Vencer a Tristeza

O autor de “A Praça da Canção” não vem como poeta vestido de versos, mas homem de Estado com meio Século já de experiência política desde a resistência e de fazer guerra à guerra que não era dele ao País de Abril e à verdade sempre dura da realidade a que se deve fazer guerra, para que não nos submeta ao seu Império feroz.

Agora, candidato à Presidência da República, é a própria alma da Pátria que deverá subir ao Pódio da República. Manuel Alegre é mais do que ninguém a síntese da Nação feita de muitos países, mas unida na sua língua comum e num profundo desejo de independência e dignidade. Há um país para cada cabeça, mas uma para todos os países da Pátria.

Alegre, o homem da esquerda, mas verdadeiramente democrático e tolerante, não traz preces porque de Deus não sabe, mas é apenas um homem de boa vontade, puro, imparcial e desejoso de levar a justiça ao seu povo. Despiu a casaca do absoluto para merecer os votos de todos os portugueses. Com Sérgio diz, o dogma é uma doença.

Ele irá a Belém para dizer à Europa: Tu ò estrangeiro é de fora que nos olhas – minha pátria bordada de farrapos, capa de trapos remendada a verdes folhas.

Alegre não quer assistir à festa da tristeza que seria a vitória desse Aníbal, qual animal, não tem propósitos para uma Pátria triste e todos dizem que vai ganhar as eleições, mas ninguém sabe porquê e para quê.

Sim, votar nesse Silva é manter o País de Abril nos terraços da saudade;  é afastar-nos dos carris infinitos dos comboios da vida, é aceitar a triste derrota de nada fazer.

Com Alegre em Belém, amanhã a cidade terá outro rosto, o mar encapelado, a tempestade, não levarão a melhor, seremos capazes de vencer a tristeza e lutar, lutar para sermos nós apenas aquilo que fomos e olhar o Mundo pelos seus mares sem medos ou lágrimas que nos cegam.

Alegre não se ajoelhará perante um deus qualquer, venha ele de onde vier e o povo erguerá a sua cabeça para ver que não foi vencido e é capaz de resolver os seus problemas com sacrifícios e não com lágrimas, levando às costas a esperança de ver o País de Abril liberto das grilhetas do dinheiro.

Votar é escolher. Nas próximas eleições trata-se de derrotar a tristeza cavernícola de um Aníbal ou eleger a alegria tonitruante de uma homem sensato e optimista que nos portugueses acredita e tudo fará para que o País de Abril não morra leiloado a juros himalaicos.



Publicado por DD às 00:36 de 20.12.10 | link do post | comentar |

16 comentários:
De Alegre: compromisso p.defesa direitos s. a 21 de Dezembro de 2010 às 17:28
Presidenciais:
Alegre assina compromisso com dirigentes sindicais da CGTP-IN e da UGT

Lisboa, 21 dez (Lusa) --

O candidato presidencial Manuel Alegre assinou um documento de compromisso com cerca de uma centena de dirigentes sindicais da CGTP-IN e da UGT, no qual promete usar todos os seus poderes para defender os direitos sociais.

Intitulado "Um compromisso entre Manuel Alegre e os trabalhadores", o candidato presidencial apoiado pelo PS e pelo Bloco de Esquerda recebe em contrapartida o apoio destes sindicalistas da UGT e CGTP-IN.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 22 de Dezembro de 2010 às 17:55
O candidato Alegre pode assinar os compromissos que quiser.
O candidato Alegre é igual aos outros todos candidatos destas e de outras eleições:
Em campanha promessas, depois de eleitos esquecem, não cumprem ou ainda pior, fazem rigorosamente o contrário do que prometeram...
Porque é que o candidato Alegre há de ser diferente dos outros alegres candidatos? Em que é que ele na vida prática mostrou ser diferente de todos os outros?
E depois que podem prometer os alegres candidatos que não seja apenas cumprir a constituição?
É por saberem isso mesmo que em campanha fazem discursos e promessas que lhes parece ser de fazer para ganharem + votos... porque noi fundo eles todos sabem que a constituição e as regras do exercício do cargo estão feitas para poderem fiundamentar no futuro o não cumprimento das tais «juras» eleitoralistas.
E é assim, «cantando e rindo» como dizia a letra da «bufa» porque é assim que o meu povo gosta...


