8 comentários:
De DD a 17 de Dezembro de 2010 às 20:37
Manuel Alegre é apoiado pelo BE . Reduzir o número de deputados significa na prática eliminar os pequenos partidos como o PCP, BE e CDS da sua presença na AR ou torná-la insignificante. O Bloco Central sairia altamente reforçado.
Acho que seria tanto uma poupança em dinheiro como em democracia. Menos gastos e menos democracia.


De O Descredito total a 17 de Dezembro de 2010 às 11:51
O mais grave dessa situação partidário é o facto de ela empestar toda a sociedade, na onda de negativismo que vem alastrando e, generalizando a forma de estar, socialmente pensado, ao ponto de não se dar valor a nada que existe de positivo e que, apesar de tantos constrangimentos existem muitas pessoas de bom carácter e são feitas, por muitos trabalhadores e empresários, coisas inovadoras e de resultados economicamente bastante positivos.
Nada disto é valorizado, caímos social e psicologicamente numa confrangedora lamúria que tem como base a situação interna dos partidos que como lhe competiria, em vez de ânimo desanimam os militantes, particularmente, e os cidadãos genericamente.
A votação, nas próximas presidenciais, irá demonstrar, inequivocamente, tal descrédito.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Dezembro de 2010 às 11:21
O que eu sei é que o PS precisa de mudar de prática política. Definir ou redefinir o seu discurso e depois cumpri-lo na vida activa. E já agora mudar de políticas e de políticos, sim. Infelizmente no caso deste PS é preciso afastar estes políticos. Não um, mas todos os que têm pactuado com o assassinato do ideário socialista do partido. Não interessa em nome de quem ou porque o fizeram. Todos os mediocres julgam ter razões que justificam as suas acções mediocres. Todo a gente encontra uma justificação para o injustificável. Uma regeneração político-partidária do PS não pode nem deve passar por mais das mesmas personagens. O PS precisa de se reafirmar nos seus princípios e de outros dirigentes. E não vai ser fácil. E podia começar já por mostrar essa vontade na mudança na eleição à presidência de república. Existem muitas maneiras de dizer não, de dizer basta!


De A regeneração ou a morte a 17 de Dezembro de 2010 às 11:00
Há brechas que até um cego (de vista) consegue vislumbrar e que outros cegos (ainda que não precisando, sequer, usar óculos ) não vêm porque são de vistas curtas ou, porque lhes não convém ver e viram os olhos para debaixo da areia.

Os partidos (o PS em maior escala, que só o facto de ser governo "esconde" ou atenua o estalar de rupturas internas) entraram numa fase , já de desintegração a colocar em causa a própria democracia nos moldes actualmente existentes.

Ou têm que ser, muito rapidamente, capazes de se regenerar, o que é duvidoso, ou serão substituídos , a médio prazo, por novas formas do exercício democrático por parte das populações que neles já deixaram de acreditar.

Este é o vaticinio de um socialista dos antigos e que, tenta não ser cego.


De Militante (em pousio) a 17 de Dezembro de 2010 às 10:05
Pelo menos é uma lufada de ar/oxigénio para o PS.

Gosto do extracto do manifesto:
"mais do que mudar políticos (que também é necessário) é preciso mudar as regras" (, mudar as políticas e as práticas), .
Que passam, por exemplo, pela redução do número de deputados para 150, pela extinção dos Governos Civis e pelo "fim das reformas douradas, com o limite máximo (acumulado) de 75 por cento do vencimento do Presidente da República".

Para a defesa e partilha destes príncipios podem contar comigo.


De ZéT. a 17 de Dezembro de 2010 às 11:08

Agora os combates dos militantes Socialistas (e outros cidadãos não militantes partidários) deve ser por causas e princípios actuais . E há muito por que Lutar:

+ TRANSPARÊNCIA (nas contas, actos e decisões de tudo quanto é público ou participado/subsidiado/isentado pelo Estado);

+ melhor JUSTIÇA (mais rápida, melhor informatizada, mais barata, menos formal e processual, mais essencial e ética...);

* LEGISLAÇÂO mais simples, compreensiva e eficiente (directa, sem lacunas alçapões excepções e sobreposições ou reenvios para outros diplomas e permissiva a multiplas e muito diversas 'interpretações');

+ combate à CORRUPÇÃO, ao crime de 'colarinho branco', ao tráfico de influências, à 'cartel'ização (de preços e de ''concorrentes''), ...;

+ combate ao NEPOTISMO / amiguismo/ ex-cunha e 'para-quedismo' para cargos na Adm.Pub., (dando preferência, privilégios e favores a familiares, amantes, sócios, ... sem concurso público e isento);

+ combate à ''CAPTURA do ESTADO'' por parte de grandes interesses financeiros, económicos, oligarquias e maçonarias, igreja/opus dei, 'gays', etc (e aos seus lóbis e 'delegados' nos partidos, AR, Governo, Justiça, ...);

+ combate ao ''SAQUE ao ESTADO'' ou 'captura' deste por parte de grandes interesses económicos financeiros e oligarquias (desvios, roubos, luxos e gastos supérfluos, má gestão, adjudicações directas a..., ''externalizações'' de serviços públicos, subsídios e isenções para ..., concessões e parceriasPP ruinosas) do erário público, do património e recursos públicos;

+ ...
+ idem semelhante para o próprio Partido Socialista e outros


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Dezembro de 2010 às 12:37
Na JUSTIÇA é fundamental que só cheguem a JUÍZES os melhores de uma carreira comprovada no Ministério Público. E que seja definida uma idade mínima para o exercício do cargo assim como o é exigido para uma candidatura à Presidência da República.
Para além de uma reforma adequada ao próprio sistema que permite o exercício de recursos sucessivos, com penas suspensas, sem que tivesse havido novos factos ou provas...


De Clube de Política a 10 de Janeiro de 2011 às 14:25
PAL: Clube de Politica Pensar e Agir Local
Clube PAL - Pensar e Agir Local

Regulamento de funcionamento interno

1 – O Clube PAL , Clube de discussão política , é constituído por militantes e simpatizantes do Partido Socialista que o fundam ao abrigo do Artº 112 dos estatutos do PS.
2 – O objectivo do PAL situa-se na discussão política de interesses local, distrital e regional promovendo para tal o debate entre os militantes e simpatizantes do PS, e ou conferencias que contribuam para aprofundamento de assuntos em análise.
3 – Pretende-se que as conclusões de cada debate sejam , na forma de recomendação, um contributo para o bom e eficiente desempenho dos militantes do PS com responsabilidades autárquicas e ou nas estruturas distritais.
4 – Está vedada aos membros do PAL a sua utilização para outros fins que não os definidos nos pontos anteriores.
5 – Os debates ou conferências ocorrerão em Matosinhos ou em qualquer concelho do Distrito do Porto.
6 – Em cada debate promover-se-á o confronto de ideias através de duas visões sobre o mesmo tema. Assim, serão convidados, para cada sessão, duas personalidades de forma a assegurar este princípio.
7 – Estas regras poderão ser alteradas face à necessidade da sua actualização ou melhoramento, sob proposta de qualquer membro fundador do PAL que em reunião, com a presença de 50% mais 1, decidirão por maioria da aceitação da proposta.

Publicada por Clube de Politica Pensar e Agir Local em : http://clubepal.blogspot.com/2011/01/pal-clube-de-politica-pensar-e-agir.html 9.1.2011


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