O candidato a chefe de um Estado em que não confia

Numa acção de campanha, Cavaco Silva foi abordado por uma mulher que lhe disse não ter dinheiro para dar de comer ao filho. Resposta pronta de Cavaco: Olhe, vá a uma instituição de solidariedade que não seja do Estado.” E depois acrescentou: É o que eu estava a dizer. São essas instituições que, perante situações de pobreza e de privação, pessoas sem alimentação, estão neste momento a ajudar o nosso país. Instituições da Igreja, outras que são misericórdias, grupos de voluntariado, são esses que estão ainda a reduzir este nível de pobreza que alguns querem esconder, mas eu nunca esconderei. Erguerei sempre a minha voz.”

Se não confia no Estado, como pode este homem candidatar-se ao mais alto cargo do Estado?

João Magalhães [Câmara Corporativa]



Publicado por JL às 18:47 de 08.01.11 | link do post | comentar |

8 comentários:
De 2ª Volta Sim Cavaco Não a 8 de Janeiro de 2011 às 21:25
O homem que (tem) tinha uma profunda obsessão por si próprio com elevado egocentrismo nas palavras e nas atitudes, já começa a duvidar das suas capacidades e com manifestações de perdas de memória .
Não acredita , se é que alguma vez acreditou , no pais nem nos portugueses , afirma, agora depois deste tempo passado, que o mar é desígnio nacional manifestando uma total amnésia quanto ao facto de ter sido o principal cangalheiro (enquanto ministro das finanças e 1º ministro, da nossa frota pesqueira usando os subsídios de Bruxelas para abate de barcos como foi também no arranque de vinhas e oliveiras
É por isso e pela atitude de cumplicidade em tono dos larápios (quase todos a fazer parte da sua comissão de honra) do BPN / SLN que se torna necessário votar em Alegre e forçar a 2ª volta.
Como alguém postou "Para bem da Nação no Cavaco Não"


De ateu a 9 de Janeiro de 2011 às 00:05
Vade retro Satanás


De SUDÃO a 8 de Janeiro de 2011 às 20:57
BPP nega ter recebido cheque de Alegre e diz que o avisou sobre o cariz publicitário do texto

Ao PÚBLICO Duarte Cordeiro, director de campanha da candidatura presidencial de Manuel Alegre, disse que o montante pago pelo BPP ao candidato "foi declarado no IRS de 2005", uma vez que "o dinheiro entrou na conta dele". Quanto à devolução do pagamento, que Alegre garantiu ter realizado, ao endereçar um cheque à BBDO, Cordeiro remete para as explicações do socialista na RTP, anteontem à noite. "Ele disse que tinha recebido dinheiro e que passou um cheque a devolver o pagamento. Não sabe se foi descontado ou não, mas já pediu ao seu banco para verificar essa situação."

Recebeu, emitiu recibo, declarou no IRS e ao contrário do que afirma não devolveu, e tudo isto violando um princípio legal a que estava obrigado como deputado.
Como pode um país com a história de Portugal, ter uma pessoa assim como presidente. Até o Sudão recusava.


De Será? a 9 de Janeiro de 2011 às 12:59
Será?
quer comparar uma historia mal contada, não assumida de centena e meia de milhares de Euros com um texto escrito, assumido cujo valor material é de uma milionésima (15oo€)?



De SUDÃO a 9 de Janeiro de 2011 às 13:39
O qu eestá em causa não é o valor, é o PRINCÍPIO. E quantoa princípios, estamso conversados.


De Só por distração a 9 de Janeiro de 2011 às 18:25
São os princípios e são os fins
Não é na comissão de honra de campanha de Alegre que estão as sanguessugas do BPN SLN e foragidos que desviaram tantos milhões arrastando muitos incautos cidadãos que neles confiaram.
Diz-se da mulher de César que não bastava ser séria também teria de o parecer. No caso dos políticos (Cavaco diz que não é o que constitui, em si mesmo, uma desonestidade) não bastará parecer (cavaco parece e certamente até o é) tem de o ser e escolher as companhias.
Como diz o Ditado "diz-me com quem andas e eu dirte-ei quem és".
O povo até pode ser distraído mas não é tolo. Cava só será reeleito por distracção.


De SUDÃO a 9 de Janeiro de 2011 às 21:06
Não estão os sanguessugas do BPN, alguns, provavelmente outros estarão. Mas estão outras sanguessugas, algumas do BCP, outra estória mal contada, que á semelhança do Alegre, mais não fizeram do que parasitar os impostos dos portugueses e levar o país á falência.
Mil e quinhentos euros são mais do que 3 ordenados mínimos. Mas mesmo que não fosse, o que é totalmente inaceitável é a publicidade fraudulenta. Elogiar um Banco que tem uma gestão criminosa, não só os depositantes como a generalidade dos portugueses, pode não ser legalmente um crime, mas éticamente é. E ainda o é mais porque foi eleito, ainda que na base da mentira, por cidadãos, para que os representasse na AR.


De SUDÃO a 9 de Janeiro de 2011 às 21:08
Há entre mim, si e com todos aqueles com que se identifica um abismo moral absolutamente intransponível.


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