8 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 10 de Dezembro de 2010 às 16:47
O dono de um circo pôs um anúncio, procurando um domador de leões.
Apareceram 2 pessoas: o DD, com cerca de 70 anos e uma loira espectacular de 25 anos.
O dono do circo fala com os 2 candidatos e diz:
- Eu vou directo ao assunto. O meu leão é extremamente feroz e matou os meus dois últimos domadores. Ou vocês são realmente bons ou vão durar 1 minuto! Aqui esta o equipamento: cadeira, chicote, pistola...
Quem quer entrar primeiro?
A loira fala :
- Eu vou!
Ela ignora cadeira, chicote e pistola e entra rapidamente na gaiola.
O leão ruge e começa a correr na direcção da loira. Quando falta um metro para ela ser alcançada, a loira abre o seu vestido e fica nua, mostrando todo o esplendor do seu corpo. O leão pára como se tivesse sido fulminado por um raio! Ele deitou-se na frente da loira e começa a lamber os pés dela! Pouco a pouco, ele vai subindo e lambe o corpo inteiro da loira durante longos minutos! Finalmente ele deita-se de novo com a cabeça deitada nos pés da loira.
O dono do circo, com o queixo caído até o chão diz:
- Eu nunca vi nada assim na minha vida!
Ele vira-se para o DD e pergunta:
- Você consegue fazer alguma coisa?
O DD responde:
- Claro !!! É só tirar o leão.
Moral da história:
Cada um vê o que lhe interessa ver...


De DD a 11 de Dezembro de 2010 às 22:48
Devo esclarecer ue a mãe do Zé da Esquina deve ser a Deolinda Dionísia, muito conhecida em certos meios por DD.


De Retórica e 'coerência' ... a 10 de Dezembro de 2010 às 15:11
Acerca dos imperativos categóricos da retórica de Assis

Para que se perceba a verdadeira natureza dos imperativos categóricos da retórica de Assis, que o tornam um autêntico discípulo de Sócrates e justificam, com evidência, a sua escolha para líder da bancada socialista, trago à reflexão um texto que escrevi numa coluna (Educação e cidadania) que, em tempos, dispunha no Jornal de Notícias.

Transcrevo-o:
“Todos iguais, todos diferentes”

Há situações que são paradigmáticas da necessidade de uma profunda reforma dos partidos e do sistema político por forma a dar credibilidade, rigor e transparência à actividade política.

Francisco Assis, nas últimas eleições autárquicas, apresentou-se como cabeça de lista à Assembleia Municipal do Marco pelo PS.

Muitos não acreditaram que esse gesto fosse apenas um “número de espectáculo” para conquistar votos (como alguns já faziam crer), mas uma marca de um novo modo de estar na política, servir a causa da democracia e os ideais socialistas.

Foram, por isso, criadas naturais expectativas que se apoiavam no suposto de que o líder distrital do PS pudesse dar uma outra visibilidade aos problemas de prepotência, caciquismo e má gestão de que era publicamente acusado Ferreira Torres.
Rapidamente, estas expectativas foram frustradas:
por acumulação de faltas, o deputado e líder do PS foi obrigado a renunciar ao mandato.

A justificação avançada pela Federação do PS é digna de ficar registada numa antologia da especialidade:
a presença de Assis na Assembleia Municipal do Marco era susceptível de “limitar e inibir a participação” dos restantes membros do seu partido na assembleia.

Foi, agora, tornado público que Francisco Assis tinha aceitado o cargo honorífico (segundo o mesmo) de presidente da assembleia-geral da Edinorte, empresa ligada a um dos empreiteiros do regime de Ferreira Torres que é compadre de Major Valentim Loureiro.

Uma questão se colocará, entretanto: será que os interesses da luta contra a prepotência, o caciquismo e a falta de transparência da gestão de Ferreira Torres não nobilitavam tanto o deputado e líder distrital do PS, como ser presidente da assembleia-geral da polémica empresa Edinorte?!...

Tal como um rolo compressor, vai-se se impondo a ideia de um centrão político, onde se aplica o slogan “todos iguais e todos diferentes”.

Se o PS quer marcar a diferença tem de promover reformas que evitem que, no seu interior, o sucesso se faça por jactos de verborreia incoerentes, mas pela competência, coerência e rigor.

De contrário, não faltarão razões para seguir a lucidez do “voto em branco” de que nos fala Saramago no último livro.
J.N: Domingo, 9 de Maio de 2004


# posted by Primo de Amarante, http://margemesquerdatribunalivre.blogspot.com/,02,12.2010
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Coerência é com eles!

Sócrates diz que é imoral, o Governo sublinhou o mesmo e, agora, o contrário, Assis demitia-se se a bancada socialista não aprovasse o “contrário” e a golden share só funcionou para retirar da TVI a Manuela Moura Guedes.


No final os DIVIDENDOS milionários da PT e de outras empresas não vão ser taxados e não entram para o PATRIOTISMO exigido pelo Governo para resolver a crise.

