Desapareceram quadros do BPN no valor de 2,5 milhões.
O BPN efectuou um levantamento da localização de património artístico registado nas contas do banco. Resultado? Não foi "possível localizar quadros cujo valor global ascende a 2,5 milhões de euros".
Este desconhecimento da localização de obras de arte é divulgado precisamente oito meses após Miguel Cadilhe ter apelidado 80 obras de Juan Miró, uma colecção de moedas comemorativas do campeonato de futebol ‘Euro 2004' e uma colecção egípcia de "activos extravagantes".
Na altura, o objectivo da Sociedade Lusa de Negócios - ex-dona do BPN antes da nacionalização - era alienar, além de várias áreas de negócio, esses activos excêntricos, que permitiriam, a valor de balanço, encaixar mais 110 milhões de euros. [Diário Económico]
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