De ..Candidatos.. a 20 de Dezembro de 2010 às 13:42
Populismo de direita no seu melhor
[-por Vital Moreira, CausaNossa, 19.12.2010]

«Nobre defende redução de deputados para 100».

Dez seria ainda mais económico, e zero, a perfeição!...

---------------
« Nobre defende redução de deputados para 100

O candidato à presidência da República Fernando Nobre defendeu a redução do número de deputados para 100, a criação de dois «portais da transparência», micro crédito para os jovens e um «conselho de Estado informal da juventude».
Fernando Nobre participou num jantar com apoiantes em Santarém, durante o qual foi apresentada a sua comissão de honra distrital, presidida pelo seu mandatário Nelson Carvalho, o socialista que, até 2009, presidiu à câmara municipal de Abrantes.

Num discurso em que começou por invocar Salgueiro Maia, um dos homens que disse mais admirar, Nobre sublinhou que a sua candidatura tem apresentado propostas e que existe «para ter ideias próprias» e exercer «na plenitude» os poderes na Presidência.

Um dos objectivos que apontou foi a redução da representação na Assembleia da República para 100 deputados.

«Todos sabemos que a partir da terceira fila ninguém fala. Precisamos de deputados bem formados, super competentes, aguerridos, que façam boas leis e que representem o nosso Estado», afirmou.

Sublinhando que Portugal não é um país rico que possa desbaratar recursos, comparou os 2,16 deputados por cada 100 000 habitantes com o rácio de menos de um deputado por 100 000 habitantes em países como a Espanha, a França, a Holanda ou a Alemanha.

Fernando Nobre defendeu a responsabilização como princípio, propondo a criação de dois portais da transparência, um para os políticos e os detentores de cargos públicos, para que se conheçam as ligações mantidas, e a que sectores, durante e após o exercício dos mandatos, e outro para a Administração Pública e o Orçamento do Estado.

Depois de lamentar a destruição do tecido produtivo nacional, preconizou a revitalização da economia, nomeadamente permitindo aos desempregados que criem o seu próprio emprego.

Em concreto, propôs a concessão de micro crédito como oportunidade para os 300 000 jovens que não estudam nem trabalham criarem o sue próprio emprego.

«Um país assim é um país desnorteado. Não pode ser. Temos que lhes dar a esperança, a oportunidade, a custo zero, e, se necessário, com micro créditos garantidos pelo Estado, para que possam criar as suas micro empresas e impulsionar a sua criatividade, a bem da produtividade nacional», disse.

O candidato repetiu a ideia de criação de um «conselho de Estado informal da juventude», como forma de mobilizar, incentivar e levar os jovens a acreditar que há um futuro.

Fernando Nobre voltou a sublinhar que não se candidata «para que tudo fique na mesma» nem para ser «um adorno ou um vaso de flores em Belém».

No jantar de hoje, que contou com a presença de apoiantes de outros distritos que não apenas o de Santarém, estiveram presentes várias figuras ligadas ao Partido Socialista, fazendo parte da comissão de honra distrital nomes como Pedro Ribeiro, vice-presidente da câmara municipal de Almeirim, ou Luís Azevedo, ex-presidente da câmara municipal de Alcanena.

Diario Digital/ Lusa


De DD a 20 de Dezembro de 2010 às 23:12
Quanto Alemanha , o Nobre é analfabeto. Esse país tem 17 governos e 18 parlamentos, todos com capacidade legislativa. O sistema de ensino varia de Região Federal para Região e, além do parlamento federal, Bundestag , tem ainda uma Câmara Alta Bundesrat). A Espanha também tem muitas regiões quase Estados independentes e em França também não faltam regiões.
É preciso pois contar com todos os Presidentes de Ministério dos Länder e com todos os deputados dos parlamentos regionais.

