3 comentários:
De DD a 30 de Novembro de 2010 às 18:55
É evidente que no meio de uma tempestade mundial, a capacidade de resistência de Sócrates e a sua determinação são essenciais a Portugal.
Pelos desencontros de ideias de Passos Coelho vejo nele um segundo Durão Barroso que a ir para o poder fugirá passado pouco tempo. Talvez para ser o secretário-geral da Nato, pois aí querem pessoas insignificantes e obedientes a umas tantas potências, mas têm de falar inglês.
Não é por acaso que o Coelho diz que quer governar com o FMI. Ele pretende acabar com o Estado Social que o País tem e nada melhor que utilizar a desculpa de ser o FMI a obrigar a desmantelar o SNS, reduzir as reformas e acabar com a escola pública generalizada.

Sócrates foi à Líbia quando Sarkozy, Merkel e muitos outros tiveram medo e não participaram na cimeia UE-África.


De Veneno, Poder e Saque a 3 de Dezembro de 2010 às 16:26
A despedida envenenada do deputado Candal

Quando o deputado Candal, no seu adeus ao parlamento, disse hoje:
«Não tenho dúvidas em afirmar, neste momento, que o ponto mais sólido que nós temos à nossa disposição é a resistência do primeiro-ministro que está em funções»,
obviamente que quis causar impacto através do sublinhar de uma evidência, no sentido de demonstrar porque é que o PS ainda é governo.
Mas se falou verdade, Candal expôs, transformando a sua despedida num adeus envenenado, a essência grotesca do absurdo acantonado no poder,
a de um governo que está entregue às malvas, esperando pela infusão que facilite limpezas íntimas, simplesmente preso do desespero teimoso e idólatra de um alçado social e politicamente que pagou com esquizofrenia optimista a ascensão de um apagado e vil talento.
E, por linhas tortas, Candal revelou como se deita abaixo este governo:
abanem Sócrates o suficiente, o resto cai logo que arranquem a raiz solitária, porque PS propriamente dito, além do seu arrivista-em-chefe, deixou de existir por mor de esmagamento pelo umbigo deste.

-por João Tunes, http://agualisa6.blogs.sapo.pt/ 26.11.2010

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Convém ter em conta as diferenças

Em termos de ORÇAMENTO 2011, as RESPONSABILIDADES pelo SAQUE não serão iguais quanto ao PS e ao PSD.

Um vai atacar-nos o bolso esquerdo,
outro trata-nos do bolso direito.



De DD a 3 de Dezembro de 2010 às 22:44
Ainda não percebi onde iria o PCP e o BE buscar o dinheiro para as despesas do Estado e do País.
Certamento aos lucros da banca que são 4,1 milhões de euros por dia, o que dá uns 40 cêntimos por cada português e corresponde a quase 1.500 milhões de euros por ano ou 0,88% do PIB ou ca. de 1,7% das despesas orçamentais.
Os meus 40 cêntimos por dia ou 146 euros por ano dão mesmo para muita coisa e nos lucros da banca estão incluídos os da CGD, o maior banco português, que revertem para o acionista Estado.
O Jerónimo e o Louçã devem achar que deveríamos ter uma banca mais parecida com a da Irlanda, sem saberem que passar de lucro para prejuízo é sempre um pequeno passo, basta reduzir os lucros a zero e o capital acionista desce dos 60 cêntimos por ação do BCP para 2 ou 3 cêntimos com impossibilidade de colocar obrigações no mercado e arranjar refinaciamentos do BCE, além de que poderia haver a tendência de os depositantes levantarem as suas poupanças com medo de ficarem sem elas e irem a Badajoz depositá-las.
Sim, com um cartão Visa ou Master levanta-se aqui dinheiro de qualquer banco europeu e pela Netbanco nem é preciso ir a Badajoz.
As ações dos bancos estão muito baixas, o que significa que o dividendo representa muito pouco relativamente ao montante global das ações de todos os bancos portugueses. Se o BCP pagasse 6 cêntimos por ação, elas não estariam cotadas a 60 cêntimos, mas a 1,5 a 2 euros.


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