De Encerrem o BPN já !. a 21 de Dezembro de 2010 às 16:05
Caso BPN
Começa a ser evidente que o governo não tem ideias quanto ao BPN e limita-se a ir enterrando o dinheiro dos contribuintes.
Talvez seja tempo de o governo deixar de gastar mais dinheiro, encerrando o banco e vendendo o seu património.
Jumento
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 21 de Dezembro de 2010 às 16:30
E sabe porque é que o nosso (des)Governo continua a enterrrar + dinheiro no BPN?
Porque o dinheiro não é deles!
Pelo menos não o setem como deles. Não lhes dói no bolso. Não lhes custou a ganhar... Tem ordenados e vidas em que, por muito que seja, para eles são trocos...
E depois, se calhar, têm o rabo de fora e telhados de vidro, que convem ir tapando com o dinheiro de todos nós.
Mas já não temos? Não faz mal. Pede-se mais lá fora. Eles emprestam...
O juro tá alto? Querem lá saber, + uma vez não são eles que pagam...
O povo é manso... E temos o IVA e s´+o vai em 23%.
Ainda há o 24%, o 28%, o 35%, o 51%...
Ah, não posso dizer palavrões (que era o que me apetecia...) porque já aqui disseram que sou a "coisa mais ordinária" que já passou pelo Luminária...
E na secção do PS do Lumiar conhecem-me...
Tou cheio de medo... brrrr...!!!!
De Mega-fraudulentos e coniventes ou incomp a 22 de Dezembro de 2010 às 14:16
Galilei, SGPS (os mega-fraudulentos da SLN / BPN)
Em Maio deste ano, a Sociedade Lusa de Negócios, à qual pertencia o BPN, mudou de nome.
Passou a chamar-se Galilei.
Não sei o que farão os seus descendentes para defender o bom nome da família, mas este acontecimento é tão significativo como compreensível.
A SLN é o verdadeiro sujeito da mega-fraude do BPN e percebe-se que os seus accionistas não façam questão de manter o nome, quando discutem a continuação da actividade do Grupo.
Mas o facto mais importante é a própria continuação dessa actividade.
Quando o Governo tomou a decisão de fazer incidir a sua intervenção (sob a forma de nacionalização) apenas sobre o BPN e não sobre a totalidade do Grupo SLN (responsabilizando todos os seus accionistas), o grande argumento era o de que as restantes empresas do grupo estavam falidas.
Na realidade, o que hoje verificamos é que os activos dessas empresas, que poderiam ter sido utilizados para, pelo menos, minimizar as perdas com o BPN, serviram para reestruturar o Grupo Financeiro que agora se prepara para prosseguir a sua actividade, como se nada se tivesse passado.
Para trás, fica um buraco sem fundo à vista, para ser pago por quem não tem dinheiro para poder ser criminoso.
O remédio para a fraude do BPN são os contribuintes que o vão tomar.
Mas se o remédio é amargo, a vacina, pura e simplesmente não existe.
Como acontece com as várias manifestações da crise financeira, mesmo depois de tiradas as conclusões, pouco ou nada de concreto mudou na forma como funcionam os mercados financeiros.
A força dos factos, a força dos argumentos não chega, por mais claros que sejam os primeiros, por mais fortes que sejam os segundos. Trata-se de um combate contra o maior poder não-democrático do planeta.
E exige a completa mobilização do outro, o democrático.
Postado por José Gusmão , Ladrões de Bicicletas
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