7 comentários:
De DD a 4 de Janeiro de 2011 às 22:46
Exportar volfrâmio não era nem é lavar dinheiro. Segundo o livro do Fernando Rosas acerca da economia de Portugal na II. Guera Mundial, a Inglaterra impos ao governo português que só vendesse qualquer produto aos alemães a troco de ouro e não contra marcos. De restpo, Salazar não era tão estúpido para aceitar a moeda de uma Alemanha que a partir de 1942 estava mais que derrotada e só não o foi mais cedo porque os ingleses se recusaram a bombardear as fábricas de gasolinas sintéticas, pois sem combustíveis a máquina de guerra nazi teria parado e poderiam tê-lo feito em 48 horas. Churchill não queria substituir um império de um ditador com pequeno bigode por poutro muito maior de outro ditador com grande bigode. Por isso deixou que alemães e russos se matassem uns aos outros até estar preparado para desembarcar na Normandia e, mesmo assim, só nos últimos dois meses é que a RAF destruiu as gigantescas fábricas de combustíveis e borrachas sintéticas de Leuna.
A revista Time desta semana descreve o Cantão de Zug como o verdadeiro paraíso fiscal da Europa com um IRC de 8% e onde estão instaladas já as sedes das empresas dos grandes oligarcas russoa que conseguiram roubar tudo o que têm, pois em cinco ou seis anos ninguém no Mundo faz fortunas daquelas.
Na cidade de Zug há mais sedes de empresas do que habitantes, sendo a maior parte dessas empresas apenas uma Caixa Postal e um e.mail.

Nota: Curiosamento, o Fernando Rosas não se referiu ao que escreveu num programa televisivo sobre o ouro nazi e acusou Salazar de ter sido conivente com os nazis na questão do ouro quando o ditador português limitou-.se a seguir as instruções impostas pelos ingleses que sabiam que aquele ouro não era tanto assim. Muitos países ocupados conseguiram evacuar as reservas de ouro para fora antes da chegada dos nazis.


De ou não será senhor DD? a 5 de Janeiro de 2011 às 12:23
Ouro extorquido aos judeus mortes nas câmaras de gás . Mas que lavagem mais suja que esta será que pode (poderia) haver?
Não vale a pena atacar os suíços de lavagem por aceitar depósitos nos cofres dos seus bancos e branquear aqueles que receberam alguns desses valores, sujos de sangue.
Contudo, os telhados de vidro não nos devem cegar a pontos de não se enxergar o que há de positivo no comportamento de uma população e dos seus actuais dirigentes.
É preciso separar o que pode ser separável sem fazer branqueamentos, ou não será senhor DD?


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