão aos "trabalhadores das empresas públicas de capital exclusiva ou maioritariamente público, das entidades públicas empresariais e das entidades que integram o setor empresarial regional ou municipal".
O PS acrescentou a expressão “com adaptações autorizadas e justificadas pela sua natureza empresarial”.» [CM]

UMA PERGUNTA AO MINISTRO DAS FINANÇAS

- É impossível criar um mecanismo que leve à cobrança em 2011 de impostos sobre dividendo que tenham sido antecipados por razões fiscais?

Sugiro que solicite um estudo à gaiata que antes de ir para estudiosa da SEAF ganhava pouco mais de 1.000 euros e agora ganha uma pequena fortuna para uma recém-licenciada.


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