De DD a 3 de Janeiro de 2011 às 11:16
Se quiser posso emprestar um célebre livro de Jan
Zieglers "A Suíça Lava Mais Branco" que revela os bons negócios que se fazem na Suíça.
O antigo chanceler alemão Helmuth Kohl vendeu em 1990 um número apreciável de blindados à prova de radiações aos EUAS e Arábia Saudita provenientes do stock de reserva militar. Foram vendidos a uma empresa (escritório) de um amigo de Kohl e revendidos aos destinatários pelo dobro do preço. O Sr. Kohl encaixou tanto dinheiro que depositou num banco suíço com outras verbas que recebia que o banco o nomeou administrador quando saiu do poder.
Esse tipo de negócios fazem-se muito da Suíça por eestarem praticasmente isentos de impostos.
0Na Suíça qualquer ladrão ou traficante de droga pode roubar ou traficar no Mundo inteiro e tem a garantia de não pagar quase nada ao fisco e ser mantido o segredo bancário.



De Abaixo o Sigilo bancário e a 'Lavagem' a 3 de Janeiro de 2011 às 17:19
De: Quem nos dera... (a 27.12.2010)

Olhe que não, olhe que não senhor jornalista .

Uma coisa é guardar SIGILO bancário (sobre o dinheiro, seu 'dono' e proveniência), outra bem diferente é
''LAVAR dinheiro'' (entrar com dinheiro para um casino ou negócio legal e de lá sair com o que ''resultou dessa actividade''
- geralmente perdendo/deixando lá a comissão do ''lavador'', entre 5% e 15%, podendo então usar ''legalmente'' o dinheiro 'lavado' sem lhe fazerem perguntas incómodas...).

Bem vistas as coisas é capaz de ser lavado mais dinheiro em qualquer outro país do Sul da Europa (Gibraltar, ilhas CanalMancha, Caraíbas, CaboVerde, Madeira, etc.) do que na confederação suiça.


De DD a 3 de Janeiro de 2011 às 22:55
A Suíça foi o primeiro paraíso fiscal para os ladrões e traficantes do Mundo. Iniciou essa atividade já no Século XIX. Os nazis utilizavam a Suíça para depositar o ouro roubado aos judeus e aos bancos centrais dos países que conquistaram e a partir da Suíça faziam muitas aquisições de produtos de que tinham necessidade. Durante a guerra, vinha ouro nazi para Portugal para pagar volfrâmio , sardinhas em conservas, óleos vegetais, etc.
Não se pode comparar a experiência suíça nessa matéria com a dos jovens paraísos fiscais de agora que ascenderam à independência há poucas décadas ou anos.
A Suíça é o melhor albergue de ladrões que há no Mundo e os meus familiares suíços têm vergonha disso.
Eu trabalhei numa empresa farmacêutica americana que tinha na Suíça a sede para a Europa e facturava aí certas matérias primas que eram fabricadas no México e vinham para a Bélgica de onde eram expedidas para as diversas fábricas instaladas na Europa, incluindo Portugal.. Eu era o chefe de planeamento e compras, pelo que conhecia os preços do mercado. Assim, o escritório na Suíça chegava a debitar os princípios ativos a um preço 200 vezes superior ao do mercado mundial, pelos que os medicamentos formulados em Portugal saíam caríssimos. Esse lucro imenso só era possível porque a Suíça não aplicava impostos. Até o fisco norte-americano andava atrás da empresa porque considerava que o esquema era um roubo, mas pouco podia fazer porque não controlava países como México, Suíça, Bélgica e Portugal.
Para enganar as autoridades portuguesas do medicamento, mudava-se um pouco o nome da referida matéria prima, acrescentando uma designação física como micronizado, em nanopartículas ou outra coisa qualquer.
Na indústria farmacêutica são todos ladrões, tanto os suíços como os americanos, alemães, mexicanos, chineses, italianos, etc.
Em Portugal é que há mania de se considerar como ladrões os portugueses, quando ao fim de mais de 40 de trabalho no mercado internacional sei que os portugueses ainda são os menos ladrões que há.
Se Portugal soubesse ROUBAR como fazem os suíços, escandinavos, americanos, etc. estaria hoje numa boa.


Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres