Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Valores de 2009 e (2008)

 

Estados

PIB em MM (mil milhões de Euros)

Défices(-) em MM Euro

Défice(-) em % do PIB

Dívida Pública em MM. Euro

Dívida Pública em % do PIB

Dívida Pública por habitante em Euro

EU - 27

11.804,7 (12.500,1)

-801,9 (-285,7)

-6,8% (-2,3%)

8.690,3 (7.697,0)

74% (61,6%)

17.390,2 (15.466,8)

Euro Zona (Euro-16)

8.977,9 (9.258,9)

-565,1 (-181,2)

-6,3% (-2%)

7.062,6 (6.424,6)

79% (69,4%)

21.491,1 (19.639,8)

Itália

1.520,9 (1.567,9)

-80,8 (-42,6)

-5,3% (-2,7%)

1.760,8 (1.663,5)

116% (106,1%)

29.324,1 (27.901,2)

Grécia

237,5 (239,1)

-32,3 (-18,3)

-13,6% (-7,7%)

273,4 (237,3)

115% (99,2%)

24.280,4 (21.157,2)

Bélgica

337,8 (344,7)

-20,2 (-4,1)

-6% (-1,2%)

326,6 (309,5)

97% (89,8%)

30.382 (29.017,1)

França

1.919,3 (1.948,5)

-144,8 (-64,7)

-7,5% (-3,3%)

1.489 (1.315,1)

78% (67,5%)

23.139,2 (20.554,7)

Portugal

163,9 (166,5)

-15,4 (-4,7)

-9,4% (-2,8%)

125,9 (110,4)

77% (66,3%)

11.847,8 (10.395,7)

Alemanha

2.407,2 (2.495,8)

-79,4 (1)

-3,0% (0%)

1.762,2 (1.646,2)

73% (66%)

21.489,8 (20.022)

Malta

5,7 (5,7)

-0,2 (-0,3)

-3,8% (-4,5%)

3,9 (3,6)

69% (63,7%)

9.545,2 (8.840,1)

Áustria

276,9 (281,9)

-9,5 (-1,2)

-3,4% (-0,4%)

184,1 (176,5)

66% (62,6%)

22.034,6 (21.222,8)

Irlanda

163,5 (181,8)

-23,4 (-13,2)

-14,3% (-7,3%)

104,7 (79,9)

64% (43,9%)

23.520,6 (18.144,3)

Holanda

570,2 (595,9)

-30,2 (4,2)

-5,3% (0,7%)

347 (346,7)

61% (58,2%)

21.049,7 (21.132,5)

Chipre

16,9 (17,2)

-1 (0,2)

-6,1% (0,9%)

9,5 (8,3)

56% (48,4%)

11.955,5 (10.575,6)

Espanha

1.051,2 (1.088,5)

-117,6 (-44,3)

-11,2% (-4,1%)

559,7 (432,2)

53% (39,7%)

12.211,9 (9.545,1)

Finlandia

171 (184,2)

-3,7 (7,7)

-2,2% (4,2%)

75,2 (63)

44% (34,2%)

14.121,8 (11.890)

Eslovénia

34,9 (37,1)

-1,9 (-0,6)

-5,5% (-1,7%)

12,5 (8,4)

36% (22,6%)

6.159,8 (4.173,1)

Eslováquia

63,3 (67,2)

-4,3 (-1,5)

-6,8% (-2,3%)

22,6 (18,6)

36% (27,7%)

4.172,9 (3.446,2)

Luxemburgo

37,8 (39,3)

-0,3 (1,1)

-0,7% (2,9%)

5,5 (5,4)

14% (13,7%)

11.071,9 (11.122,4)

Países Não Membros da União Monetária

Ungfria

26094,8 HUF (26.543,3 HUF)

-1.055,7 HUF (-1.014,8 HUF)

-4% (-3,8%)

20.421,3 HUF (19.348 HUF)

78% (72,9%)

2.035.820,1 HUF (1.926.058 HUF)

Reino Unido

1.395,9 GBP (1.448,4 GBP)

-160,3 GBP (-71,4 GBP)

-11,5% (-4,9%)

950,4 GBP (753,6 GBP)

68% (52%)

15.419,2 GBP (12.318,3 GBP)

Polónio

1.342,6 PLN (1.272,8 PLN)

-95,7 PLN (-46,9 PLN)

-7,1% (-3,7%)

684,4 PLN (600,8 PLN)

51% (47,2%)

17.945,4 PLN (15.763,3 PLN)

Suécia

3.057,1 SEK (3.154,6 SEK)

-16,7 SEK (77,7 SEK)

-0,5% (2,5%)

1.293,8 SEK (1.207,5 SEK)

42% (38,3%)

139.769,3 SEK (131.497,8 SEK)

Dinamarca

1.657,9 DKK (1.737,4 DKK)

-45,1 DKK (59 DKK)

-2,7% (3,4%)

689 DKK (593,8 DKK)

42% (34,2%)

125.019 DKK (108.440,6 DKK)

Letónia

13,2 LVL (16,3 LVL)

-1,2 LVL (-0,7 LVL)

-9% (-4,1%)

4,8 LVL (3,2 LVL)

36% (19,5%)

2115,2 LVL (1.400,8 LVL)

Rep. Checa

3.627,2 CZK (3689 CZK)

-215 CZK (-100,3 CZK)

-5,9% (-2,7%)

1.282,3 CZK (1104,9 CZK)

35% (30%)

122.501,6 CZK (106.434,9 CZK)

Lituânia

92,4 LTL (111,2 LTL)

-8,2 LTL (-3,6 LTL)

-8,9% (-3,3%)

27,1 LTL (17,4 LTL)

29% (15,6%)

8.091,4 LTL (5.161,4 LTL)

Roménia

491,3 RON (514,7 RON)

-40,8 RON (-27,9 RON)

-8,3% (-5,4%)

116,5 RON (68,5 RON)

24% (13,3%)

5.420,2 RON (3.183,3 RON)

Bulgária

66,3 BGN (66,7 BGN)

-2,6 BGN (1,2 BGN)

-3,9% (1,8%)

9,8 BGN (9,4 BGN)

15% (14,1%)

1.287,7 BGN (1.228,9 BGN)

Estónia

214,8 EEK (251,5 EEK)

-3,7 EEK (-6,9 EEK)

-1,7% (-2,7%)

15,5 EEK (11,6 EEK)

7% (4,6%)

11.564,3 EEK (8.650,7 EEK)

Outros Países

Japão (Iene)

       

189,8 % (173,1 %)

 

EUA (USD))

       

82,9 % (70,7 %)

 

Suíça (Franco)

538.4 CHF (541.5 CHF)

13,6 CHF (4,4 CHF

2.5% (0.8%) H

208.9 CHF (222.5 CHF)

38.8% (41.1%)

 

 

 

 

 Como se vê não há um problema financeiro de Portugal, mas essencialmente dos 330 milhões de habitantes da Zona Euro, cujas dívidas públicas por habitante são quase o dobro da portuguesa.

 

Convém analisar estes números e perguntar qual a razão porque a Europa fala de três ou quatrio países quando estão todos mal.

Os títulos do tesouro a 10 anos estão a ser adquiridos pelos obscuros mercados  a juros de 2,7% a 8%, conforme os países, apesar de estarem todos quase na mesma situação de endividamento.

 



Publicado por DD às 11:38 | link do post | comentar

4 comentários:
De Até que os povos tolerem a 7 de Dezembro de 2010 às 12:29
sejam ou não os números martelados ou verdadeiros não retira o facto de eles demonstrarem que a Europa. as Américas como todo o resto do mundo anda a ser governado por sacanas, incompetentes e medíocres seres humanos.

como já alguém afirmou cada vez está mais que provado que só existe fome em cada lugar, país e no mundo porque quem governa não passa de uma cambada de energúmenos hipócritas que os povos vão tolerando.


De DD a 7 de Dezembro de 2010 às 21:29
Dizer que há fome é fácil, mas onde?
Conheço bem os bairros de realojamento do Lumiar, Charneca, Ameixoeira e Camarate e passo por lá muitas vezes e não vejo as pessoas com fome. Pagam uma renda extremamente baixa, recebem Rendimento Mínimo ou complemento social de pensão e muitos trabalham.
No passado domingo estive num desses bairros a falar com uma pessoa conhecido que é simplesmente dono de um camião TIR e anda continuamente em viagem por conta de uma empresa de transitários com a qual tenho contactos. A mulher trabalha numa empresa de limpezas em que ganha pouco, mas recebe senhas de refeição. Também tenho um familiar que ganha muito bem, mesmo mais de 4 mil euros, e encontra-se quase a passar fome pois comprou uma moradia a crédito e tinha uma outra moradia bastante pequena que não conseguiu vender e aluga. Além disso, fez recentemente viagens a crédito até ao Equador, Peru e Ilhas Galápagos e possui uma boa viatura comprada a crédito. Está afogado em dívidas e mal consegue alimentar a mulher e duas filhas.

Na televisão vi o trabalho voluntário no local que me estou a referir. Vi uns tipos a passarem um rolo de tinta por cima de fendas e rachas nas paredes sem cuidarem de as tapar previamente. Com um pouco de chuva a tinta desaparece num instante.
Portugal não sofre de uma grande carência de bens materiais, sejam, escolas, hospitais, casas sociais, etc.
O país sofre com a concorrência chinesa. Assim, entre a Charneca e Camarate está lá com um pano a dizer vende-se um enorme edifício ainda com o nome da fábrica que foi " Triumph International " que fabricava roupa interior feminina, fatos de banho, etc. A empresa é alemã e deslocalizou-se para a China. Na zona há ali um autêntico cemitério de fábricas com edifícios degradados a caírem de podre e alguns habitados por drogados que passam fome pois gastam tudo na droga. A cocaína está cada vez mais cara, pois já é vendida a 30 euros o grama. Até a droga que o Expresso do sábado fez uma grande publicidade também é caríssima, mas pode ser adquirida livremente numa cadeia de lojas de f. da p. holandês como "fertilizante" para plantas.


De É isso Senhor DD? a 9 de Dezembro de 2010 às 10:35
Segundo DD os Bancos alimentares, as pastorais dos ciganos os apoios aos sem abrigo são tudo um bluff deveriam ser todos extintos, são tudo formas de enganar os incautos e honestos cidadãos, não passam de esquemas para a caça ao voto em tempo de eleições e para satisfação dos egos de gente sem escrúpulos e da santa madre igreja.
è isso senhor DD?


De DD a 11 de Dezembro de 2010 às 23:35
Um sindicalista disse hoje a verdade na televisão. Os patrões que defendem ajuda alimentar são contra o aumento do ordenado mínimo em apenas 25 euros por mês e a direita tão "generosa" sempre foi contra o Rendimento Mínimo Garantido e o complemento social de idoso e até o realojamento em massa das populações que viviam em centenas de bairros de barracas.

O sindicalista disse que quase dois terços do pessoal empregado nos restaurantes ganha o salário mínimo. O representante do patronato veio dizer que não e que eles até davam refeições aos seus trabalhadores, pelo que ganhavam mais de 600 euros, considerando o custo dessas refeições.

Querem dar a quem tem fome e não querem dar a miséria de mais 25 euros por mês aos seus trabalhadores.

Um restaurante perto da minha casa tem oito trabalhadores dos quais uns 4 deverão ganhar o salário mínimo, os outros são o cozinheiro, o gerente, o chefe de mesa e um empregado mais antigo que devem ganhar mais.
Aquilo fornece bem mais de 100 refeições diárias, ou 2.600 a 3.000 por mês que proporcionam uns 40.a 50 mil euros de volume de negócio, pelo que 4 x 25 = 100 euros a mais por mês representam uns 0,25% da despesa salarial.
Recusam 100 euros e querem ajudar os pobrezinhos com fome. É tudo MENTIRA e PROPAGANDA.


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