A redução em Portugal do número de deputados para 100 é uma boa medida economicista que reduzirá os pequenos partidos como o BE, PCP e CDS a uma completa insignância representativa ou até ao seu desaparecimento, a não ser que se altere a Constituição no sentido de a representatividade deixar de ser proporcional a nível de círculo eleitoral. Um único círculo para o País e deixaria de haver deputados do Alentejo ou do Algarve; seriam todos iguais e apenas escolhidos pelas direções partidárias.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 20 de Dezembro de 2010 às 12:33
Porque será que nos debates políticos da TV não há quem pergunte ao candidato poeta a sua opinião sobre a acumulação de reformas em geral e como obteve as suas em particular...? Porque será?
E já agora também aos outros candidatos...


De http://nossaradio.blogspot.com/ a 20 de Dezembro de 2010 às 12:28
A notícia do Correio da Manhã sobre a reforma de Manuel Alegre decorrente do seu vínculo à RDP deu azo a dois fóruns de discussão na rádio: Fórum TSF e Antena Aberta. Ficou bem patente o sentimento de indignação e de revolta da generalidade dos ouvintes, subsistindo alguns pontos que urge esclarecer. Se Manuel Alegre só esteve alguns meses na RDP, como é que cumpriu o período de contribuições para a Caixa Geral de Aposentações para ter direito à reforma enquanto trabalhador da rádio pública? Em declarações às rádios e televisões, Manuel Alegre diz que a reforma resulta dos descontos que fez como deputado. Mas na Lista de Aposentados e Reformados - Agosto 2006 ele é dado como coordenador de programas de texto da Radiodifusão Portuguesa, SA e não como deputado (a última actividade), aparecendo integrado no sector Empresas Públicas e Sociedades Anónimas e não no sector Assembleia da República. Não é crível que a CGA não soubesse que Manuel Alegre era deputado. Será que nos mapas de remunerações que a Assembleia da República envia para a CGA, Manuel Alegre é dado como funcionário da RDP com a profissão de coordenador de programas de texto? É no mínimo absurdo! Enquanto isto não for devidamente explicado e fundamentado é totalmente legítima a interrogação: terá Manuel Alegre continuado a receber da RDP o seu vencimento ao longo dos últimos trinta anos mesmo sem lá ter posto os pés, e cumulativamente com a sua remuneração de deputado? O mínimo que se pediria é que a administração da Rádio e Televisão de Portugal viesse esclarecer todos os portugueses, em vez de se remeter a um comprometedor silêncio. É sabido e notório que o serviço público de rádio tem sofrido apertadas limitações orçamentais, pelo que não se admite que a taxa de radiodifusão (rebaptizada de contribuição do audiovisual por Morais Sarmento para dela a televisão passar a comer a parte de leão), possa ser usada para pagar salários a quem, por vontade própria, deixou de exercer funções na rádio que é suportada por todos nós. E caso se confirme que Manuel Alegre esteve a receber da RDP, não haverá outras situações similares?
Parece-me muito sintomático que a juntar-se a outros casos bem conhecidos (Alberto João Jardim, Santana Lopes, etc.) venha agora à baila o nome de um homem que me havia habituado a ver como um inconformista e um não alinhado com o situacionismo, diria até, uma consciência cívica do regime. Agora não escondo o meu desalento e a minha tristeza ao constatar que afinal esse homem peca dos mesmos pecados venais dos videirinhos da política, que se estão a marimbar para o país e cuja única preocupação é sua vidinha. O cidadão Manuel Alegre de Melo Duarte devia ter vergonha quando vai à televisão falar em ética e em moral. Será ético e moral (ainda que legal) um deputado passar a auferir de uma reforma de aposentação (ainda que reduzida a um terço, o que corresponde a mais de mil euros) e continuar na Assembleia da República para a acumular com o ordenado de deputado? E será também ético e moral (ainda que legal), um deputado depois de abandonar o Parlamento ficar com duas reformas por inteiro pelo exercício do mesmo cargo? Pois é! O Sr. Manuel Alegre pode ter alguma valia como poeta, mas quanto ao resto é como os demais.
Péssimo tributo está Manuel Alegre a dar à memória do grande Adriano Correia de Oliveira que deu voz a alguns dos seus mais belos versos. “E Alegre se fez triste ... Que fez tão triste a clara madrugada” terá exclamado Adriano na tumba em Avintes por esta traição do seu antigo companheiro de luta, afinal um vulgar “comedor do dinheiro que a uns farta e a outros mata” (acrescentaria Adriano, do poema de Manuel da Fonseca).
Por: Álvaro José Ferreira,
em http://nossaradio.blogspot.com/