O critério de um governo dito socialista é deixar os problemas da crise para os mais desgraçados.
E estão felizes e muito coerentes!

# posted by Primo de Amarante


De DD a 10 de Dezembro de 2010 às 14:13
A revista Sábado cactareiza-se pela MENTIRA PURA E SIMPLES.
Não se trata de uma publicação credível, pois inventa notícias falsas e arranja até testemunhas que dizem algo sem terem nome.
Um texto menmtiroso é detectável pela forma como não aprofunda e não entra no detalhje que justificam e implica responsabilidades.
Mesmo que alguém tenha pague as quotas de 50 mil militantes nada obriga esses militantes a votarem nesta ou naquela lista ou sequer ir votar.
No PS não se vota de braço no ar; o voto é secreto e o votante assina a lista de presença na altura do voto e identifica-se com o respectivo cartão no qual deverá estar a senha da quota ou então apresenta a nota de pagamento pelo multibanco.
A ideia que pagar a quota de 1 euro mensal leva alguém a votar numa determinada lista é cretina e estúpida. Só um imbecil é que pode acreditar nisso.
O jornalista que inventou a notícia é mais que estúpido; é uma besta completa como é a Revista Sábado.


De Cá se fazem... a 10 de Dezembro de 2010 às 15:42
DD tem toda a razão, só os imbecis é que vendem um voto a troco de 12, 18 ou 24 euros, normalmente é a troco de um lugarzito na presidência da junta de freguesia, de uma qualquer empresa publica ou no mínimo de uma assessoria numa autarquia ou num hospital.
DD, dito co-fundador da agremiação socialista, não tem conhecimento que estas coisa acontecem (?) mas não se coibiu , com razão ou sem ela , de ter acusado, publicamente, de fascista o seu camarada F. Ferreira pelo facto de ter sido excluído da lista "Margem Esquerda" a integrar o secretariado do PS no ultimo congresso.
Cá se fazem cá se pagam, como diz o povo.
Agora passou à bajulice aos apaniguados socráticos a ver se por ai lhe toca alguma coisa. Oportunistas a que eu supunha DD fosse superior, engano meu.
Ou não será assim?


De DD a 11 de Dezembro de 2010 às 22:41
Quem conhece bem o PS sabe que não há 50 mil militantes socialistas em Coimbra.
Só mesmo um estúpido é que acredita que há esse número e ainda por cima com quotas por pagar.

Quanto à Margem Esquerda, fui um dos dois únicos eleitos em toda a área da FAUL, o outro foi o Edmundo Pedro que não queir a ir para a Comissão Nacional por não se sentir muito bem. Se isso não lhe diz nada é porque é fascista e não aceita eleições livres.


De Podridão e velherias a 10 de Dezembro de 2010 às 09:45
O autor deste post não é, de certo, socialista porque se o fosse saberia que "histórias" destas já se praticam faz muito tempo neste como na maioria, se não todos, os partidos deste miserabilista jardim à beira Atlântico mas de forte influencia tropical ou mesmo marroco-africano .

A "democracia" partidária está mais que podre. A população, em geral e muitos ditos militantes em particular, não sabem da missa a metade (muitos deixaram de ir à missa) se não já teriam arregaçado as mangas, primeiro para fazer o manguito e depois para encontrar alternativas, que as há.
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O autor deste post não é, de certo, socialista porque se o fosse saberia que "histórias" destas já se praticam faz muito tempo neste como na maioria, se não todos, os partidos deste miserabilista jardim à beira Atlântico mas de forte influencia tropical ou mesmo marroco-africano . <BR><BR>A "democracia" partidária está mais que podre. A população, em geral e muitos ditos militantes em particular, não sabem da missa a metade (muitos deixaram de ir à missa) se não já teriam arregaçado as mangas, primeiro para fazer o manguito e depois para encontrar alternativas, que as há. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Talves</A> não passemos de uma espécie de rebanho que não sabe para onde ir sem que haja pastor a indicar o caminho?


De Os que são, os que parecem e os outros a 10 de Dezembro de 2010 às 09:49
Eu sou, por vezes, acusado, tendo em conta as minhas posições que julgo serem de coerência intelectual, de ética cívica e de exercício de cidadania em liberdade de expressão, de não ser socialista ou de ter “handicapes”, por parte de “camaradas” que, nem sempre sendo o que dizem ser, são aquilo de que me acusam.
Tais “socialistas”, alguns com pretensões muito acima das suas capacidades de trabalho e competências técnicas, fazem-nos lembrar, a contrario o Poeta Aleixo:
Dizem que pareço um ladrão
Mas há muitos que eu conheço
Que não parecendo o que são
São aquilo que eu pareço
Alguns até escrevem e comento aqui no LUMINÁRIA, outros dizem que andam por aí em assembleia de freguesias, municipais ou assessorias várias. Esforçam-se para se mostrarem mas não se vislumbra nada de concreto que beneficie as populações e o país.
Por tais razões os socialistas que antes de o serem (ter cartão) já o eram dão debandada e o partido dos ditos já desapareceu faz tempo. Há que refunda-lo.



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