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De eleitor a 31 de Dezembro de 2010 às 10:23

Devem pensar que são todos analfabetos. São transpostas palavras publicitadas por Defensor de Moura num jornal diário; palavras que são generalidades e não apresentam nenhuma situação objectiva, concreta:”… Disse que Cavaco Silva não é isento nem leal, favoreceu amigos e correligionários e tolerou e beneficiou com negócios considerados ilícitos pela justiça, além de lhe faltar cultura política para se identificar com eventos relevantes da história recente do país …”
Mas não aponta nenhuma situação concreta que nos possa levar a aceitar como adequados todos aqueles adjectivos. O Presidente da República e bem, disponibilizou para todos os cidadãos o acordo celebrado entre a Presidência da República e a Câmara de Viana do Castelo, através do seu Presidente, Dr. Defensor de Moura, relativo às comemorações do Dia de Portugal. Um oferece-nos conceitos, subjectivos, o outro mostra-nos factos:”… Esclarecimento da Secretaria Geral da Presidência da República sobre a celebração do Dia de Portugal em Viana do Castelo
Foram suscitadas dúvidas sobre o memorando de entendimento assinado em 29 de Abril de 2008 entre o Secretário Geral da Presidência da República, Arnaldo Pereira Coutinho, e o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Defensor de Oliveira Moura, por ocasião da celebração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Por razões de transparência, a Secretaria Geral da Presidência da República entendeu tornar público, na íntegra, o referido documento.

http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=50459


http://www.presidencia.pt/archive/doc/Memorando_de_Entendimento_-_SGPR_-_CMVC_-_Dia_de_Portugal_2008.pdf
Onde estavam as palavras de Defensor de Moura quando assinou o acordo? E porque é que assinou?

Suponho que as palavras de Defensor de Moura: e tolerou e beneficiou com negócios considerados ilícitos pela justiça
Se Defensor de Moura se quer referir ao caso BPN, convém aqui recordar que a Justiça de que fala tinha como titular máximo um correligionário seu, do PS, de nome Victor Constâncio que sempre defendeu que não havia negócios ilícitos no BPN. Nem Vítor Constâncio nem Defensor de Moura. Se houve negócios ilícitos, que Defensor de Moura conhecia, foi conivente com eles. Mas se podemos aceitar que Defensor de Moura desconhecia, já não podemos aceitar a mesma ignorância a Vítor Constâncio, ex-secretário geral do PS. Atirar pedras ao ar quem tem telhados de vidro, é pouco inteligente ou tem uma fé enorme no sucesso do Ministério da Educação no seu propósito de formar analfabetos e ignorantes.
É pela falta de respeito pelo cidadão que se revela sobretudo no sectarismo, muito enraizado nas bases dos partidos políticos que a Política com P maiúsculo é cada vez mais ignorada pela população.


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