De DD a 20 de Dezembro de 2010 às 23:18
É verdade, eu fui deputado e a AR da República descontava para a Caixa dos Jornalistas, classificando-me no respetivo mapa como jornalista.
Os 23 contos que ganhava não influenciaram em nada a minha reforma, pois só contaram como anos de descontos.


De Falta de Vergonha na Cara 2010 a 20 de Dezembro de 2010 às 12:19
Segundo avança hoje o Correio da Manhã, 68 ex-deputados pediram à Assembleia da República a atribuição da subvenção vitalícia e do subsídio de reintegração. Entre eles, segundo dados fornecidos pelo próprio Parlamento ao jornal, encontra-se Manuel Alegre.

Como explica o Correio da Manhã, ao pedir a subvenção vitalícia, Manuel Alegre passa a receber duas pensões do Estado. A receber uma reforma de 3219 euros como aposentado da RDP, Manuel Alegre irá receber agora uma subvenção vitalícia superior a dois mil euros mensais.

Confrontado pelo Correio da Manhã acerca desse facto, Manuel Alegre afirmou: "Eu recebo aquilo a que tenho direito. A pensão como funcionário da RDP e a subvenção vitalícia a que qualquer deputado tem direito". As duas reformas em conjunto, adianta o CM, ascenderão a quase cinco mil euros por mês. Manuel Alegre considera que "tudo somado, agora recebo menos 500 euros do que recebia quando tinha um terço da pensão".

Com 34 anos de deputado, Manuel Alegre afirmou ainda ao Correio da Manhã que "Eu podia ter acumulado duas pensões a partir dos 65 anos (reformou-se da RDP com 70 anos) e prescindi disso".


De DD a 20 de Dezembro de 2010 às 23:41
Em mais de 34 anos de democracia deve haver para cima de mil e tal ex-deputados, mas muito poucos com tantos anos de permanência na AR como o Alegre e, provavelmente, acontece o mesmo com os outros 67 deputados. No PS parece-me que apenas o Jaime Gama está na AR desde a Constituinte até hoje e, mesmo assim, com o intervalo em que foi ministro.
Os 68 representam, sem dúvida, uma ínfima minoria na totalidade dos que foram deputados. Eu sei que a Associação dos Ex-deputados contam com muito mais de mil sócios.
Só a mesquinhez é que leva as pessoas "sem nome" a comentarem com tanta inveja a existência de uma subsídio vitalício extra para uns poucos deputados que estiveram na AR muitos anos, talvez menos de 5% dos que por lá passaram.
Portugal tem mais de 4 milhões de reformados da CGA e CNP e mais alguns de outros subsistemas de reforma como advogados, bancários, etc., pelo que 68 subsídios devem representar 0,000 qualque coisa % do total da despesa com pensões vitalícias como são todas as reformas.r


De Falta de Vergonha na Cara 2006 a 20 de Dezembro de 2010 às 12:17
In Público:
Apesar de garantir ao “Correio da Manhã” que sempre descontou por esse cargo na RDP, Manuel Alegre confessa que “se não fossem eles [CGA] a escrever” uma carta a informá-lo da reforma “nem teria dado por isso”.

O candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais afirma que vai optar por receber o ordenado como deputado e um terço da reforma que agora lhe foi concedida.

Manuel Alegre entrou para a RDP logo depois de ter regressado do exílio em Argel, pouco depois do 25 de Abril. Mas assim que foi eleito deputado do PS, nas primeiras eleições democráticas para a Assembleia Constituinte, em Abril de 1975, nunca mais desempenhou trabalho efectivo no cargo para o qual fora designado. Alegre revela, no entanto que, caso alguma vez não tivesse sido eleito, “teria regressado para a RDP”.

Quando questionado pelo “Correio da Manhã” sobre o tempo de trabalho efectivo na RDP e o valor da reforma agora divulgado, Manuel Alegre fez questão de sublinhar que tudo “é legal”.

Sobre o facto de este cargo não ser referido na sua biografia do Parlamento, o deputado do PS confessa que houve “uma lacuna” que não é da sua responsabilidade


De Falta de vergonha na Cara em 2006 a 20 de Dezembro de 2010 às 12:12
in correio da manhã...
- Correio da Manhã - É verdade que vai receber 3 219,95 euros de reforma da rádio?
- Manuel Alegre – Vou receber um terço. Como deputado não posso acumular o vencimento com a reforma. Optei pelo ordenado e um terço da reforma.
– Correio da Manhã - Não parece mal uma reforma por tão pouco tempo?
- Manuel Alegre - Só posso sublinhar que é legal. O Presidente da República também não recebe duas ou três reformas do Estado, além do vencimento? Mas eu nem questiono isso, que ele é uma pessoa séria.


De poesia para os olhos a 20 de Dezembro de 2010 às 01:10
" tudo fará para que o País de Abril não morra leiloado a juros himalaicos"
Que sublime. Só outro poeta o poderia dizer assim. Mas a realidade mostra-nos uma outra poesia:«Manuel Alegre reformado com três mil euros (mês) por três meses (de trabalho) na RDP»
in Público online, 25-07-2006
Já Ramalho Eanes recusou receber uma indemnização de mais de um milhão de euros por parte do Estado .
Diferentes democratas


De DD a 20 de Dezembro de 2010 às 11:25
isso não é verdade. Nas primeiras legislaturas, a AR e o deputado descontavam para a caixa da profissão de onde tinham vindo.
Eu fui deputado e os descontos iam para a Caixa dos Jornalistas, não havia reforma de deputado, era apenas considerado um trabalho como qualquer outro. Não há legislação que permita conceder uma reforma por três meses de trabalho. Atualmente o direito à reforma é adquirido só após quinze anos de trabalho ou de descontos, pois uma dona de casa pode descontar 20% sobre um hipotético ordenado e ter depois direito à sua reforma.
Creio que a chamada reforma da RDP é, na verdade, a reforma de deputado.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 20 de Dezembro de 2010 às 11:35
E depois veio o avô e comeu o chocolate...


De poesia para os olhos a 20 de Dezembro de 2010 às 11:41
Não há pior cego do que aquele que não quer ver


De Uma questão de coerência a 20 de Dezembro de 2010 às 12:04
e era assim que deveria ter continuado. è assim ainda actualmente no regime suíço , democracia que tem evoluído ao longo dos tempos, muito mais antiga que a nossa mas que se não deixou desvirtuar.

Se DD fosse mais rigoroso e exigente, desde logo e primeiramente, com os camaradas do seu próprio partido a democracia? não estaria tão doente, corrompida e desvirtuada como está actualmente.

Se assim actuasse DD e seus escritos teriam outro valor. Uma questão de coerência.

Nestas suas palavras numa coisa tem razão. votar no sr . silva e continuar no mesmo lamaçal...


Comentar post

DESTAQUE DO MÊS
14_04_botão_CUS
MARCADORES

todas as tags

CONTACTO

Email - Blogue LUMINÁRIA

ARQUIVO

Junho 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Online
RSS
blogs SAPO